quinta-feira, 27 de outubro de 2016

Powerpoint - Turismo Religioso


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Conteúdo - Determinação do teor em nitratos de uma água




EFA - STC - NG7 - DR1 - Ficha de Trabalho nº9 - Exclusão Social - Sociedade, Tecnologia e Ciência


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Panfleto - Suporte Básico de Vida


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3ºAno - Estudo do Meio - Ficha de Trabalho - Experiências de mecânica


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Powerpoint sobre Acompanhamento Ambiental de Obras


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Resumo - Pintura Renascentista


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Trabalho - Aplicação de Matrizes na Projecção de Peças de Automóvei


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Higiene e Segurança no Trabalho - Powerpoint sobre Riscos Elétricos


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Manual - Redes – Infra-estrutura


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Manual - Programa de Formação sobre Higiene e Segurança Alimentar para Restaurantes e Estabelecimentos Similares


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quarta-feira, 26 de outubro de 2016

Conteúdo - Objectividade / subjectividade dos valores


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Vídeo - Aprendendo as Vogais com a Dora Aventureira

Conteúdo - Dicas para professores e pais de crianças com déficit intelectual


Como exemplo e sabendo que há inúmeras possibilidades e caminhos e a serem seguidos, aqui vão algumas sugestões (adaptadas de Espinosa de Gutiérrez) de soluções a problemas frequentemente encontrados. Apesar de se referirem a estudantes com deficiência intelectual em geral, também se aplicam a alunos com síndrome de Down.

– A aprendizagem dá-se num ritmo mais lento.
Devemos oferecer-lhe um maior número de experiências variadas para que aprenda o que o ensinamos.

– Fica cansado rapidamente, a sua atenção não se mantém por um tempo prolongado.
Inicialmente, devemos trabalhar durante curtos períodos de tempo, aumentando-os pouco a pouco.

– Às vezes não se interessa pela atividade, ou interessa-se por pouco tempo.
Devemos motivá-lo com alegria e com objetos chamativos e variados, para que se interesse pela atividade.

– Muitas vezes não consegue realizar a atividade sozinho.
Devemos ajudá-lo e guiá-lo apenas o necessário para que realize a atividade, até que consiga fazê-lo sozinho.

– A curiosidade para conhecer e explorar o que está à sua volta é limitada.
Devemos despertar nele o interesse pelos objetos e pessoas que o rodeiam, aproximando.nos e mostrando as coisas agradáveis e chamativas.

– É difícil para ele lembrar-se do que já fez e do que aprendeu.
Devemos repetir muitas vezes as tarefas já realizadas, para que se lembrem de como fazê-las e para que servem

– Não se organiza para aprender sobre os acontecimentos da vida diária.
Devemos ajudá-lo sempre a aproveitar todos os factos que ocorrem ao seu redor, bem como lembrá-lo de sua utilidade, relacionando os conceitos com o que foi aprendido na sala de aula.

– É mais lento ao responder.
Devemos sempre esperar com paciência e ajudá-lo, estimulando-o ao mesmo tempo para que responda cada vez mais rapidamente.

– Não costuma inventar ou procurar situações novas.
Devemos conduzi-lo a explorar situações novas, a ter iniciativas.

– Tem dificuldades em solucionar problemas novos, mesmo que sejam semelhantes a outros problemas vividos no passado.
Devemos trabalhar permanentemente, dando-lhe oportunidades de resolver situações da vida diária, sem anteciparmos nem responder no seu lugar.

– Consegue aprender melhor quando foi bem sucedido em situações anteriores.
Devemos saber em que ordem devemos ensiná-lo, oferecendo muitas oportunidades de sucesso. Apresente situações que são possíveis para o aluno e aumente progressivamente o grau de dificuldade.

– Quando conhece imediatamente o resultado positivo da sua atividade, interessa-se mais em seguir colaborando.
Devemos dizer-lhe sempre o quanto se esforçou, o quanto já alcançou, animando-o pelo sucesso já alcançado. Assim é possível que ele se interesse mais pela atividade e aguente trabalhar por mais tempo.

