sábado, 7 de outubro de 2017

Biografia - Carlos Paião

Carlos Manuel de Marques Paião nasceu em Coimbra no dia 1 de Novembro de 1957.

Em 1978 concorre ao Festival da Canção de Ílhavo onde obtém dois prémios, entre os quais o de melhor intérprete. Outro dos seus temas a concurso fica em 4º lugar.

É rejeitado por duas vezes na Valentim de Carvalho. Na última das vezes a sua mãe tinha pedido a Manuel Paião, primo direito do seu pai e conhecido compositor, que averiguasse se ele tinha talento ou se deveria concluir o curso de medicina que frequentava. Manuel Paião contactou Mário Martins mas o seu assessor disse que apenas tinha algum talento como letrista mas que não valia a pena. Como a resposta não era inteiramente conclusiva, Mário Martins decidiu ouvir as canções tendo ficado agradavelmente surpreendido com o que ouviu.

Carlos Paião participou numa das meias-finais do Festival da Canção de 1980 com "Amigos, Eu Voltei" mas não consegue chegar à final.

Mário Martins leva a Amália Rodrigues uma cassete com canções de Carlos Paião. Amália gostou tanto que quis logo gravar alguns das canções. Escreve "Canção do Beijinho" para Herman José que se torna um dos grandes sucessos desse ano chegando a disco de Ouro.

Em 1981 concorre com três canções ao Festival RTP da Canção mas só "Play-Back" é que é apurada. Grava um single com os outros dois temas ("Souvenir de Portugal" e "Eu Não Sou Poeta") que é editado um mês antes do Festival. A canção "Play-Back" acaba por vencer o Festival da Canção mas fica em penúltimo lugar no Festival da Eurovisão.

Em Novembro de 1981 é editado um novo single com os temas "Pó de Arroz" e "Gá-gago".

Carlos PaiãoEm 1982 escreve "Trocas e Baldrocas" para Cândida Branca Flôr que fica em segundo lugar no Festival RTP da Canção desse ano.

O máxi-single "O Senhor Extra-Terrestre", de Amália Rodrigues, com dois originais de Carlos Paião é editado em Fevereiro de 1982.

Carlos Paião lança com bastante sucesso um single com os temas "Marcha do Pião-das-Nicas" e "Telefonia (Nas Ondas do Ar)". Ainda nesse ano é editado o seu álbum de estreia, "Algarismos", com canções como "Zero a Zero" , "Canção dos Cinco Dedos" e "Meia Dúzia".

Em dueto com Cândida Branca Flôr concorre ao Festival RTP da Canção de 1983 com o tema  "Vinho do Porto (Vinho de Portugal)". O tema fica em 4º lugar.

Acaba o curso de Medicina em Novembro de 1983. Participa no programa "O Foguete" da RTP em conjunto com António Sala e Luís Arriaga.

Em 1984 colabora com Herman José no programa "Hermanias" onde escreve as canções da personagem "Serafim Saudade". Neste ano são lançados os singles "Discoteca" e "Cinderela".

Carlos Paião colabora entretanto com Cândida Branca Flôr na recolha de canções para o disco "As Cantigas da Minha Escola".

No início de 1985 é editada a compilação "O Melhor de Carlos Paião". Em Junho aparece um novo single com o tema "Versos de Amor".

O disco com as músicas e letras de Serafim Saudade é editado em 1985. Carlos Paião canta com o "verdadeiro artista" no tema "Prás Sogras que Encontrei na Vida".

Participa no World Popular Song Festival of Tokio, realizado em 26 e 27 de Outubro de 1985, com o tema "Lá Longe, Senhora".

Em Dezembro é editado o single  "Arco Íris", tema do concurso apresentado por Carlos Ribeiro.

Em 1986 escreve a canção "Bamos Lá Cambada", interpretada por José Estebes, que foi o hino não oficial da selecção portuguesa de futebol, no Mundial do México. Participa também na peça de teatro televisivo "O Carnaval Infernal".

Um novo single, com os temas "Cegonha" e "Lá Longe, Senhora", é editado em Dezembro de 1986.

Carlos Paião morre em 26 de Agosto de 1988 num trágico acidente de automóvel ocorrido na A1.

