Espaço de ajuda aos alunos nas várias disciplinas desde a Educação de Infância até ao Ensino Secundário
sábado, 10 de janeiro de 2009
sexta-feira, 9 de janeiro de 2009
Conteúdo - Onde se podem encontrar fósseis?
Na maior parte das vezes, por mais que se conheçam as características geológicas de um local, não é possível dizer com certeza se aí existirão fósseis ou não. No entanto, determinados factores podem ser indicadores da sua presença e são estes factores que os paleontólogos seguem nas suas pesquisas. Estas hipóteses referem-se, principalmente, ao tipo de rochas mais relacionadas com a preservação de fósseis, ou seja, as sedimentares, e à idade da rocha, que é determinada através de análises químicas da sua composição. Também existe uma outra forma de actuar – ir escavando cegamente até ter a sorte de encontrar algo. Alguns fósseis são encontrados ao acaso, em obras ou áreas de exploração mineira, por exemplo.Apesar da dificuldade em achar fósseis, os paleontólogos já encontraram fósseis microscópicos de algas azuis, cuja idade foi calculada em quase 2000 milhões de anos. Recentemente foram descobertos fósseis de bactérias que terão cerca de 3000 milhões de anos.
Quando o cientista atinge uma área provável de formação fósseis, começa por procurar indícios nos pontos em que a erosão retirou o solo de cima das rochas, investigando, depois, os estratos sedimentares Caso aí encontre vestígios, como esqueletos ou fragmentos de ossos fossilizados, o cientista retira a rocha que se encontra por cima deles, para conseguir fotografá-los e, posteriormente, retirá-los, sem os danificar.
Só muito raramente é encontrada uma ossada totalmente preservada. Na maior parte dos casos, os esqueletos estão bastante fragmentados, podendo faltar muitos pedaços. Há que identificar os ossos com números, para ser mais fácil a posterior reconstituição do animal Depois é tentar montar um verdadeiro quebra-cabeças. O resultado destes trabalhos pode ser visto nos museus de história natural, onde normalmente são expostos.
Mas mesmo sem termos fósseis de ossos que permitam a reconstituição dos seres vivos, outros tipos de vestígios podem fornecer informações bastante interessantes. Para cada tipo existem técnicas de estudo apropriadas, que permitem retirar diferentes conclusões. Por exemplo, num conjunto de pegadas, os cientistas medem a distância entre elas para verem o comprimento e a velocidade do animal, e a sua profundidade para determinarem o seu peso. Já através dos excrementos (coprólitos), o tipo de conclusões retiradas é diferente. Eles são amassados até se tornarem num pó fininho que, depois de analisado, pode dar informações relativas, por exemplo, ao tipo de alimentação do animal.
A paleontologia é a ciência que estuda os organismos que povoaram a terra ao longo do tempo e cujo os restos e marcas de actividade se encontram preservados nos sedimentos. O estudo dos organismos é de grande importância para a compreensão e estudo da história da terra. Assim, a paleontologia interessa à biologia pois permite estudar a evolução do seres vivos.
Para o estudo dos animais que outrora habitaram o planeta não são só os seus fósseis que são importantes mas também as marcas deixadas da sua actividade ou seja, os rastos, as pegadas e as pistas.
http://www.uc.pt/fossil/pags/sedime.dwt
"Terra, Universo de vida" 11º ano
http://www.geopor.pt/gne/ptgeol/fosseis/fosseis.html
http://www.notapositiva.com
quinta-feira, 8 de janeiro de 2009
quarta-feira, 7 de janeiro de 2009
Conteúdo - Os Fósseis - Registos da História da Terra
Fósseis são restos ou vestígios preservados de animais, plantas ou outros seres vivos em rochas, como moldes do corpo ou partes deste, rastros e pegadas. A totalidade dos fósseis e sua colocação nas formações rochosas e camadas sedimentares é conhecido como registro fóssil. A palavra "fóssil" deriva do termo latino "fossilis" que significa "ser desenterrado". A ciência que estuda os fósseis é a Paleontologia. A fossilização raramente ocorre porque a matéria orgânica dos seres vivos tende a ser rapidamente decomposta. Logo, para que um organismo seja fossilizado, os restos devem ser cobertos por sedimentos o mais rápido possível. Existem diferentes tipos de fósseis e diferentes processos de fossilização.Desde sempre o Homem observa e tenta interpretar a natureza. Desde muito cedo ele encontrou rochas com impressões em forma de conchas, ossos de animais e folhas de plantas, ou seja, fósseis Ao longo de muitos séculos estas impressões estimularam a imaginação do ser humano, tendo originado inúmeras explicações. Nalgumas destas explicações, elas foram consideradas criações de espíritos maus ou bons, sendo designadas de “cobras de pedra”, “pedras mágicas”, “pedras de trovão” e “pedras de sapo”. Noutras interpretações, as impressões foram vistas como o resultado da acção das radiações do sol ou das estrelas. Houve, ainda, quem preferisse olhá-las como brincadeiras do reino mineral, que imitava formas de plantas e animais existentes na natureza.
