quarta-feira, 18 de outubro de 2017

Vídeo - Biodiversidade animal em Portugal

Notícia - História desconhecida de Portugal: quando o país teve 3 Reis em apenas 1 dia

História desconhecida de Portugal: quando o país teve 3 Reis em apenas 1 dia



Pode parecer estranho, mas é verdade. Ou melhor: uma semi-verdade que apenas não é uma verdade total por causa da burocracia: no dia 1 de Fevereiro de 1908, Portugal teve 3 Reis em apenas 1 dia. E como isto aconteceu? Nesse dia ocorreu o Regicídio do Rei D. Carlos I. Para perceber como deste pormenor resultaram 3 Reis em apenas 1 dia, vale a pena ler a relato do que se passou durante o assassinato do Rei.


O Regicídio de 1 de Fevereiro de 1908, ocorrido na Praça do Comércio (na época mais conhecida por Terreiro do Paço) em Lisboa, marcou profundamente a História de Portugal, uma vez que dele resultou a morte do rei D. Carlos e do seu filho e herdeiro, o Príncipe Real D. Luís Filipe de Bragança, marcando o fim da última tentativa séria de reforma da Monarquia Constitucional e, consequentemente, uma nova escalada de violência na vida pública do país. Após o regicídio subiu ao trono D. Manuel II, filho mais novo de D. Carlos, com apenas 18 anos de idade.


O atentado foi uma consequência do clima de crescente tensão que perturbava o cenário político português. Dois factores foram primordiais: em primeiro lugar o caminho desde cedo traçado pelo Partido Republicano Português como solução para a erosão do sistema partidário vigente e, em segundo lugar, a tentativa por parte do rei D. Carlos, como árbitro do sistema político, de solucionar os problemas desse mesmo sistema, apoiando o Partido Regenerador Liberal de João Franco que, viria a instaurar uma ditadura. Desde a sua fundação que o objectivo primário do Partido Republicano Português era o da substituição do regime. Esta atitude teve a sua quota de responsabilidade no despoletar deste acontecimento mas, os ânimos foram definitivamente acirrados pelo estabelecimento de uma ditadura por parte de João Franco, com o total apoio do rei e respectiva suspensão da Carta Constitucional, em 1907.

O Rei, a Rainha e o Príncipe Real encontravam-se então em Vila Viçosa, no Alentejo, onde costumavam passar uma temporada de caça no inverno. O infante D. Manuel havia regressado dias antes, por causa dos seus estudos como aspirante na marinha. Os acontecimentos acima descritos levaram D. Carlos a antecipar o regresso a Lisboa, tomando o comboio, na estação de Vila Viçosa, na manhã do dia 1 de Fevereiro. Com cuidado para que a sua já preocupada mãe não se aperceba, o Príncipe real arma-se com o seu revólver de oficial do exército. Durante o caminho o comboio sofre um ligeiro descarrilamento junto ao nó ferroviário de Casa Branca. Isto provocou um atraso de quase uma hora. A comitiva régia chegou ao Barreiro ao final da tarde, onde tomou o vapor “D. Luís”, com destino ao Terreiro do Paço, em Lisboa, onde desembarcaram, na Estação Fluvial Sul e Sueste, por volta das 5 horas da tarde, onde eram esperados por vários membros do governo, incluindo João Franco, além dos infantes D. Manuel e D. Afonso, o irmão do rei.


Apesar do clima de grande tensão, o monarca optou por seguir em carruagem aberta, envergando o uniforme de Generalíssimo, para demonstrar normalidade. A escolta resumia-se aos batedores protocolares e a um oficial a cavalo, Francisco Figueira Freire, ao lado da carruagem do rei.


Há pouca gente no Terreiro do Paço. Quando a carruagem circulava junto ao lado ocidental da praça ouve-se um tiro e desencadeia-se o tiroteio. Um homem de barbas, passada a carruagem, dirige-se para o meio da rua, leva à cara a carabina que tinha escondida sob a sua capa, põe o joelho no chão e faz pontaria. O tiro atravessou o pescoço do Rei, matando-o imediatamente. Começa a fuzilaria: outros atiradores, em diversos pontos da praça, atiram sobre a carruagem, que fica crivada de balas.