O disco que estava a preparar, "Intervalo", foi editado em Setembro de 1988, na data prevista inicialmente para o seu lançamento. O tema em maior destaque foi "Quando as Nuvens Chorarem" em dueto com Dina.

José Alberto Reis participou no Festival da Canção de 1989 com "Palavras Cruzadas", uma composição da autoria de Carlos Paião. Com outra das canções deixadas por Carlos Paião, "Sol Maior", representou Portugal num certame realizado em Xangai.

A compilação "O Melhor de Carlos Paião" foi reeditada em 1991 no formato de duplo-álbum

O álbum "Histórias" de António Sala, editado em 1993, inclui o tema "Pecado Capital" de Carlos Paião. Nesse ano é editada também a caixa "Carlos Paião" com os dois álbuns de originais e com um terceiro registo com "Os Singles".

O duplo CD "Letra e Música: 15 anos depois", editado em 2003, inclui 37 temas da autoria de Carlos Paião, entre eles o inédito "Caminhar".

Em 2006 é editada uma compilação com alguns dos temas escritos para outros artistas e algumas versões dos seus temas.

Carlos Paião escreveu para nomes tão diferentes como Herman José, Joel Branco, Cândida Branca Flôr, Amália Rodrigues, Nuno da Câmara Pereira, Peter Peterson, Trio Odemira, Octávio de Matos, Alexandra, Rodrigo, Lenita Gentil, António Mourão, Ana, Carlos Quintas ou Pedro Couceiro.

DISCOGRAFIA
Algarismos (LP, EMI, 1982)
O Melhor de Carlos Paião (Compilação, EMI, 1985)
Intervalo (LP, EMI, 1988)
O Melhor de Carlos Paião (Compilação, EMI, 1991) 2CD
Os Singles (Compilação, EMI, 1993)
Letra e Música: 15 anos depois (Compilação, EMI, 2003)
Perfil (Compilação, Som Livre, 2007)

SINGLES
"Souvenir" de Portugal/Eu Não Sou Poeta (Single, EMI, 1981)
Play Back/Playback (versão inglesa) (Single, EMI, 1981)
Pó de Arroz/Gá-gago (Single, EMI, 1981)
Marcha do 'Pião-das-Nicas'/Telefonia (Nas Ondas do Ar) (Single, EMI, 1982)
Meia Dúzia/Zero a Zero (Single, EMI, 1982)/
Vinho do Porto (Vinho de Portugal)/Instrumental (Single, EMI, 1983) (com Cândida Branca-Flôr)
O Foguete/Instrumental (Single, 1983) (com António Sala e Luís Arriaga)
Discoteca/Tenho Um Escudo À Minha Frente (Single, EMI, 1984)
Cinderela/A Razão (Single, EMI, 1984)
Versos de Amor/Os Namorados (Single, EMI, 1985)
Arco Íris/Lobo do Mar (Single, EMI, 12/1985)
Cegonha/Lá Longe Senhora  (Single, EMI, 12/1986)
Quando as Nuvens Chorarem/Perfume (Single, EMI, 1988)
Só Porque Somos Latinos (Single, EMI, 1988)
Mar de Rosas (Single, EMI, 1988)

COMPILAÇÕES SE
Pó de Arroz - Colecção Caravela (Compilação, EMI, 1996)
Cinderela - Colecção Caravela (Compilação, EMI, 1997) 
Play-Back - Colecção Caravelas (Compilação, EMI, 2004)
Grandes Êxitos (Compilação, EMI, 2006)

Biografia retirada de Anos80


Conteúdo - Gottfried Wilhelm Leibniz - Princípios


Leibniz admitia uma série de "causas eficientes" a determinar o agir humano dentro da cadeia causal do mundo natural. Essa série de causas eficientes dizem respeito ao corpo e seus atos. Contudo, paralela a essa série de causas eficientes, há uma segunda série, a das causas finais. As causas finais poderiam ser consideradas como uma infinidade de pequenas inclinações e disposições da alma, presentes e passadas, que conduzem o agir presente. Há, como em Nietzsche, uma infinidade imensurável de motivos para explicar um desejo singular. Nesse sentido, todas as escolhas feitas tornam-se determinantes da ação. Cai por terra a noção de arbitrariedade ou de ação isolada do contexto. Parece também cair por terra a noção de ação livre, mas não é o que ocorre. Leibniz acredita na ação livre, se ela for ao mesmo tempo "contingente, espontânea e refletida".