Ainda no século XVII havia a teoria de que as impressões deixadas nas rochas seriam o resultado de uma propriedade inerente à Terra, a qual originaria estas marcas como ornamento das regiões ocultas do globo, da mesma maneira que as flores são o ornamento da superfície. Mesmo no século XIX, um estudo da Igreja Cristã afirmava que o Diabo tinha colocado aquelas impressões nas rochas para enganar e embaraçar a humanidade.
Embora muitas teorias tenham surgido ao longo dos tempos para interpretar o significado dos fósseis, o seu estudo científico só começou há cerca de 300 anos. A sua verdadeira origem e natureza só foi estabelecida no séculos XVII por alguns naturalistas, que conseguiram estabelecer a relação entre os dentes de tubarão da altura e outros semelhantes, mas fossilizados. Um século antes tinha surgido a designação de “fóssil”. Ela derivou da palavra latina “fossilis”, que significa “desenterrado”, e foi inicialmente usada para designar toda a espécie de minerais e metais extraídos da crosta terrestre.
Os cientistas que fazem o papel de detectives de fósseis são chamados de “paleontólogos”, pois o ramo das Ciências da Terra e da Vida que se dedica ao estudo dos fósseis chama-se “Paleontologia”.
Os paleontólogos têm encontrado fósseis em todo o mundo, a uma velocidade espectacular – de sete em sete semanas um novo fóssil é encontrado. Mas não é fácil achar um fóssil. Por isso, encontrar restos fossilizados de um animal ou planta é uma experiência emocionante. Os penhascos marinhos, as pedreiras e outras rochas expostas são locais de grande interesse para a descoberta de fósseis. Também as grutas, como antigos abrigos de homens e animais, podem proporcionar valiosas descobertas paleontológicas.
http://www.uc.pt/fossil/pags/sedime.dwt
"Terra, Universo de vida" 11º ano
http://www.geopor.pt/gne/ptgeol/fosseis/fosseis
"Terra, Universo de vida" 11º ano
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segunda-feira, 15 de dezembro de 2008
quarta-feira, 5 de novembro de 2008
Conteúdo - O que é a Célula; Tipos de Células
A célula é a unidade básica da vida. É constituída por diversas estruturas celulares (organitos celulares), como por exemplo o núcleo, citoplasma e membrana nuclear. Existe uma grande diversidade de células (tamanho, forma, complexidade).
O núcleo é um organito muito importante, ele assegura o bom funcionamento da célula (é o "cérebro"). O citoplasma é constituído por água e contém os restantes organitos celulares (mitocôndrias, complexo de golgi, retículo endoplasmático, etc...), a água é fundamental, pois as reacções químicas nos seres vivos só se dão em meio aquoso (em água). A membrana celular controla a entrada e saída de substâncias da célula e também lhe dá forma.
As células podem-se classificar em Procariotas ou em Eucariotas.
Quando a vida apareceu na Terra, apareceu na sua forma mais simples, seres unicelulares procariontes, como por exemplo a cianobactéria ("alga azul"), que aparece nas águas não tratadas.
As células procariotas são células simples cujo núcleo não está delimitado por uma membrana nuclear.
Os seres procariontes como as bactérias e a cianobactéria, deram origem a seres unicelulares cuja célula era mais complexa, ser procarionte-célula procariota.
Diferença entre célula animal e vegetal
Como sabes, os vegetais realizam a fotossíntese, os animais não. Como tal as células vegetais têm estruturas especializadas para a fotossíntese, são os cloroplastos. A célula vegetal tem parede celular, para além da função de controlar o que sai e entra na célula, dá-lhe também estrutura. As células vegetais têm também vacúolos. Os restantes organitos são comuns aos dois tipos de células, com excepção dos centríolos que fazem parte da constituição das células animais.
O núcleo é um organito muito importante, ele assegura o bom funcionamento da célula (é o "cérebro"). O citoplasma é constituído por água e contém os restantes organitos celulares (mitocôndrias, complexo de golgi, retículo endoplasmático, etc...), a água é fundamental, pois as reacções químicas nos seres vivos só se dão em meio aquoso (em água). A membrana celular controla a entrada e saída de substâncias da célula e também lhe dá forma.
As células podem-se classificar em Procariotas ou em Eucariotas.
Quando a vida apareceu na Terra, apareceu na sua forma mais simples, seres unicelulares procariontes, como por exemplo a cianobactéria ("alga azul"), que aparece nas águas não tratadas.