Os populares desatam a correr em pânico. O condutor, Bento Caparica, é atingido numa mão. Com uma precisão e um sangue frio mortais, o primeiro atirador, mais tarde identificado como Manuel Buíça, professor primário expulso do Exército, volta a disparar. O seu segundo tiro vara o ombro do rei, cujo corpo descai para a direita, ficando de costas para o lado esquerdo da carruagem. Aproveitando isto, surge a correr de debaixo das arcadas um segundo regicida, Alfredo Costa, empregado do comércio e editor de obras de escândalo, que pondo o pé sobre o estribo da carruagem, se ergue à altura dos passageiros e dispara sobre o rei já tombado.

A rainha, já de pé, fustiga-o com a única arma de que dispunha: um ramo de flores, gritando “Infames! Infames!” O criminoso volta-se para o príncipe D. Luís Filipe, que se levanta e saca do revólver do bolso do sobretudo, mas é atingido no peito. A bala, de pequeno calibre, não penetra o esterno (segundo outros relatos, atravessa-lhe um pulmão, mas não era uma ferida mortal) e o Príncipe, sem hesitar, aproveitando porventura a distracção fornecida pela actuação inesperada da rainha sua mãe, desfecha quatro tiros rápidos sobre o atacante, que tomba da carruagem. Mas ao levantar-se D. Luís Filipe fica na linha de tiro e o assassino da carabina atira a matar: uma bala de grosso calibre atinge-o na face esquerda, saindo pela nuca. D. Manuel vê o seu irmão já tombado e tenta estancar-lhe o sangue com um lenço, que logo fica ensopado.


A fuzilaria continua. Dª Amélia permanece de pé, gritando por ajuda. Buíça volta a fazer pontaria (sobre o infante? sobre a rainha?) mas é impedido de disparar sobre a carruagem pela intervenção de Henrique da Silva Valente, simples soldado de Infantaria 12, que passava no local, e que se lança sobre ele de mãos nuas. Na breve luta que se segue o soldado é atingido numa perna, mas a sua intervenção é providencial. Tendo voltado o seu cavalo, o oficial Francisco Figueira carrega primeiro sobre o Costa, que ferido pelo príncipe é atingido por um golpe de sabre e preso pela polícia, e de seguida dirige-se a Buíça. Este ainda o consegue atingir numa perna com a sua última bala e tenta fugir, mas Figueira alcança-o e imobiliza-o com uma estocada.




Ora… analisando a história, constata-se o seguinte: o primeiro Rei seria D. Carlos I. Como este foi assassinado, o 2º Rei passa a ser o seu filho mais velho, D. Luís Filipe, que foi assassinado minutos após o seu pai. Por fim, a coroa passa para o 3º Rei, filho mais novo de D. Carlos I, D. Manuel II. Apesar de ser este o relato fiel da história do Regicídio, não podemos, pelo menos oficialmente, contabilizar 2 Reis em apenas 1 dia. Isto porque, para que ocorra a aclamação de um Rei, é necessário toda uma formalidade e o cumprimento de requisitos legais que envolviam, por exemplo, o parlamento. No entanto, não deixa de ser um pormenor curioso da História de Portugal.

Informação retirada daqui

terça-feira, 17 de outubro de 2017

Biografia - Walter Hermann Nerst

(1864 - 1941) Físico-químico germânico nascido em Briesen, Prússia, que postulou a terceira lei da termodinâmica (1901) segundo a qual, a temperaturas próximas do zero absoluto, toda matéria tende a mover-se aleatoriamente e toda energia tende à dissipação, o que lhe rendeu o Prêmio Nobel de Química (1920). Estudou nas universidades de Zurique, Berlim, Graz (Áustria) e Würzburg e passou a trabalhar em Leipzig como assistente de Wilhelm Ostwald (1887) que, juntamente com Jacob van't Hoff e Svante Arrhenius, lutava pela afirmação da físico-química como ciência independente. Nomeado professor do departamento de física da Universidade Göttingen (1890) fundou um centro para experiências sobre eletrólitos e publicou Theoretische Chemie (1893), um livro texto clássico de físico-química. Também interessado por ciência aplicada, aperfeiçoou a lâmpada elétrica de incandescência, a lâmpada incandescente de Nernst (1897) e inventou um piano de amplificação eletrônica.