A contingência: a contingência opõe-se à noção de necessidade, não à de determinação. A ação é sempre contingente, porque seu oposto é sempre possível.

A espontaneidade: e ação é espontânea, quando o princípio de determinação está no agente, não no exterior deste. Toda ação é espontânea e tudo o que o indivíduo faz depende, em última instância, dele próprio.

A reflexão: qualquer animal pode agir de forma contingente e espontânea. O que diferencia o animal humano dos demais é a capacidade de reflexão que, quando operada, caracteriza uma ação como livre. Os homens têm a capacidade de pensar a ação e saber por que agem.

As mônadas: a contribuição mais importante de Leibniz para a metafísica é a sua teoria sobre as mônadas, expostas em sua obra Monadologia. As mônadas equivalem para a realidade metafisica, o que os átomos equivalem para os fenômenos físicos. As mônadas são os elementos máximos do universo. As mônadas são "formas substanciais do ser com as seguintes propriedades: elas são eternas, indecompostas, individuais, sujeita às suas próprias leis, sem interação mútua, e cada uma refletindo o próprio universo dentro de uma harmonia preestabelecida (historicamente um exemplo importante de pampsiquismo). Mônadas são centros de forças; substância é força, enquanto o espaço, extensão e movimento são meros fenómenos.

A essência ontológica das mônadas é sua simplicidade irredutível. Assim como os átomos, as mônadas não possuem nenhuma matéria ou caráter espacial. Elas ainda se diferenciam dos átomos por sua completa mútua independência, assim as interações entre as mônadas são só aparentes. Em vez disso por força do principio da harmonia preestabelecida, cada mônada, segue uma instrução pré-programada, peculiar para si, assim uma mônada sabe o que fazer em cada situação. Essas "instruções" podem ser análogas às leis cientificas que governam as partículas subatômicas. Pelo princípio dessas instruções intrínsecas, cada mônada é como um pequeno espelho do universo. Mônadas não são necessariamente "diminutas": o ser humano, por exemplo, é constituído por uma mônada, na qual o tema do livre-arbítrio é problematizado. Deus, também, é uma mônada, e a existência de Deus pode ser inferida através da harmonia que se prevalece diante de todas as mônadas; Deus através de sua razão e vontade se afigura o universo através da harmonia preestabelecida.

As mônadas são referidas e problematizadas por outras correntes filosóficas por:
-Problematização das interações entre a mente e a extensão, como abordado no sistema de Descartes.
-Falta de individualização inerente no sistema de Espinoza, da qual representa as criaturas individuais como meros acidentes.
-A monadologia parece arbitrária, até mesmo excêntrica.

Desenhos para colorir - Primavera


Conteúdo - A tentar perder peso? Erros a evitar - Comer mais fibra e beber menos água


Reger-se por uma dieta rica em fibras é bom, mas, ao mesmo tempo, não aumentar a ingestão de água pode ser prejudicial - um dos efeitos secundários é a constipação. É necessário manter um equilíbrio entre fibra e água.

sexta-feira, 6 de outubro de 2017

UFCD - 0017 - Impressão e acabamentos

0017 - Impressão e acabamentos
(*) Em Vigor
Designação da UFCD:
Impressão e acabamentos
Código:
0017
Carga Horária:
50 horas
Pontos de crédito:
4,50
Objetivos

  • Executar corte e vinco.Executar impressões mono e policromáticas.
  • Executar fototransporte.
  • Executar acabamentos de jornal e revista.
  • Executar brochura e cartonagem.
  • Identificar plastificações.
Recursos Didáticos

Conteúdos

  • Vinco
  • Picote
  • Meio corte
  • Relevo branco
  • Cores primárias
  • Cores secundárias
  • Cores complementares
  • Cores metálicas
  • Vernizes
  • Provas progressivas
  • Ordem de entrada de cores
  • Exposições
  • Revelação
  • Vinco
  • Dobra
  • Costura a arame
  • Corte
  • Costura com linha
  • Alçar/encasar
  • Meter em capa
  • Armar capas
  • Plastificação mate
  • Plastificação brilhante
Referenciais de Formação

213001 - Operador/a de Pré-Impressão
Histórico de Alterações

(*) 2008-05-14   Criação de UFCD.