As células procariotas são células simples cujo núcleo não está delimitado por uma membrana nuclear.Os seres procariontes como as bactérias e a cianobactéria, deram origem a seres unicelulares cuja célula era mais complexa, ser procarionte-célula procariota.
Diferença entre célula animal e vegetal
Como sabes, os vegetais realizam a fotossíntese, os animais não. Como tal as células vegetais têm estruturas especializadas para a fotossíntese, são os cloroplastos. A célula vegetal tem parede celular, para além da função de controlar o que sai e entra na célula, dá-lhe também estrutura. As células vegetais têm também vacúolos. Os restantes organitos são comuns aos dois tipos de células, com excepção dos centríolos que fazem parte da constituição das células animais.
terça-feira, 28 de outubro de 2008
Conteúdo - Invenção do microscópio e Teoria Celular
A invenção do microscópio, em 1590, permitiu desvendar várias áreas do conhecimento no campo da Biologia. O conhecimento da célula, e dos seus constituintes, só foi possível graças ao o uso do microscópio. Os primeiros microscópios que se construíram possuíam apenas uma lente e chamavam-se, por isso, microscópios simples. Depois, associaram-se duas ou mais lentes surgindo, assim, os microscópios compostos.
- Em 1838, Mathias Schleiden concluiu que todas as plantas eram constituídas por células e, em 1839, Theodore Shwann estendeu a generalização aos animais.
Estes dois investigadores propuseram as bases da Teoria Celular:
Teoria Celular:-A célula é a unidade básica da estrutura e da função de todos os seres vivos, isto é, todos os organismos são constituídos por células, nas quais se desenvolvem os processos vitais.
-Todas as células provêm de células pré-existentes.
-A célula é a unidade de reprodução, de desenvolvimento e de hereditariedade dos seres vivos.
-Todas as células provêm de células pré-existentes.
-A célula é a unidade de reprodução, de desenvolvimento e de hereditariedade dos seres vivos.
sexta-feira, 24 de outubro de 2008
quinta-feira, 23 de outubro de 2008
Conteúdo - O que é a biodiversidade?
Biodiversidade é o mesmo que dizer diversidade biológica.Genericamente: É a soma de todas as formas de vida que habitam o planeta.Significa a variabilidade de organismos vivos, compreendendo os ecossistemas terrestres, marinhos e outros ecossistemas aquáticos. Refere-se à variedade de vida no planeta Terra, incluindo a variedade genética dentro das populações e espécies, a variedade de espécies da flora, da fauna e de microrganismos, a variedade de funções ecológicas desempenhadas pelos organismos nos ecossistemas; e a variedade de comunidades, habitats e ecossistemas formados pelos organismos. Refere-se à riqueza (número) de diferentes seres e à abundância relativa desses mesmos seres.
A Biodiversidade é uma das propriedades fundamentais da natureza, responsável pelo equilíbrio e estabilidade dos ecossistemas.
Bioma - Um dos grandes ecossistemas da Terra, caracterizado pelas condições de clima e de solo, que determinam um tipo particular de vegetação e, consequentemente, os tipos de animais e de outros seres vivos que nele se desenvolvem. Exemplos: tundra, taiga, floresta pluvial tropical e deserto.
Biosfera - Esfera da vida. Toda vida na Terra ocorre numa faixa a que se dá o nome de biosfera. Inclui a superfície da Terra, os rios, os lagos, mares e oceanos e parte da atmosfera.
Ecossistema - Comunidade de espécies vegetais, animais e microrganismos de um habitat que, em conjunto com os elementos abióticos (meio físico-químico) do ambiente, interagem como um sistema estável. A funcionalidade do sistema opera através de cadeias alimentares, que são ciclos biológicos de reciclagem da matéria viva, em que espécies dependem de outras espécies para completar seu ciclo biológico. Ou seja: É a interacção entre seres vivos da mesma espécie, a interacção entre seres vivos de espécies diferentes e a interacção destes e o meio físico-químico do local onde vivem.
População - Conjunto de indivíduos da mesma espécie, vivendo num mesmo local, e na mesma época.
Comunidade biótica ou biocenose- Conjunto de todos os seres vivos, vivendo num mesmo local, e na mesma época.
Habitat - é o lugar específico onde uma espécie pode ser encontrada, isto é, o seu "ENDEREÇO" dentro do ecossistema.
Nicho ecológico - é o papel que o organismo desempenha no ecossistema, isto é, a "PROFISSÃO" do organismo no ecossistema. 0 nicho informa às custas de que se alimenta, a quem serve de alimento, como se reproduz, etc.
Biótopo - são o conjunto de factores fisico-químicos (factores abióticos: água, tipo de solo, clima...)existentes num determinado ecossistema.
Habitat é o tipo de local ou lugar físico normalmente habitado pelos indivíduos de uma espécie.