Assumiu (1905) a cadeira de físico-química da Universidade de Berlim, onde descobriu um método elétrico em calorimetria (1906) para medir calores específicos a temperaturas muito baixas, a partir do qual elaborou o terceiro princípio da termodinâmica. Com seus estudos de fotoquímica desenvolveu a teoria da reação da corrente de átomos, que esclarecia fenômenos até então incompreensíveis (1918). Também foi diretor do Instituto de Física Experimental da Universidade de Berlim (1924-1933). Depois de muitos trabalhos de sucesso sobre o funcionamento das pilhas, termodinâmica do equilíbrio químico, propriedades do vapor a altas temperaturas e dos sólidos a baixas temperaturas, e sobre mecanismos da fotoquímica, de grande importância para aplicações na indústria e na ciência, morreu em Ober-Zibelle, perto de Muskan, Alemanha, quando se dedicava a estudos sobre astrofísica.

Notícia - Alexandre Quintanilha deixa direcção do Instituto de Biologia Molecular e Celular


A partir de hoje um dos nomes mais conhecidos na área da investigação em Portugal, Alexandre Quintanilha, deixará de dirigir um dos mais prestigiados institutos nacionais, o Instituto de Biologia Molecular e Celular (IBMC), que conduziu desde a fundação há nove anos. A direcção passará a ser assumida pelo número dois do instituto Cláudio Sunkel, que já ocupava o cargo de vice-director.

“É a minha altura de sair e isto continuar”, contou ao PÚBLICO Alexandre Quintanilha, após a reunião onde passou o testemunho a Cláudio Sunkel, investigador principal do grupo de genética molecular do IBMC e professor da Universidade do Porto a que o instituto pertence.

“Acabei de mandar agora uma mensagem de correio electrónico aos outros laboratórios associados e sinto como que uma sensação de satisfação e orgulho, alguma nostalgia também, mas são tudo sensações muito positivas”, conta o biólogo, referindo-se ao grupo de laboratórios associados, a que pertence desde 2000. O IBMC foi um dos primeiros quatro laboratórios a integrar este conceito, atribuido a unidades de excelência no segundo Governo de António Guterres, pelo ministro da ciência Mariano Gago.

Alexandre Quintanilha, filho de um dos mais importantes nomes da biologia portuguesa, Aurélio Quintanilha, nasceu em Moçambique a 9 de Agosto de 1945, o mesmo dia em que era lançada a bomba atómica sobre Nagasaki. Físico de formação inicial, acabou por ingressar na biologia na Universidade da Califórnia, em Berkeley de nde partiu para Portugal. Chegou em 1990.

O esboço do IBMC começou então a ser burilado, era Cavaco Silva primeiro-ministro. Em 1992 surgiriam as primeiras linhas sobre o que viria a ser o IBMC em 1999, fruto da agregação de seis faculdades da Universidade do Porto e de dois hospitais da cidade, juntamente com o Instituto Ricardo Jorge.

“É no fundo uma história com 16 anos. Chegou à adolescência, é preciso torcer o braço para que as gerações mais novas lhe peguem. Temos hoje quase 200 doutorados e mais de 400 pessoas. Crescemos a pouco e pouco muito com os pés na terra.”

Cláudio Sunkel diz que os principais desafios que esperam o IBMC no futuro são três: “O primeiro e mais importante é continuar o desenvolvimento científico e a excelência, O segundo tem a ver com a alteração do estatuto da Universidade do Porto, que vai passar a fundação e temos de encontrar o nosso espaço nesta nova relação. O terceiro é passar da investigação à aplicação e dar prioridade à transferência de tecnologia, atrair e formar empresas. Mais de uma forma de ultrapassar a crise é uma forma de desenvolvimento”.

O novo responsável do IBMC, que hoje mesmo já tomou posse, lança uma mensagem sobre o contexto actual: “O que é mais importante lembrar nestes tempos de crise é que a ciência faz parte de um contexto económico. É fundamental rentabilizar os financiamentos que existem”. E refere que “2008 foi um ano de muita regularidade” no financiamento da ciência, em que saldaram dívidas antigas. “Mas é preciso muita ginástica financeira”.

Para Alexandre Quintanilha, que permanecerá, por algum tempo, como vice-presidente, o futuro é ainda indefinido: “Não quero ficar como uma eminência parda, isso é nocivo, tóxico, terrível para quem fica. Quero ajudar mas há uma nova direcção. Vou ler mais dedicar-me às aulas, estudar filosofia, arquitectura e dedicar-me a outros projectos”, diz o único português no comité de investigação da Sociedade National Geographic, responsável do Conselho de Laboratórios Associados, membro do Conselho Nacional para a Procriação Medicamente Assistida...entre outras funções.