Alterações climáticas poderão levar à substituição da batata pelas bananas e da soja pelo feijão-frade


O planeta está a aquecer e as batatas só conseguem crescer em climas mais frios. Além disso, são susceptíveis aos humores incertos do clima, que se acentuarão ainda mais com o aquecimento global: a alternância entre cheias e secas. O que irá então acontecer a esta fonte de alimento essencial para milhões de pessoas?

Num relatório do Grupo Consultivo Internacional sobre Investigação Agrícola (CGIAR), esta parceria de organizações envolvidas na investigação na agricultura para o desenvolvimento sustentável defende que o aumento da temperatura poderá reduzir a produção de batatas, um alimento que actualmente constitui a quarta maior colheita do mundo. Mais de metade das plantações de batatas situam-se nos países em vias de desenvolvimento. Deste modo, seriam as populações que já têm poucos recursos alimentares a sofrer mais com esta consequência.

Por sua vez, no estudo refere-se que o clima mais quente poderá aumentar a produção de bananas, porque essas condições reduzem o tempo entre a plantação e a colheita. As bananas poderão até crescer em locais onde há várias gerações têm sido cultivadas batatas, lê-se no relatório. O crescimento do fruto em altitudes mais elevadas é também uma previsão.

Realizado a pedido do Comité de Segurança Alimentar Mundial da Organização das Nações Unidas, este relatório foi elaborado por grupo de especialistas que olhou para os efeitos projectados sobre as alterações climáticas em 22 das mais importantes colheitas agrícolas no mundo.

Mas a mudança na dieta alimentar não fica por aqui. O arroz, o milho e o trigo, as três maiores colheitas do mundo em termos obtenção de calorias, também podem diminuir em muitos países em vias de desenvolvimento. O relatório aponta o trigo como a mais importante fonte de proteínas de origem vegetal e de calorias do mundo. Mas, de acordo com esta investigação, a alimentação enfrentará grandes dificuldades nos países em desenvolvimento. Os preços altos para o milho, algodão e soja empurram o trigo para terras marginais, tornando-o mais vulnerável às pressões resultantes das alterações climáticas. Um substituto poderá ser a mandioca, especialmente no Sul da Ásia, pois é tolerante às pressões introduzidas pelo clima.

Além da mandioca, o feijão-frade também poderá vir a ter uma importância alimentar acrescida, à medida que aumentarem as temperaturas. Conhecido na África subsariana como “a carne dos pobres”, o feijão-frade é tolerante à seca, preferindo até um clima mais quente. Deste modo, pode ser uma alternativa razoável para a soja, que é uma das fontes mais comuns de proteína na nossa dieta, mas é muito sensível às mudanças de temperatura.

Uma coisa é certa, à medida que os efeitos das alterações climáticas se agudizarem, as populações terão de se adaptar a alimentos que antes nem consumiam e refazer a sua dieta. 

Informação retirada daqui:
https://www.publico.pt/ciencia/ecosfera

1ºAno - Matemática - Vamos aprender a somar os números

Conteúdo - Autismo - Sinais de Alerta






quinta-feira, 5 de outubro de 2017

UFCD - 0018 - Digitalização de imagens – pré-impressão

0018 - Digitalização de imagens – pré-impressão
(*) Em Vigor
Designação da UFCD:
Digitalização de imagens – pré-impressão
Código:
0018
Carga Horária:
25 horas
Pontos de crédito:
2,25
Objetivos

  • Identificar tipos de originais.
  • Identificar técnicas de captação.
Recursos Didáticos

Conteúdos

  • Originais transmissivos
  • Originais reflectivos
  • Originais monocromáticos
  • Originais policromáticos
  • Originais de traço
  • Originais tramados
  • Originais de tom contínuo
  • Calibração de scanner
  • Calibração do monitor
  • Análise do original
  • Resolução
  • Enquadramento e proporção
Referenciais de Formação

213001 - Operador/a de Pré-Impressão
Histórico de Alterações

(*) 2008-05-14   Criação de UFCD.