Exemplo: Uma planta pode ser o habitat de um insecto, o leão pode ser encontrado nas savanas africanas, etc.
Nicho Ecológico é o ‘lugar funcional’ ocupado por uma espécie dentro do seu sistema.
Exemplo: o leão actua como predador devorando grandes herbívoros, como zebras e antílopes.
É praticamente impossível que duas espécies ocupem o mesmo nicho ecológico.
terça-feira, 21 de outubro de 2008
Conteúdo - A Terra como um Sistema
Sistema – é um conjunto de elementos que se relacionam entre si, que estão organizados em função de um objectivo e que estão delimitados por uma fronteira, a qual permite a troca matéria e/ou energia entre o interior e o exterior do mesmo.
Assim, qualquer parte do Universo é um Sistema.
Um átomo é um sistema, uma célula é um sistema, um tecido vivo é um sistema, um órgão é um sistema, um ser vivo pluricelular é um sistema (constituído por células microscópicas que trocam continuamente matéria e energia com o meio), uma população é um sistema, uma comunidade é um sistema, um ecossistema é um sistema (onde cada subsistema – organismo, população, comunidade – realiza trocas com o meio), a biosfera é um sistema, a atmosfera é um sistema, a litosfera é um sistema, a geosfera é um sistema, a hidrosfera é um sistema, um planeta é um sistema, o sistema solar é um sistema, uma galáxia é um sistema, etc.
Assim sendo, o Planeta Terra é um sistema, sendo, por isso, um conjunto de elementos que se relacionam entre si e que estão organizados em função de um objectivo, trocando matéria e/ou energia. O Sistema Terra é constituído por vários subsistemas: A Atmosfera, a Hidrosfera, a Biosfera e a Geosfera.
A Atmosfera é formada pela camada gasosa que envolve a hidrosfera, a geosfera e a biosfera, podendo também penetrar nestes subsistemas, estabelecendo, com eles, continuamente, trocas de matéria e energia.
Da Biosfera fazem parte todos os seres vivos que povoam a Terra. Os seres vivos interagem, de forma contínua, com os diferentes subsistemas onde estão integrados, influenciando-se mutuamente. Existem seres vivos na geosfera, na atmosfera e na hidrosfera.
A Geosfera é representada pela parte sólida da Terra, quer a parte superficial (à qual se dá o nome de Litosfera), quer a parte mais profunda. As rochas e os solos fazem parte deste subsistema. A geosfera serve de suporte a grande parte da vida terrestre, fornecendo muitos dos materiais necessários à manutenção dessa vida. As plantas terrestres, por exemplo, captam do solo grande parte dos seus nutrientes. Muitos dos produtos resultantes da decomposição dos cadáveres e restos de seres vivos ficam integrados na geosfera.
A Hidrosfera é constituída pelos reservatórios de água que existem na Terra. Os oceanos, os mares, os rios, os lagos, os glaciares, e as águas subterrâneas fazem parte da hidrosfera. A água movimenta-se Na natureza passando sucessivamente de um reservatório a outro, constituindo esse movimento o “Ciclo da água” ou “Ciclo hidrológico”.
Num Ecossistema os seres vivos estão organizados em comunidades e estas em populações, constituindo sistemas que se relacionam entre si trocando matéria e energia. O funcionamento e organização de todos os sistemas permitem manter o ecossistema em equilíbrio dinâmico.
O equilíbrio da Terra depende do bom funcionamento dos seus diferentes sistemas. Qualquer perturbação de um deles, muitas vezes provocada pelo Homem, origina desequilíbrios no Sistema Global, como é o caso do sobreaquecimento do planeta como resultado da poluição da
atmosfera.
segunda-feira, 6 de outubro de 2008
Conteúdo - Como apareceu a vida na Terra
1º - A energia solar proporciona luz e calor ao planeta. A radiação ultravioleta atingia a superfície da Terra queimando-a.
2º - Como consequência da intensa actividade vulcânica (expelindo lava, cinza, azoto, vapor de água, hidrogénio e dióxido de carbono), os oceanos de magma banham a superfície terrestre formando-se a atmosfera primitiva (Constituída por CO2 (Dióxido de Carbono), CH4 (Metano), N2(Azoto), NH3 (Amoníaco) e H2O (Vapor de Água) que resulta essencialmente do aprisionamento de gases provenientes da actividade vulcânica.
3º – A existência de chuvas contínuas sobre o planeta já arrefecido permite a formação dos oceanos primitivos. Posteriormente forma-se matéria orgânica nos oceanos (Porque estavam protegidos das radiações ultravioleta do Sol).