“Costumo dizer que de 20 em 20 anos preciso de novos desafios”, diz, aludindo ao facto de ter vindo para Portugal há 20 anos. “Não sei se sairei do Porto, tudo é possível, não estou fechado. Posso ser seduzido para muitas outras coisas”.

Biografia - Marquês de la Rosière

n: em 10 de Outubro de 1735, em Pont d'Arche (França), 
m: em 7 de Abril de 1808, em Lisboa.

Alistou-se no exército francês em ... após ter concluído os seis anos de estudos na célebre escola real de engenharia de Mézières. Tendo estado nas Caraíbas e depois na Île de France (actual ilha Maurícia), trabalhou durante algum tempo para a Companhia francesa das Índias. No início da Guerra dos Sete Anos foi colocado no estado-maior do exército do marechal de Broglie. Com o fim da guerra, parece ter integrado o gabinete secreto de Luís XV, dirigido pelo conde de Broglie, irmão do marechal. Visitou a Inglaterra em 1763, segundo parece para preparar um estudo para um futuro desembarque francês na ilha. Mais tarde, em 1765, é-lhe dada a missão de inspeccionar toda a costa atlântica de França, de Dunquerque, no Canal da Mancha, até São João de Luz, no Golfo da Biscaia, e avaliar as forças marítimas do país. O seu relatório é bastante pessimista, já que, como escreve, se a velocidade de construção de navios é bastante boa, já o moral dos engenheiros, dos artífices e dos marinheiros é bastante mau, devido ao atraso de vários meses no pagamento de salários, sendo que a falta de dinheiro faz com que os armazéns estejam vazios. Em 1768 é-lhe dada nova missão de inspecção. A de apreciar a capacidade defensiva das costas e dos portos franceses face a um ataque britânico, e sugerir as obras necessárias. Rosière defenderá que o porto de Brest estava insuficientemente protegido, podendo ser atacado pela retaguarda das defesas. As suas opiniões incompatibilizam-no com o engenheiro Dajot, director das obras do porto. Só em 1776, com a nomeação de um novo governador militar da Bretanha, o marquês de Langeron, é que as sugestões de La Rozière começarão a ser postas em prática. Em 1780 recebeu o título de marquês, e em 1781 foi promovido ao posto de marechal de campo. Depois de ter dirigido na Bretanha alguns dos trabalhos de fortificação que tinha sugerido, realizados pela brigada que comandava, formada pelos regimentos de infantaria de Condé e Penthièvre.

Emigrou em 1791, o ano da «emigração militar», com o seu filho mais velho, tendo ido para Conblenz ao encontro dos príncipes, irmãos de Luís XVI. Foi encarregado dos arquivos militares, sob a direcção superior do marechal de Broglie, e fez a campanha de 1792 como quartel-mestre general. Chamado a Inglaterra em 1794, acompanhará no Verão de 1795 o conde de Artois, o futuro Carlos X, na viagem à ilhas de Yeu e Noirmoutiers, em apoio à expedição de Quiberon.

Em 1797, devido à preparação para uma possível guerra com a Espanha, aliada da França, é escolhido para chefe do estado-maior e comandante da Engenharia, com o título de Quartel-mestre General, sendo acompanhado por vários oficiais de engenharia emigrados, entre os quais o seu filho. Em 1801, devido à comprovação das suas aptidões militares por meio dos seus vários estudos sobre a defesa de Portugal, e aos seus conselhos - em 1798 defenderá que a expedição francesa organizada em Toulon se iria dirigir para o Egipto, o de facto aconteceu, como se sabe -, será nomeado comandante do Exército do Norte. Quando o conde de Goltz lhe retira todas as tropas de linha para as concentrar ao redor de Coimbra, considerando tal decisão um erro gravíssimo escreve a D. Rodrigo de Sousa Coutinho, o único secretário de estado em funções em Lisboa, pedindo a demissão. Goltz recua na decisão e reforça-o com vários regimentos.

Em 1802, será encarregado da Inspecção das Fronteiras Terrestres e Marítimas, continuando um trabalho que já lhe era habitual, fazendo um levantamento completo da situação defensiva de Portugal, redigindo muitos dos relatórios das inspecções.

Manteve-se em Portugal até à sua morte em 1808.