UFCD - 0016 - Paginação e imposições

0016 - Paginação e imposições
(*) Em Vigor
Designação da UFCD:
Paginação e imposições
Código:
0016
Carga Horária:
50 horas
Pontos de crédito:
4,50
Objetivos

  • Executar eletronicamente paginações e imposições.
Recursos Didáticos

Conteúdos

  • Livro, revista, jornal e outros
  • Imposições só frente
  • Imposições em frente e verso
  • Imposições em tira e retira
  • Combinados
  • Saídas e análise de fotolitos
Referenciais de Formação

213001 - Operador/a de Pré-Impressão
Histórico de Alterações

(*) 2008-05-14   Criação de UFCD.

UFCD - 0015 - Ajustamentos na composição das páginas

0015 - Ajustamentos na composição das páginas
(*) Em Vigor
Designação da UFCD:
Ajustamentos na composição das páginas
Código:
0015
Carga Horária:
25 horas
Pontos de crédito:
2,25
Objetivos

  • Identificar técnicas de ajustamento na composição das páginas.
Recursos Didáticos

Conteúdos

  • Páginas eventuais iniciais e finais
  • Capas
  • Revisão gráfica
Referenciais de Formação

213001 - Operador/a de Pré-Impressão
Histórico de Alterações

(*) 2008-05-14   Criação de UFCD.

EFA - STC - Exercício - Blogues - Sociedade, Tecnologia e Ciência

"Por que razão deixar os nossos alunos usar um blogue?" pareceu-me um título fraco para apresentar este vídeo que sintetiza as vantagens da utilização dos blogues enquanto recursos educativos. Creio que qualquer pessoa com o mínimo bom senso poderá concluir que já é tempo de arrumar os antigos dossiers no armário da história.


Para comunicação...
Para literacia...
Para posse...
Para partilha...
Para colaboração...
Para discussão...
Para concessão...
Para interacção...
Para motivação...
Para participação...
Para engajamento...
Para excitação...
Para conversação...
Para a criatividade...
Para reflexão...
Para alargar as paredes da sala de aula...
Dar aos estudantes uma “voz”.
Dar aos estudantes uma audiência...
Dar aos estudantes um ambiente de aprendizagem...
...aberto 24 horas / 7 dias por semana.
Para lhes dar competências úteis para os seus futuros digitais.

Escrever para aprender...
Blogar para aprender.




1. Escreva uma composição sobre a utilidade dos blogues para si.

2. Escreva uma composição sobre as potencialidades dos blogues enquanto (a) recursos educativos e (b) meios de valorização das pessoas.

3. Para que os alunos a utilizem blogues, será indiferente a familiaridade que o docente revela com esta tecnologia? Justifique.

UFCD - 0014 - Técnicas de paginação – consolidação

0014 - Técnicas de paginação – consolidação
(*) Em Vigor
Designação da UFCD:
Técnicas de paginação – consolidação
Código:
0014
Carga Horária:
50 horas
Pontos de crédito:
4,50
Objetivos

  • Aplicar as técnicas de paginação.
Recursos Didáticos

Conteúdos

  • Criação de estilos
  • Criação de H e J
  • Criação de cores
  • Hierarquia de títulos e subtítulos
  • Espaço “antes e depois” dos subtítulos
  • Início de capítulo
  • Títulos correntes
  • Notas e subnotas
Referenciais de Formação

213001 - Operador/a de Pré-Impressão
Histórico de Alterações

(*) 2008-05-14   Criação de UFCD.

Vídeo - Isto é Matemática T04E12 Haverá Animais Às Riscas Com o Rabo Às Pintas?

Biografia - René Descartes

René Descartes ( 1596-1650 ), filósofo e matemático francês. Fundador da geometria analítica e um dos iniciadores da moderna filosofia. Autor do "Discurso do método" e "Meditações metafísicas". Foi educado em escolas jesuíticas, tendo deixado a França, indo viver na Holanda, onde permaneceu por quase toda a sua existência.

Elaborou uma teoria segundo a qual o universo estaria organizado em vórtices em permanente estado de rotação, estando localizado em cada um deles um corpo celeste. O vórtice que conteria a Terra estaria em órbita em torno do Sol.