4º – Aparecem as primeiras formas de vida (bactérias e algas) nos oceanos que começam a realizar a fotossíntese. Liberta-se oxigénio para a atmosfera que resultou maioritariamente da actividade fotossintética. A explosão de vida foi ocorrendo nos oceanos.
5º – O Oxigénio libertado para a atmosfera primitiva é bombardeado pelas radiações ultravioleta do Sol, separando o oxigénio molecular (O2) em oxigénio atómico (O), formando Ozono(O3)
6º- Forma-se a camada de ozono.
7º- A atmosfera passa a ter uma composição idêntica à actual com CO2 (Dióxido de Carbono), N2(Azoto), H2O (Vapor de Água), O2 (Oxigénio) e O3 (Ozono). As primeiras formas de Vida que invadiram os continentes terão sido vegetais primitivos.
8º – A actividade vulcânica diminui consideravelmente. Os seres vivos ocupam mares e continentes, devido à presença da camada de ozono que os protege dos raios ultravioleta do Sol.
Conteúdo - O que faz da Terra um planeta com vida?
- A distância da Terra em relação ao Sol (150 milhões km) é a distância ideal para permitir que a energia solar proporcione luz e calor ao planeta, necessários à vida
- A existência de um planeta com crosta sólida que resultou essencialmente da erupção de vulcões que expeliram para a superfície matéria do seu exterior.
- A existência de água nos seus três estados: sólido, líquido e gasoso
- A existência de atmosfera rica em oxigénio a partir da qual se formou a camada de ozono, que protege a Terra dos nocivos raios ultravioleta.
- O aparecimento dos seres vivos também condicionou a evolução da Terra como planeta – as primeiras bactérias e algas fotossintéticas enriqueceram a atmosfera de oxigénio.
quinta-feira, 25 de setembro de 2008
II Congresso Internacional - "(RE)PENSAR A ESCOLA NUMA PERSPECTIVA INCLUSIVA " - 18 de Outubro de 2008
Auditório Bissaya Barreto . Campus do Conhecimento e da Cidadania . Coimbra
Secretariado: Filomena Meireles . filomenameireles@fbb.pt
Tel.: 239 800 430 - Fax 239 800 442
Secretariado: Filomena Meireles . filomenameireles@fbb.pt
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sexta-feira, 19 de setembro de 2008
Mais de 100 mil alunos sem apoio
A denúncia partiu do Coordenador da Área de Educação Especial da Universidade do Minho, Miranda Correia, que chegou a este número baseando-se no facto de não haver estudos efectivos do número de crianças com necessidades especiais e de o Ministério da Educação apresentar uma estimativa “muito abaixo de qualquer estudo internacional”.
Para Miranda Correia, a percentagem de alunos com necessidades especiais de ensino situa-se entre os oito e os 12 por cento, muito acima dos “1,8 por cento” admitidos pela tutela.
Esta diferença de números acaba por representar o número de alunos que não recebem apoios do Estado. “Entre 100 a 150 mil alunos com necessidades educativas especiais estão sem apoio, sendo que metade diz respeito a dificuldades de aprendizagem específica, como a dislexia”, afirmou Miranda Correia.
Além da falta de cobertura de apoios a todos os alunos com necessidades especiais, organizações que trabalham com estas crianças criticam ainda o Ministério tutelado por Maria de Lurdes Rodrigues, por considerarem o financiamento insuficiente, o que poderá pôr em causa o apoio prestado.
Mário Cruz
sábado, 13 de setembro de 2008
Pais de alunos surdos reclamam apoio
Os pais das crianças que frequentavam a Unidade de Apoio à Educação de Alunos Surdos de Santarém (UAEAS) lamentam a forma como este serviço foi encerrado e reclamam a manutenção da linguagem gestual na formação dos seus filhos. Sílvia Fonseca, representante dos pais dos alunos da UAEAS, que funcionava há quatro anos na escola básica de primeiro ciclo de S. Domingos, disse à agência Lusa que foi com surpresa que soube, em Julho, que as sete crianças que frequentavam a unidade teriam de passar para a escola de referência de Riachos (Torres Novas), o que obrigaria algumas das crianças a deslocações de 160 quilómetros por dia.
Informados, na sequência de uma pergunta da deputada Luísa Mesquita à ministra da Educação, de que não era obrigatória a frequência das escolas de referência, os pais decidiram manter os filhos na escola de S. Domingos, mas Sílvia Fonseca não se conforma com o "apoio mínimo" de que vão dispor.
A escola tem duas salas equipadas para o trabalho com as crianças surdas e, nos últimos quatro anos, contou com o apoio especializado de duas professoras de educação especial, uma formadora de língua gestual e uma terapeuta da fala.
A partir de segunda-feira, as cinco crianças que ainda frequentam o primeiro ciclo (duas transitaram para o segundo ciclo) vão ficar distribuídas em diferentes turmas e contarão com uma professora de apoio que correrá as várias salas.