Escreveu várias obras sobre táctica e história militar e deixou muitas outras manuscritas, de que a maior parte, se não a totalidade, foram levadas para França:

M. Carlet de La Rozière, Des Stratagèmes de guerre dont se sont servis les plus grands capitaines du monde depuis plusieurs siècles jusqu'à la paix dernière..., Paris, C.-J.-B. Bauche, 1756
M. Carlet de La Rozière, Campagne de M. le maréchal de Créquy en Lorraine et en Alsace, en 1677, rédigée par M. Carlet de La Rozière ..., Paris1764;
M. Carlet de La Rozière, Campagne de Louis, prince de Condé, en Flandres, en 1674, ... , Paris, Merlin, 1765;
M. Carlet de La Rozière, Campagne du maréchal de Villars et de Maximilien-Emmanuel, électeur de Bavière, en Allemagne, en 1703, Paris, Merlin, 1766
 
Informação retirada daqui

Vídeo - Isto é Matemática T05E04 O Espirógrafo

Postal Antigo - Angola - Girafas


Biografia - Ana Paula Reis

Ana Paula Reis é filha da cantora Teresinha Reis e de Zuzarte Reis (o responsável pela rubrica "Repórter da História" da Rádio Renascença).

Durante vários anos foi locutora da RTP.

Em 1984 gravou o Máxi-single "Utopia". O disco, em vínilo branco, incluía duas versões - a versão pequena e a versão grande - do tema "Utopia". O tema tinha letra de Ana Paula Reis que também produziu o disco em conjunto com Paulo Neves. A base instrumental foi gravada na Holanda e a música é da autoria de A. Larson e F. Martens.

Em 1985 foi editado o álbum "De Mim Para Ti" com produção de Zé da Ponte e Guilherme Inês. O disco incluía os temas "Espelho Meu", "Os Pontos Nos Is", "Amolador", "De Mim" e "Atina". 

Foi lançado um Máxi-single com os temas "Espelho Meu" e "De Mim...".

Em 2006 foi convidada no programa "Canta Por Mim" da TVI onde foi um dos nomes que chegou à final.

DISCOGRAFIA
Utopia (Máxi, Rádio Triunfo, 1984)
De Mim Para Ti (LP, Rádio Triunfo, 1985)

NO RASTO DE...
Ana Paula Reis casou-se com Domingos Piedade e foi viver para a Alemanha. Neste momento regressou a Portugal onde exerce psicologia.

Biografia retirada de Anos80

Conteúdo - Gottfried Wilhelm Leibniz - Cientista e engenheiro


Os escritos de Leibniz estão a ser discutidos até os dias de hoje, não apenas por suas antecipações e possíveis descobertas ainda não reconhecidas, mas como formas de avanço do conhecimento atual. Grande parte de seus escritos sobre a física está incluído nos Escritos Matemáticos de Gerhardt.

Leibniz teve grandes contribuições para a estática e a dinâmica emergentes sobre ele, muitas vezes em desacordo com Descartes e Newton. Ele desenvolveu uma nova teoria do movimento (dinâmicas) com base na energia cinética e energia potencial, que postulava o espaço como relativo, enquanto Newton sentira fortemente o espaço como algo absoluto. Um exemplo importante do pensamento maduro de Leibniz na questão da física é seu Specimen Dynamicum, de 1695.

Até a descoberta das partículas subatômicas e da mecânica quântica que os regem, muitas das ideias especulativas de Leibniz sobre aspectos da natureza não redutível a estática e dinâmica faziam pouco sentido. Por exemplo, ele antecipou Albert Einstein, argumentando, contra Newton, que o espaço, tempo e movimento são relativos, não absolutos. As regras de Leibniz são importantes, se muitas vezes esquecidas, provas em diversos campos da física. O princípio da razão suficiente tem sido invocado na cosmologia recente, e sua identidade dos indiscerníveis na mecânica quântica, um campo de algum crédito, mesmo com ele tendo antecipado em algum sentido. Aqueles que defendem a filosofia digital, uma direcção recente em cosmologia, alegam Leibniz como precursor.