– Quando participa ativamente da tarefa, aprende melhor e esquece-se menos.
Devemos planear atividades em que ele intervenha ou atue no papel principal.

– Quando se pede que ele realize muitas tarefas em pouco tempo, confunde-se e rejeita a situação.
Devemos selecionar as tarefas e dividi-las pelo tempo, de forma que não se confunda nem se canse.

Cada etapa tem as suas características próprias, mas é preciso prestar atenção especial a alguns aspectos, desde o começo da ação educativa no programa de estimulação precoce e ao longo de todo o processo educativo:

– A programação por objetivos;
– O desenvolvimento das capacidades, tendo em conta que se trata de um processo evolutivo;
– O desenvolvimento da atenção;
– O desenvolvimento da percepção e discriminação;
– O desenvolvimento das habilidades manuais;
– A comunicação e linguagem;
– O desenvolvimento da leitura, escrita e cálculo;
– A educação para autonomia;
– O desenvolvimento de valores.

Vamos contribuir, deste modo, para formar um adulto que seja maduro, responsável e feliz, que seja:

– capaz de se sentir bem consigo mesmo;
– disposto a sentir-se bem com os outros e a que os outros se sintam bem com ele;
– capaz de enfrentar os desafios e as dificuldades que vierem;
– pronto a resolver e tomar decisões por conta própria, contando com ajuda somente quando for necessário;
– capaz de assumir sua própria responsabilidade.

Fonte: Fundação Iberoamericana Down 21

terça-feira, 25 de outubro de 2016

Powerpoint - Ano Internacional da Água Doce


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Notícia - Nova técnica permite explodir células cancerígenas

Recorrendo a lasers e nanopartículas, cientistas da Universidade de Rice, nos estados Unidos, descobriram uma nova técnica para separar células doentes de um indivíduo, destruindo-as com pequenas explosões.

Nos testes em células cancerígenas, os investigadores descobriram que podiam sintonizar os lasers para criar “nano-bolhas” com capacidade para estourar as células.

“A segmentação de células singulares é uma das inovações mais elogiada na nanomedicina e, a nossa abordagem é nesse sentido, permitindo realizar um efeito no interior de uma única célula”, afirmou Dmitri Lapotko, físico responsável pela investigação publicada agora na revista ‘Nanotechnology’. “O nosso objectivo é detectar e tratar as células doentes cedo, antes que a doença se propague pelo organismo”, acrescentou Lapotko.

As bolhas são criadas quando nanopartículas de ouro, inseridas no interior das células cancerígenas, são atingidas por impulsos de laser de curta duração. As bolhas, visíveis ao microscópio, servem depois como meio de controlo para as explosões que visam a destruições das células.

Durante os ensaios de laboratório, a equipa de Lapotko descobriu que podiam utilizar as explosões para rebentar depósitos existentes nas artérias sanguíneas.

“Este trabalho com as bolhas funciona como um martelo eléctrico", destacou o Lapotko.

Lapotko e o seu colega Jason Hafner, professor adjunto de física e química, testaram a abordagem em células de leucemia e células cancerígenas da cabeça e pescoço. Foram ainda anexados anticorpos às nanopartículas de modo a definirem como alvo apenas as células cancerígenas.
Os investigadores acreditam que esta técnica pode utilizada como um processo que combina o diagnóstico e terapia. Além disso, como as células passam a ser visíveis ao microscópio devido às bolhas, a técnica pode ainda ser utilizada para avaliação pós-terapêutica.

“As propriedades mecânicas e ópticas das bolhas oferecem vantagens exclusivas nas aplicações biomédicas a nível de células individuais, ou até mesmo nos trabalhos dentro das células”, concluiu Hafner.

Powerpoint - Turismo - Tipos de Contratos


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Conteúdo - Reacção reversível de oxidação-redução




Conteúdo - Reacções de precipitação



EFA - STC - Guia de Trabalho - O Elemento - Sociedade, Tecnologia e Ciência


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