A terapia da fala será assegurada ao abrigo de um protocolo celebrado entre o Agrupamento de Escolas Alexandre Herculano e a Associação de Pais e Amigos dos Cidadãos com Deficiência Mental (APPACDM).
Para Sílvia Fonseca, a continuação da formação em linguagem gestual é fundamental para as crianças e os pais não se conformam com a interrupção abrupta do seu ensino.
A vereadora da Câmara Municipal de Santarém com o pelouro da Educação, Lígia Batalha, disse à agência Lusa que a autarquia tem a garantia do Governo de que será colocada uma técnica em linguagem gestual na escola.
"Pode não ser no primeiro dia, mas as crianças irão certamente contar com esse apoio especializado", assegurou.
Lígia Batalha afirmou que a autarquia acompanhou o processo e que, caso não venha a resposta esperada do Ministério da Educação, tem propostas alternativas no sentido de salvaguardar o "superior interesse das crianças".
Maria João Igreja, presidente do conselho executivo do Agrupamento de Escolas Alexandre Herculano, disse à Lusa que gostaria de poder oferecer as melhores condições aos alunos do ensino especial que frequentam as suas escolas, assegurando que todos os apoios que forem dados "serão rentabilizados ao máximo", para que nada afecte o normal desenvolvimento destas crianças.
Sílvia Fonseca lamenta que tenha sido invocada, como justificação para o não funcionamento de uma escola de referência em Santarém, a resposta dada pelos pais a um questionário que lhes foi enviado num dia à noite para entregar na manhã seguinte em que lhes era perguntado qual a primeira língua que pretendiam para os filhos, língua portuguesa ou língua gestual.
"Ninguém nos deu nenhuma informação sobre as implicações dessa opção, mas mesmo assim anexámos uma carta em que, apesar de indicarmos a língua portuguesa como primeira língua, sublinhávamos a importância da continuação da formação em linguagem gestual", disse.
"Foi uma rasteira que nos pregaram", considerou.
Contudo, disse, os pais mantêm a esperança de que não se perca o trabalho realizado nos últimos anos, que considerou fundamental para o sucesso escolar que estas crianças têm demonstrado. Mirante
Informados, na sequência de uma pergunta da deputada Luísa Mesquita à ministra da Educação, de que não era obrigatória a frequência das escolas de referência, os pais decidiram manter os filhos na escola de S. Domingos, mas Sílvia Fonseca não se conforma com o "apoio mínimo" de que vão dispor.
A escola tem duas salas equipadas para o trabalho com as crianças surdas e, nos últimos quatro anos, contou com o apoio especializado de duas professoras de educação especial, uma formadora de língua gestual e uma terapeuta da fala.
A partir de segunda-feira, as cinco crianças que ainda frequentam o primeiro ciclo (duas transitaram para o segundo ciclo) vão ficar distribuídas em diferentes turmas e contarão com uma professora de apoio que correrá as várias salas.
A terapia da fala será assegurada ao abrigo de um protocolo celebrado entre o Agrupamento de Escolas Alexandre Herculano e a Associação de Pais e Amigos dos Cidadãos com Deficiência Mental (APPACDM).
Para Sílvia Fonseca, a continuação da formação em linguagem gestual é fundamental para as crianças e os pais não se conformam com a interrupção abrupta do seu ensino.
A vereadora da Câmara Municipal de Santarém com o pelouro da Educação, Lígia Batalha, disse à agência Lusa que a autarquia tem a garantia do Governo de que será colocada uma técnica em linguagem gestual na escola.
"Pode não ser no primeiro dia, mas as crianças irão certamente contar com esse apoio especializado", assegurou.
Lígia Batalha afirmou que a autarquia acompanhou o processo e que, caso não venha a resposta esperada do Ministério da Educação, tem propostas alternativas no sentido de salvaguardar o "superior interesse das crianças".
Maria João Igreja, presidente do conselho executivo do Agrupamento de Escolas Alexandre Herculano, disse à Lusa que gostaria de poder oferecer as melhores condições aos alunos do ensino especial que frequentam as suas escolas, assegurando que todos os apoios que forem dados "serão rentabilizados ao máximo", para que nada afecte o normal desenvolvimento destas crianças.
Sílvia Fonseca lamenta que tenha sido invocada, como justificação para o não funcionamento de uma escola de referência em Santarém, a resposta dada pelos pais a um questionário que lhes foi enviado num dia à noite para entregar na manhã seguinte em que lhes era perguntado qual a primeira língua que pretendiam para os filhos, língua portuguesa ou língua gestual.
"Ninguém nos deu nenhuma informação sobre as implicações dessa opção, mas mesmo assim anexámos uma carta em que, apesar de indicarmos a língua portuguesa como primeira língua, sublinhávamos a importância da continuação da formação em linguagem gestual", disse.
