quinta-feira, 17 de dezembro de 2015

Manual - Água para consumo Humano - Controlo microbiológico dos alimentos

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Powerpoint - O enfermeiro e a morte




Notícia - Via Láctea em rota de colisão

A Via Láctea é maior, mais rápida, mais pesada e corre maior risco de colisão com galáxias vizinhas do que se imaginava. Segundo um novo estudo, feito por um grupo internacional de cientistas, a velocidade de rotação da galáxia é aproximadamente 165 mil quilómetros por hora superior à estimada em medições anteriores.


A diferença de velocidade é suficiente para fazer com que a massa da Via Láctea seja 50% maior, aproximando-a ainda mais da vizinha galáxia de Andrómeda, que se encontra a uma distância de 2,5 milhões de anos-luz, segundo a pesquisa apresentada no último encontro da Sociedade Astronómica dos Estados Unidos, em Long Beach, na Califórnia, que se realizou recentemente.

O Sistema Solar está a cerca de 28 mil anos-luz do centro da Via Láctea. Segundo as novas observações, o sistema desloca-se a cerca de 990 mil km/h na órbita galáctica, mais do que a velocidade estimada até então, de 825 mil km/h. Os cientistas estão a utilizar o VLBA, Very Long Baseline Array, sistema de dez radiotelescópios espalhados pela América do Norte que, juntos, permitem um grau de resolução sem precedentes na Astronomia, capaz de produzir imagens extremamente detalhadas, para refazer o mapa da Via Láctea.

Os resultados indicam que a Via Láctea é cerca de 15% mais larga e terá mais 50% de massa do que se pensava, o que a equipara a Andrómeda, considerada até hoje a maior galáxia do nosso grupo local de galáxias. A massa maior aumenta a força da gravidade da Via Láctea, sugerindo que colisões com a Andrómeda e outras galáxias vizinhas possam acontecer muito antes do que se calculava, ainda assim, dentro de milhares de milhões de anos.

O facto de as observações científicas terem sido feitas do interior da galáxia dificulta as medições e o estudo da sua estrutura, algo mais simples para as restantes, das quais se pode obter uma imagem geral.

Até agora, o valor das magnitudes da Via Láctea era calculado por medições indirectas. No entanto, os radiotelescópios VLBA registam imagens de alta qualidade e medidas directas de distâncias e movimentos que não dependem de outras propriedades, como o brilho.

A Via Láctea, a Andrómeda e cerca de 40 outras galáxias mais pequenas constituem a nossa vizinhança galáctica, com o nome de Grupo Local, com dez milhões de anos-luz de diâmetro.


Por este Grupo Local de galáxias estar unido pela gravidade, há quebra de uma regra geral: as galáxias por todo esse Universo estão a afastar-se umas das outras.


Recentemente, foram descobertas novas evidências de que Andrómeda não é tão grande por acaso. O seu tamanho teria sido conquistado à custa da massa de galáxias vizinhas.


Uma colisão fundirá ambas numa imensa galáxia elíptica. De qualquer forma, isso levará não menos do que três mil milhões de anos – podendo coincidir com a morte do Sol.


Através de simulações de computador, os cientistas descobriram que há uma possibilidade entre 37 de acabarmos por viver na outra galáxia – a majestosa Andrómeda.


Finalmente, quando as estrelas acharem o seu lugar na nova casa, após um processo dinâmico, qualquer alusão do que foram a Via Láctea ou a Andrómeda terá desaparecido.


A Via Láctea e Andrómeda (em cima) aproximam-se a cerca de 480 000 km/h, mas ainda não se sabe com certeza se haverá uma colisão frontal ou apenas uma interacção (ao lado). Uma colisão fundirá ambas numa imensa galáxia elíptica.


Mário Gil

terça-feira, 15 de dezembro de 2015

Powerpoint - Política Nacional de Turismo


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Manual - Sistemas de gestão de segurança alimentar


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Powerpoint - Diabetes




Notícia - Colisão no espaço: satélite norte-americano e satélite russo em primeiro acidente do género

Um satélite de comunicações norte-americano e um satélite “morto” russo colidiram no espaço – o primeiro acidente do género –, a quase 800 quilómetros de distância da Terra, algures sobre a Sibéria, revelou hoje a NASA. O acidente, que ocorreu na terça-feira, não inspira receios de ameaça à Estação Espacial Internacional (ISS).

Os dois engenhos, o norte-americano propriedade da empresa privada Iridium Satellite LLC e o russo, também de comunicações, já fora de operacionalidade há mais de dez anos, embateram a uma velocidade de 670 quilómetros por minuto. O Pentágono e a NASA crêem que serão necessárias “várias semanas” para determinar a total magnitude da colisão e dos seus efeitos.

“Cremos que esta foi a primeira vez que dois satélites colidiram em órbita”, sublinhou em conferência de imprensa o coronel Les Kodlick, porta-voz do Comando Estratégico dos Estados Unidos. A mesma fonte notou que a nuvem de detritos resultante do choque pode criar problemas potenciais para as operações no espaço, mas que não ameaça a integridade da ISS.

domingo, 13 de dezembro de 2015

Powerpoint - Produto e Destino Turístico

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Higiene e Segurança no Trabalho - Powerpoint sobre Armazenagem


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Powerpoint - Doenças Transmitidas pelos Alimentos


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Manual - Diabetes


Notícia - Descoberto o mais pequeno exoplaneta de que há registo

Cientistas da Agência Espacial Francesa descobriram o mais pequeno exoplaneta (planeta fora do sistema solar) de que até agora existe registo. O exoplaneta mede menos do dobro da terra e está na órbita de uma estrela semelhante ao sol.

De acordo com os cientistas franceses, o corpo celeste que agora foi descoberto pode ser rochoso como a terra, porém as suas temperaturas são tão altas que possivelmente está coberto por lava ou por vapor de água.

“Esta descoberta é um passo muito importante no caminho de perceber a formação e evolução do nosso planeta”, referiu Malcolm Fridlund, da Agência Espacial Europeia, que também participa na missão.

“Pela primeira vez, detectámos inequivocamente um planeta que é ‘rochoso’, no mesmo sentido, que a Terra”, assegurou Fridlund.

Cerca de 330 exoplanetas foram já encontrados na órbita de outras estrelas, que não o Sol, muitos dos quais são gigantes de gás com características idênticas a Júpiter ou Neptuno.

A nova descoberta, chamada de COROT-Exo-7b, é diferente. Orbita muito próximo da sua estrela em cada 20 horas, com temperaturas máximas que vão dos 1000 aos 1500 graus Célsius.

Os astrónomos, usando um telescópio orbital, acharam o planeta, quando este passou em frente ao seu sol, diminuindo a luz.

A maior parte dos exoplanetas tem sido descoberta com o recurso a medidas indirectas, na sua maioria olhando aos efeitos que têm nos campos gravitacionais dos seus sóis.


Reuters