Descartes tinha uma concepção mecanicista do universo. Para ele, tudo poderia ser descrito como constituído de componentes mais simples, pensamento que Einstein utilizara séculos após, para desenvolver a Teoria da Relatividade Geral. Os componentes mais simples são o ponto, a distância e o movimento. Era tão mecanicista que mesmo descrevendo o corpo humano buscou fazê-lo através de um sistema de mecanicismos mecânicos. Afirmava que a própria alma humana, estaria situada fora do corpo humano e que o relacionamento entre ambos seria feito através da glândula pineal, localizada no cérebro.

Em matemática, foi o primeiro a utilizar de modo sistemático as letras do alfabeto representativamente, como constantes, variáveis e incógnitas. Estabeleceu a utilização dos expoentes e o símbolo de raiz quadrada.

Seus biógrafos contam que a sua realização mais famosa no campo da Matemática, aconteceu enquanto estava na cama ( Descartes tinha saúde debilitada ) e observava uma mosca voando. Atentou para o fato de que toda posição ocupada pela mosca podia ser determinada pela intersecção de três planos ortogonais, paralelos às paredes do aposento. Isto o teria levado a desenvolver o sistema de coordenadas que até hoje utilizamos para produzir gráficos bi e tridimensionais: a representação do espaço cartesiano.

A representação cartesiana leva Descartes a desenvolver a Geometria Analítica, e pela primeira vez na história da Matemática, consegue-se a integração entre Álgebra e Geometria, propondo um novo campo de trabalho que teria desdobramentos enormes nos séculos seguintes.

Em 1649 Descartes aceita convite para trabalhar na corte da Suécia. O clima do país, imprópio para a sua saúde, o leva a morrer de pneumonia durante o primeiro inverno que ali viveu.

Notícia - Chimpanzé de Zoo na Suécia ajuda a mostrar que os animais são capazes de fazer planos

A história quase que vale só por si. No jardim zoológico Furuvik, a norte de Estocolmo, na Suécia, o chimpanzé Santino terá planeado centenas de ataques aos visitantes. O animal recolhia pedras e pedaços de cimento que guardava e que, mais tarde, lançava às pessoas. A agressão premeditada serviu para provar que estes animais são capazes, como os seres humanos, de planear futuros acontecimentos. Um grupo de investigadores na Suécia usou o caso de Santino para o artigo que publicou na edição de ontem da "Current Biology".

Terão sido os cuidadores de Santino no jardim zoológico que detectaram o comportamento estranho. Antes da abertura, de manhã cedo, o chimpanzé recolhia pedras no seu recinto. Santino estava calmo e conseguia reunir uma quantidade razoável de munições. Os ataques só aconteceriam horas mais tarde e, nessa altura, Santino já estava num estado bem mais agitado. A história serviu para Mathias Osvath, cientista da Univerisdade de Lund, demonstrar que estes animais são capazes de prever acontecimentos, um dado que ainda não tinha sido possível provar.

Há outros dados que reforçam a teoria da premeditação como, por exemplo, o facto de Santino não ter este tipo de comportamento na altura do ano em que o zoo está fechado. O chimpanzé terá mesmo desenvolvido uma técnica para fazer "descolar" pedaços de cimento que depois eram usados como arma de arremesso. Este tipo de planeamento de acção pressupõe uma complexa forma de consciência em primatas, nomeadamente a que permite distinguir entre a informação fornecida pela memória e a que é fornecida pelos sentidos. Os investigadores acreditam que estes estados de consciência podem ser encontrados noutros chimpanzés e mesmo noutras espécies animais como os golfinhos.
Público

Biografia - Paul Thiébault

Thiébault, Paul-Charles-François
Barão do Império Francês
n: 14 de Dezembro de 1769 em Berlim (Prússia)
m: 14 de Outubro de 1846 em Paris (França)