"Foi uma rasteira que nos pregaram", considerou.
Contudo, disse, os pais mantêm a esperança de que não se perca o trabalho realizado nos últimos anos, que considerou fundamental para o sucesso escolar que estas crianças têm demonstrado. Mirante
sexta-feira, 12 de setembro de 2008
Professores de Educação Especial contestam listas de colocação
Dezenas de professores de Educação Especial, no desemprego, vão tentar impugnar as listas de colocação. Os docentes queixam-se de discriminação. Os sindicatos acusam o ministério de incompetência.
Há centenas de professores de Educação Especial à beira de um ataque de nervos: não só ficaram excluídos das listas de colocação como agora receiam que docentes sem qualquer especialização ou experiência na área façam a formação de 50 horas, anteontem anunciada pela ministra da Educação, e possam ficar à sua frente em futuras colocações.
Os sindicatos prometem "estar atentos" a esta situação. Dezenas de professores, de todo o país, vão reunir-se amanhã, à tarde, no Café Velasquez, no Porto, para definirem "uma estratégia concertada". Para já, o objectivo é impugnar as listas de colocação.
Há centenas de professores de Educação Especial à beira de um ataque de nervos: não só ficaram excluídos das listas de colocação como agora receiam que docentes sem qualquer especialização ou experiência na área façam a formação de 50 horas, anteontem anunciada pela ministra da Educação, e possam ficar à sua frente em futuras colocações.
Os sindicatos prometem "estar atentos" a esta situação. Dezenas de professores, de todo o país, vão reunir-se amanhã, à tarde, no Café Velasquez, no Porto, para definirem "uma estratégia concertada". Para já, o objectivo é impugnar as listas de colocação.
Sofia Barcelos, Sónia Pinheiro, Carla Caetano e Ana Cristina Silva ficaram excluídas das listas de colocação. Por esse motivo não poderão, no próximo ano, candidatar-se ao concurso de quadros. Neste momento recebem 315 euros de subsídio de desemprego e esperam por uma oferta de escola para poderem voltar a dar aulas.
As quatro foram excluídas porque quando se inscreveram na pós-graduação não tinham cinco anos de serviço efectivo. A lei assim o exige mas esse requisito legal, alegam, não é aplicado a todos os candidatos: à semelhança do ano passado, este ano, mais de quarenta docentes com zero dias de serviço ficaram colocados. As exclusões funcionam por denúncia e a Direcção-Geral de Recursos Humanos da Educação (DGRHE), reclamam, não justifica porque exclui uns e aceita a candidatura de outros.
"A lei não está a ser igual para todos", queixou-se Sónia Pinheiro. O secretário-geral da FNE argumentou que por vezes a exclusão passa "pelo tipo de declaração passada pela instituição de ensino superior" onde os professores se especializaram - quando é generalista é validada pela DGHRE.
"É um motivo discricionário reprovável", classifica João Dias da Silva. Enquanto Mário Nogueira, da Fenprof, atribui à "incompetência" do ministério esses erros administrativos. "Não posso acreditar que o ME tenha uma política de favorecimento".
Há três anos, Sónia Pinheiro acabou por ficar colocada pelo ME, "sem qualquer explicação", depois de ter sido excluída das listas. Há dois anos, Carla Caetano viajou do Porto para Lisboa - ficou colocada numa escola com horário completo; no último ano lectivo a escola renovou-lhe o contrato. O mesmo aconteceu com Ana Cristina Silva desde 2006. Todas se questionam por que os mesmos documentos são aceites num ano e depois recusados.
"Não andámos a estudar para nada", desabafa, revoltada, Sofia Barcelos. As quatro professoras manifestam-se discriminadas e ultrajadas e garantiram que este ano não desistirão da batalha legal.
ALEXANDRA INÁCIO
quinta-feira, 11 de setembro de 2008
Curso de Formação em Educação Especial
Curso de Formação em Educação Especial - INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA COM ALUNOS COM MULTIDEFICIÊNCIA E INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA COM ALUNOS COM PERTURBAÇÕES DO ESPECTRO DO AUTISMO
Curso de Formação: 50 horas
Destinatários: professores e educadores a exercer funções de docência ou de direcção de escola, psicólogos, terapeutas e outros técnicos que desenvolvam a sua actividade no âmbito da educação especial em estabelecimentos públicos ou privados
Locais: Norte; Centro, Lisboa e Vale do Tejo, Alentejo, Algarve
Calendário e Horário: a publicar
Curso de Formação em Educação Especial - INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA COM ALUNOS SURDOS
Curso de Formação: 50 horas
Destinatários: professores e educadores a exercer funções de docência ou de direcção de escola, psicólogos, terapeutas e outros técnicos que desenvolvam a sua actividade no âmbito da educação especial em estabelecimentos públicos ou privados
Locais: Norte; Centro, Lisboa e Vale do Tejo
Calendário e Horário: a publicar
Curso de Formação em Educação Especial - INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA COM ALUNOS CEGOS E COM BAIXA VISÃO
Curso de Formação: 50 horas
Destinatários: professores e educadores a exercer funções de docência ou de direcção de escola, psicólogos, terapeutas e outros técnicos que desenvolvam a sua actividade no âmbito da educação especial em estabelecimentos públicos ou privados
Locais: Lisboa e Vale do Tejo
Calendário e Horário: a publicar
Inscrições:
O formulário de pré-inscrição encontra-se disponível para preenchimento online em http://area.dgidc.min-edu.pt/formacao, devendo ser enviado até ao dia 19 de Setembro. Os resultados das candidaturas serão publicados no site da DGIDC, no dia 25 de Setembro.