Imagem - Dieta Mediterrânica - Pirâmide dos Alimentos Mediterrânica


Desenhos para colorir - Primavera


EFA - STC - Links - Sites sobre Recursos Naturais - Água - Sociedade, Tecnologia e Ciência


Aqui estão alguns links para sites que podem usar como base de trabalho

Links para Sites sobre Recursos Naturais - Água O ciclo da água:

A água nos Seres Vivos:

Contaminação das águas:

Tratamento de águas:

Águas de Gaia:

Gestão Ibérica da água:

Água como Recurso Natural (Geral)

segunda-feira, 16 de outubro de 2017

Notícia - Fundão recebe encontro de trabalho da Associação da Rota Europeia do Queijo


O Fundão irá receber, nos dias 19 e 20 de outubro, o segundo encontro anual da AREQ - Associação da Rota Europeia do Queijo (European Cheese Route Association).
A AREQ é um projeto que reúne nove regiões europeias, todas elas ligadas ao queijo, cujo objetivo é potencializar a relação entre os sectores agroalimentares e turísticos dessas regiões, através dos recursos locais ligados à fileira do queijo.
Este encontro, no qual irão participar mais de 30 membros da associação, será realizado através de várias equipas de trabalho e apresentação de projetos que se encontram em fase de desenvolvimento.
A abertura deste encontro, com declarações à imprensa, irá realizar-se, na quinta-feira, dia 19 de outubro, às 9h00, na Praça do Município, em frente ao Casino Fundanense.  

Informação retirada daqui

Notícia - Seca reduz produção de queijo Serra da Estrela para metade


Os cerca de 50 associados da Estrelacoop produzem, anualmente, mais de 50 toneladas de queijo Serra da Estrela. «Se assim continuarmos, não chegamos às 30».
queijo
O presidente da Estrelacoop - Cooperativa dos Produtores de Queijo Serra da Estrela, Júlio Ambrósio, diz que a seca deverá reduzir a produção de queijo em mais de 50% face ao ano anterior.
«Com isto que estamos a atravessar [período de seca], é muito provável que as quantidades de produção [de queijo] serão muito, muito, abaixo do ano anterior», vaticina Ambrósio, em declarações à agência Lusa.

O dirigente da Estrelacoop, entidade com sede em Celorico da Beira que representa os produtores certificados da região demarcada de produção do queijo Serra da Estrela. estima que a diferença na produção deste ano relativamente a 2016 deverá ser «muito elevadíssima».
«Se isto assim continuar, a quebra pode ir a mais de 50%», disse.
Os cerca de 50 associados da Estrelacoop produzem, anualmente, mais de 50 toneladas de queijo Serra da Estrela.
«Se assim continuarmos, não chegamos às 30» toneladas, refere Júlio Ambrósio, lembrando que só no ano passado a cooperativa vendeu 25 toneladas de queijo para um cliente nacional.

Segundo o responsável, a seca está a preocupar os produtores de queijo da região da Serra da Estrela, que se queixam de não terem alimento para os animais.
«Neste momento, há produtores que querem comprar comida para o gado, nomeadamente em Espanha», e não conseguem. E «alguma coisa que há à venda é muito cara», alerta.
Júlio Ambrósio conta que a água também escasseia e, «em muitos lados», os proprietários dos rebanhos «têm de percorrer muitos quilómetros para irem buscar a água [em cisternas] para alimentarem os animais».
A direcção da cooperativa está em contacto permanente com os produtores, mas o seu dirigente lamenta que a instituição ainda não tenha sido contactada pelo Ministério da Agricultura.
«Se nós temos o melhor produto do mundo - o queijo Serra da Estrela - e ninguém olha para nós, é de lamentar», desabafou o dirigente.

A Estrelacoop reclama a atribuição de subsídios públicos para as explorações pecuárias da região da Serra da Estrela ultrapassarem o atual problema criado pela seca.
«Com a idade que tenho, nunca me lembro de atravessar uma crise como a que estamos a atravessar com esta seca», rematou Júlio Ambrósio.
A região demarcada de produção do queijo Serra da Estrela abrange 18 municípios, como Guarda, Fornos de Algodres, Celorico da Beira, Gouveia, Manteigas, Seia, Trancoso, Oliveira do Hospital, Nelas, Penalva do Castelo, Mangualde e Covilhã.

A cooperativa Estrelacoop é a entidade gestora da Denominação de Origem Protegida (DOP) do queijo Serra da Estrela que só pode ser produzido com leite de ovelha das raças Serra da Estrela ou Churra Mondegueira.