Empregado na administração da dívida pública em 1792, Thiébault alistou-se no exército em Agosto desse ano e já era sargento em Novembro, mas foi demitido por motivos de saúde. Reapareceu em Fevereiro de 1793 com o posto de Alferes num Regimento de Infantaria de linha, sendo ajudante de campo do general Valence, comandante de um dos Exércitos da República, com o posto de capitão. Preso em Abril de 1793 acusado de cumplicidade com o general Dumouriez, que tinha desertado, foi libertado em fins de Maio. Em 1794 estava colocado no Exército do Interior e participou na repressão da insurreição realista de Vendimiário (Outubro de 1795) dirigida pelo general Bonaparte. Enviado para o Exército de Itália, onde exerceu as funções de chefe de estado-maior, foi nomeado general de Brigada por Masséna durante o cerco de Génova de 1800. Nesse ano publicou o livro Manuel des Adjudants-Généraux, sobre o serviço dos estados-maiores. Em 1805 comandou a brigada de vanguarda da divisão Saint-Hilaire, do 4º Corpo de Exército do marechal Soult, sendo ferido na batalha de Austerlitz.
Nomeado chefe do Estado Maior do Corpo de Observação da Gironda, é promovido a General de Divisão em 1808. Enviado para Espanha, após o abandono de Portugal, como todos os soldados e oficiais do antigo Corpo de Observação, é nomeado Barão do Império em 1811, regressando a França em 1812. Em 1810 publicou o Manuel Général du Service des Etats-Majors. Em 1813 e 1814 serve em Hamburgo, sob as ordens do marechal Davout. Apoia Napoleão Bonaparte durante os Cem-Dias, participando na defesa de Paris.

Fonte:
Jean Tulard e outros,
Histoire et Dictionnaire du Consulat et de l'Empire,
Paris, Laffont, 1995

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Postal Antigo - Andorra - Casa de la Vall (1998)


Biografia - Dina

Ondina Veloso nasceu, no dia 18 de Junho de 1956, em Carregal do Sal.

Entre 1975 e 1977 fez parte do Quinteto Angola. Em 1976, ainda com o nome Ondina Veloso, gravou dois EPs para a editora Alvorada.

Em 1980, já como Dina, participa no Festival RTP da Canção com o tema "Guardado em Mim", com letra de Eduardo Nobre. Ganha o prémio de revelação. São editados os singles "Guardado em Mim/Guarda Chuva" e "Pássaro Doido/Amar Sem Aviso". 

"Há Sempre Música Entre Nós", com letra de Cristiana Kopke e arranjos de Armando Gama,  foi um dos grandes sucessos do ano de 1981. Dina participa no Festival de Música de Slantchen Briag, na Bulgária, onde interpretou  um tema de um compositor búlgaro e "Há Sempre Música Entre Nós". 

Em 1982 regressa ao Festival da Canção com "Gosto Do Teu Gosto" e "Em Segredo". Os dois temas serão incluídos no álbum "Dinamite" desse ano. 

Colabora na banda sonora da novela "Vila Faia" com "Aqui Estou" (tema da personagem Joana). O tema, da autoria de Rosa Lobato de Faria e de Vitor Mamede, é lançado em formato single conjuntamente com "Porquê (meu amor porquê)?" de Miguel Santiago.

No ano de 1983 é editado um novo single com os temas "Conta Comigo" e "Pérola, Rosa, Verde, Limão, Marfim". O tema do lado b é o que obtém mais destaque.

Colabora entretanto na peça de teatro "Ouçam Como Eu Respiro" do Novo Grupo.

Participa no disco "Intervalo" de Carlos Paião onde interpreta "Quando As Nuvens Chorarem".

 O álbum "Aqui e Agora", com produção de Luís Oliveira e José Manuel Fortes, é editado, em 1991, pela UPAV. Quatro dos temas são da autoria de João Falcato e duas das letras são de Rosa Lobato de Faria. "A Ilha do Tesouro (Sair Daqui)" é da autoria de José Mário Branco (seu colega na UPAV) .

Em 1992 ganha o Festival RTP da canção com "Amor de Água Fresca", da autoria de Rosa Lobato de Faria. Em Malmô, na Suécia, fica no 17º lugar.

Foi a autora do tema do genérico da telenovela "Telhados de Vidro" da TVI, em 1993.

O álbum "Guardado em Mim" é editado em 1993. O disco inclui os inéditos "Soa Bem" e "Que Vamos Nós Fazer" e regravações dos seus temas mais antigos.

Em 1995, Dina comemorou os seus 15 anos de carreira com um concerto no Teatro da Trindade.

É autora da música do tema "Ai, A Noite", interpretado por Elaisa e com letra de Rosa Lobato Faria, concorrente ao Festival RTP da Canção de 1996.