Selecção dos candidatos
A selecção dos candidatos será feita por ordem de chegada das inscrições, atendendo às prioridades abaixo indicadas.
1º prioridade: docentes sem formação especializada a exercerem funções na educação especial, em unidades especializadas ou escolas de referência;
2ª prioridade: docentes sem formação especializada, a exercerem funções na educação especial em estabelecimentos públicos ou privados;
3ª prioridade: docentes titulares de turma ou de disciplina ou com funções de direcção de escola, a exercerem funções em estabelecimentos públicos ou privados;
4ª prioridade: psicólogos, terapeutas e outros técnicos que desenvolvem a sua actividade no âmbito da educação especial, em estabelecimentos públicos ou privados;
5ª prioridade: docentes com formação especializada a exercerem funções na educação especial, em unidades especializadas ou escolas de referência;
6ª prioridade: docentes com formação especializada, a exercerem funções na educação especial em estabelecimentos públicos ou privados.
Não serão admitidos os candidatos que já frequentaram este curso de formação.
Contactos: e-mail - dseease@dgidc.min-edu.pt; tel. 21 393 45 32.
Curso de Formação: 50 horas
Destinatários: professores e educadores a exercer funções de docência ou de direcção de escola, psicólogos, terapeutas e outros técnicos que desenvolvam a sua actividade no âmbito da educação especial em estabelecimentos públicos ou privados
Locais: Norte; Centro, Lisboa e Vale do Tejo, Alentejo, Algarve
Calendário e Horário: a publicar
Curso de Formação em Educação Especial - INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA COM ALUNOS SURDOS
Curso de Formação: 50 horas
Destinatários: professores e educadores a exercer funções de docência ou de direcção de escola, psicólogos, terapeutas e outros técnicos que desenvolvam a sua actividade no âmbito da educação especial em estabelecimentos públicos ou privados
Locais: Norte; Centro, Lisboa e Vale do Tejo
Calendário e Horário: a publicar
Curso de Formação em Educação Especial - INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA COM ALUNOS CEGOS E COM BAIXA VISÃO
Curso de Formação: 50 horas
Destinatários: professores e educadores a exercer funções de docência ou de direcção de escola, psicólogos, terapeutas e outros técnicos que desenvolvam a sua actividade no âmbito da educação especial em estabelecimentos públicos ou privados
Locais: Lisboa e Vale do Tejo
Calendário e Horário: a publicar
Inscrições:
O formulário de pré-inscrição encontra-se disponível para preenchimento online em http://area.dgidc.min-edu.pt/formacao, devendo ser enviado até ao dia 19 de Setembro. Os resultados das candidaturas serão publicados no site da DGIDC, no dia 25 de Setembro.
Selecção dos candidatos
A selecção dos candidatos será feita por ordem de chegada das inscrições, atendendo às prioridades abaixo indicadas.
1º prioridade: docentes sem formação especializada a exercerem funções na educação especial, em unidades especializadas ou escolas de referência;
2ª prioridade: docentes sem formação especializada, a exercerem funções na educação especial em estabelecimentos públicos ou privados;
3ª prioridade: docentes titulares de turma ou de disciplina ou com funções de direcção de escola, a exercerem funções em estabelecimentos públicos ou privados;
4ª prioridade: psicólogos, terapeutas e outros técnicos que desenvolvem a sua actividade no âmbito da educação especial, em estabelecimentos públicos ou privados;
5ª prioridade: docentes com formação especializada a exercerem funções na educação especial, em unidades especializadas ou escolas de referência;
6ª prioridade: docentes com formação especializada, a exercerem funções na educação especial em estabelecimentos públicos ou privados.
Não serão admitidos os candidatos que já frequentaram este curso de formação.
Contactos: e-mail - dseease@dgidc.min-edu.pt; tel. 21 393 45 32.
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