Informação retirada daqui

Hidro Ibérica abre novas instalações em Avis


A Hidro Ibérica tem como missão «proporcionar ao cliente um serviço que se distingue pelo profissionalismo e qualidade, mas quer proporcionar esse nível de excelência a todos os seus clientes, todos os dias, a qualquer hora e em qualquer lugar», salienta a empresa em comunicado.
Por isso, depois das delegações inauguradas em Castelo Branco e Aljustrel, «para prestar um serviço de proximidade a todos os clientes da região do Alto Alentejo», a Hidro Ibérica abriu esta terceira delegação em Avis.
«Desta forma é possível dar uma resposta rápida a todas solicitações dos clientes e prestar assistência técnica aos seus sistemas de rega (pivots, gota a gota, coberturas fixas e móveis, etc.), por um técnico Superior, 24 horas por dias, 365 dias por ano. Para além disso, a delegação de Avis conta também com um balcão de peças que servirá de apoio a obras, assistência técnica, manutenção e venda ao cliente», informa a empresa.
Esta proximidade do cliente e rapidez de resposta «faz ainda mais sentido com a criação do serviço Chave na Mão, em que se proporciona aos produtores e empresários agrícolas um conjunto de soluções necessárias para a instalação de culturas - intensivas ou superintensivas -, e respetivo sistema de rega, de forma a dotar o cliente das técnicas de cultivo mais avançadas para obter culturas sustentáveis, rentáveis e competitivas, que respeitem o meio ambiente».
Este serviço inclui Assistência Técnica que é prestada desde o início do projeto e durante a exploração das culturas.
Os projetos Chave na Mão instalados pela Hidro Ibérica incluem a implantação de vinha, pomares e outras culturas com rega gota a gota, no entanto, a Hidro Ibérica é especializada na instalação de Olival e Amendoal - intensivo e superintensivo.
O Aconselhamento Técnico tem início antes da implantação da cultura incluindo visitas periódicas ao campo e apoio aos funcionários da exploração através da consulta telefónica permanente, por uma equipa especializada, com formação agronómica e conhecimentos adquiridos ao longo de 30 anos de experiência.
Recorde-se que a Hidro Ibérica realiza Serviços de Projeto, Comercialização, Montagem e Assistência Pós-Venda de Pivots, Rega Gota a Gota, Rega de Cobertura Fixas e Móveis, Máquinas de Rega e outros Sistemas de Rega, Drenagens, Implantação de Olival, Amendoal, Vinha, Pomar e Floresta, Consultoria e Apoio Técnico ao Empresário Agrícola.
«A Hidro Ibérica é uma empresa com um vasto historial no mercado dos sistemas de rega e que conta com mais de 25 anos de experiência no mercado. Ao longo de todos estes anos temos vindo a adquirir um “know-how” que nos permite proporcionar ao Cliente um serviço que se distingue pelo profissionalismo e qualidade», refere Jorge Salgueiro, da Hidro Ibérica. 

Informação retirada daqui

OE2018: Governo quer desenvolver Programa Nacional de Regadio


O Governo pretende desenvolver o Programa Nacional de Regadio, contemplando a reabilitação e a expansão de perímetros de rega.

As medidas presentes no relatório que acompanha a proposta de Orçamento do Estado para 2018 (OE2018) entregue, na sexta-feira, no parlamento, consideram o «desenvolvimento do Programa Nacional de Regadio, incluindo a reabilitação e expansão de perímetros de rega, nomeadamente na área do Alqueva».

O documento revela também que, no âmbito do Programa de Desenvolvimento Rural (PDR 2020) prevê-se a continuação da operacionalização dos apoios à agricultura competitiva e sustentável, à coesão territorial e à fixação da população em meio rural.

Para isto, o Governo vai executar o plano de ação no quadro da Estratégia Nacional para a Agricultura Biológica e as Estratégias de Desenvolvimento Rural.

Entre os objetivos para 2018, inclui-se ainda «o reforço da colaboração científica e institucional entre vários setores da sociedade e economia, incluindo [...] a agricultura, através de redes de experimentação e desenvolvimento em várias regiões e tipos de cultura (vinho e vinha, regadio, agricultura de montanha, entre outras)».

Informação retirada daqui

Plataforma online dá a conhecer fauna e flora de Vila Real


A câmara e a universidade de Vila Real lançaram uma plataforma na Internet que concentra dois anos de investigação sobre a biodiversidade do concelho e possibilita uma viagem virtual pela fauna e pela flora locais.

A Plataforma da Biodiversidade foi desenvolvida pela Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD) no âmbito do Programa de Preservação da Biodiversidade de Vila Real, que contou com 1,7 milhões de euros para a protecção das espécies da flora e da fauna do concelho.

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O vereador do Ambiente, Miguel Esteves, explicou que a nova ferramenta, que classificou como “pioneira no país”, permite “explorar, através da Internet, o concelho”.