O álbum "Sentidos", com letras de Rosa Lobato de Faria, é editado em 1997. No ano seguinte participa na banda sonora da novela "Os Lobos", exibida pela RTP, com os temas "Vitorina" e "Aguarela de Junho". 

O álbum "Guardado Em Mim" é reeditado em Junho de 2002.

Escreve alguns temas para a banda sonora da novela "Filha do Mar": a música da Constança e do genérico, com letra da Ana Zanatti, e a da Chica e do Guilherme, com letra da Rosa Lobato de Faria.

A telenovela "Sonhos Traídos" inclui os temas "Dura de Roer" e "Deixar-se Ir". É autora também de "A Luz Que Eu Vi" na interpretação de Lena d'Água.

Em 2004 colabora com Cassapo no tema "Só Tu" .

"Esta manhã em Lisboa" e "O teu olhar mentiu" são os temas que antecedem o seu regresso à ribalta após um acidente.

Ao longo da sua longa carreira, Dina gravou em dueto com nomes como Carlos Paião, Teresa Miguel (Doce), Adelaide Ferreira , José Alberto Reis ou Lara Li.
"Há Sempre Música Entre Nós" não foi aceite pelo júri do Festival RTP da Canção.

DISCOGRAFIA
Dinamite (LP, Polygram, 1982)
Aqui e Agora (LP, UPAV, 1991)
Guardado em Mim (CD, Vidisco, 1993)
Sentidos (CD, Noites Longas, 1997)
Guardado em Mim 2002 (Compilação, Vidisco, 2002)
Da Cor Da Vida (Compilação, Farol, 2008)

SINGLES
Madrugada / A Primeira Aula / Tudo É, Foi/ Há Quanto Tempo (EP, Alvorada, 1976) [Ondina Veloso]
Guardado em Mim/Guarda Chuva (Single, Polygram, 1980)
Pássaro Doido/Amar Sem Aviso (Single, Polygram, 1980)
Há Sempre Música Entre Nós/Retrato (Single, Polygram, 1981)
Dinamite/Nem Mais (Single, Polygram, 1982)
Aqui Estou (Single, RTP/Polygram, 1982)
Conta Comigo/Pérola, Rosa, Verde, Limão, Marfim (Single, Polygram, 1983)
Amor d'Água Fresca/aqui e Agora (Single, UPAV, 1992)

COMPILAÇÕES SE
O Melhor de 2 - Dina e Mário Mata (Compilação, Universal, 2001)

Colectâneas
Vila Faia (1982) - Aqui Estou (tema de Joana)
Os Lobos (1998) - Vitorina / Aguarela de Junho
Filha do Mar (2002) - Que É de Ti / Lençóis de Vento / Março Marçagão
Sonhos Traídos (2002) - Dura de Roer / Deixar-se Ir

Escreveram a novela, gravaram alguns episódios e depois convidaram os compositores: eu, a Mafalda Veiga e o Dany Silva.  A compositora é alguém que não deixa a música para trás. E como não compunha há já algum tempo, Dina dedicou-se e adorou o seu trabalho. É a própria que conta como foi o processo, "compus para três personagens e para o genérico de ‘Filha do Mar’. Fiz a música da Constança e do genérico, com letra da Ana Zanatti, e a da Chica e do Guilherme, com letra da Rosa Lobato de Faria. No fundo o genérico é a música do Salvador, um homem íntegro e fiel que se apaixona, daí que fale de amor. Foi uma música feita com muita força." Dina gosta mesmo é de se dedicar à música, a letra deixa para outros profissionais em que cujo talento acredita. Mas esta não foi a primeira vez que deu o seu contributo numa novela, "Compus um tema para a primeira novela em Portugal, a ‘Vila Faia’ e depois o genérico de ‘Telhados de Vidro’. Agora na ‘Filha do Mar’ gostei muito do resultado final. Gosto de compor e esta é uma maneira de valorizar algo com a minha música." Um objectivo está ainda por alcançar, "gostava de fazer uma música para um filme!". E o processo de criação é com base na inspiração, "Escrevo de acordo com o que sinto." Quanto aos projectos individuais como os seus álbuns, "Não tenho tempo para fazer discos mal feitos, a minha música é intemporal." E é aí em que acredita residir a sua qualidade.

Notícia retirada daqui