Em causa estão dois anos de investigação e de monitorização no terreno realizadas pela UTAD. Nesta plataforma será possível saber, através da georreferenciação, onde se encontram determinadas espécies no território.

No concelho destacam-se animais como o lobo ibérico, a gralha-de-bico-vermelho ou a borboleta azul.

A pesquisa pode ser feita por espécie ou por zonas e estão ainda disponíveis informações sobre a biologia, o habitat ou o estado de conservação de cada espécie animal ou vegetal. O projecto permite ainda identificar um conjunto de percursos pedestres e de pastoreio e os rios do concelho.

Mais tarde, a plataforma estará ainda disponível em inglês.

O encerramento do Programa de Preservação da Biodiversidade de Vila Real ocorrerá com realização de um fórum internacional agendado para 21 e 22 de Março de 2012.

Antes, o município transmontano vai ainda requalificar o Parque Corgo e recuperar as margens do rio. A intervenção está orçada em cerca de 800 mil euros.

O projecto prevê a recuperação de pequenas represas que conduziam a água pelas levadas para regar os terrenos agrícolas e de alguns antigos moinhos.

Vai ainda ser construído um novo caminho na margem esquerda do rio que vai servir as hortas comunitárias que a autarquia vai disponibilizar para as famílias carenciadas. 

Informação retirada daqui

Austrália cria a maior rede mundial de parques marinhos


A Austrália criou esta sexta-feira a maior rede mundial de parques marinhos, com mais do dobro da área da União Europeia.

São 2,3 milhões de quilómetros, repartidos por diferentes áreas ao largo da costa ao redor do país, incluindo uma vasto perímetro no Mar de Corais, que circunda a Grande Barreira de Recifes.

Nas áreas mais sensíveis agora classificadas, a exploração de petróleo e de gás, bem como a pesca comercial, serão limitadas. O objectivo é proteger a biodiversidade. “Não queremos que as pessoas saibam o quão magnífico são os nossos oceanos através de aquários ou assistindo ao “À Procura de Nemo”, disse o ministro australiano do ambiente, Tony Burke.

A decisão não foi bem recebida pela indústria pesqueira e também pelo sector da pesca desportiva, que também será interdita nalgumas áreas.

O Governo argumenta, no entanto, que as novas reservas marinhas irão afectar apenas um por cento da pesca comercial e que a maioria dos usos recreativos – como os mergulhos – será permitida.

Noticia retirada daqui

UFCD - 0036 - Características dos consumíveis e alimentação da máquina com água e tinta

0036 - Características dos consumíveis e alimentação da máquina com água e tinta
(*) Em Vigor
Designação da UFCD:
Características dos consumíveis e alimentação da máquina com água e tinta
Código:
0036
Carga Horária:
25 horas
Pontos de crédito:
2,25
Objetivos

  • Identificar as características dos consumíveis.
  • Alimentar a máquina com água e tinta.
Recursos Didáticos

Conteúdos

  • Tintas
  • Vernizes
  • Diluentes
  • Secantes
  • Solventes
  • Produtos de conservação
  • Produtos de restauro
  • Ph da solução da fonte
  • Álcool isoprofílico
  • Composição do tinteiro
  • Bateria de tintagem
  • Bateria de molhagem
  • Rolos tintadores e molhadores
  • Afinação e distribuição de tinta
Referenciais de Formação

213002 - Operador/a de Impressão
Histórico de Alterações

(*) 2008-05-14   Criação de UFCD.

UFCD - 0035 - Sistemas de alimentação de papel e afinação de equipamentos impressores

0035 - Sistemas de alimentação de papel e afinação de equipamentos impressores
(*) Em Vigor
Designação da UFCD:
Sistemas de alimentação de papel e afinação de equipamentos impressores
Código:
0035
Carga Horária:
50 horas
Pontos de crédito:
4,50
Objetivos

  • Identificar os sistemas de alimentação de papel.
  • Afinar os equipamentos impressores de acordo com o tipo de papel.
Recursos Didáticos

Conteúdos

  • Folha a folha
  • Escama
  • Bobina
  • Sistema de aspiração anterior
  • Sistema de aspiração posterior
  • Técnicas específicas de afinação
  • Tipos e função dos esquadros
  • Tipos e função das balizas
  • Mesa de marginação
  • Percurso da folha
  • Carros transportadores
Referenciais de Formação

213002 - Operador/a de Impressão
Histórico de Alterações

(*) 2008-05-14   Criação de UFCD.