sexta-feira, 27 de outubro de 2017

Powerpoint - Sedimentação e Estratificação


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Powerpoint - Mineralogia e Cristalografia


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Powerpoint - Minerais e Matéria Cristalina


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Vídeo - Minerais e Rochas

Notícia - Cientistas portugueses invalidam um dos dogmas da biologia


Há 270 milhões de anos, uns bocadinhos do património genético de diminutos fungos, que até lá não tinham nada de particular, começaram a sofrer uma mudança de identidade. Normalmente, os fungos, do género Candida – não deveriam ter sobrevivido a tal alteração genética – mas sobreviveram, ao ponto que são hoje os principais responsáveis pelas infecções fúngicas nos seres humanos. Como é que foi possível? A sequenciação dos genomas de uma série de espécies deste fungo permitiu agora explicar este aparente paradoxo.

O genoma dos seres vivos é uma grande molécula, feita do encadeamento de quatro moléculas de base, a que chamamos “letras” para respeitar a metáfora segundo a qual o genoma contém as “instruções” para a construção de cada tipo de organismo. Grosso modo, cada “palavra” de três letras consecutivas, ou “codão”, codifica um dos 20 aminoácidos, os tijolos de construção que as células vivas utilizam para fabricar as suas proteínas, componentes essenciais dos tecidos biológicos. Aminoácidos esses que o organismo vai buscar às proteínas animais contidas nos alimentos.

Desde a descoberta dos codões, há uns 50 anos atrás, pensava-se que essa correspondência codão-aminoácido – o chamado “código genético” – era comum a todos os organismos vivos, universal. O argumento era que, uma vez o código genético fixado, de uma vez por todas, nos primórdios da evolução das espécies, já não podia ser alterado sem consequências funestas para o organismo afectado.

No fim da década de 80, porém, Manuel Santos e a sua equipa da Universidade de Aveiro foram dos primeiros grupos do mundo a propor que isso não era bem assim: descobriram que as Candida conseguiram sobreviver apesar de ter sofrido uma alteração do seu código genético que deveria ter sido perfeitamente tóxica. Num trabalho hoje publicado em consórcio internacional na revista “Nature”, explicam pela primeira vez, graças à análise comparativa dos genomas de várias espécies diferentes de Candida, como é que essa “mudança de identidade” teve concretamente lugar.

“O nosso resultado tem implicações tremendas do ponto de vista biológico”, disse-nos em conversa telefónica Manuel Santos. “Significa que o código genético não é universal. Já tínhamos descoberto essas alterações há uns anos, mas com este estudo conseguimos perceber como é que essa evolução aconteceu.”

Basicamente, nas Candida, o codão que inicialmente mandava colocar no sítio correspondente da proteína em construção um aminoácido chamado leucina, passou a comandar a colocação de um outro aminoácido, a serina. E esta alteração do código genético “deveria ter sido letal”, repete Manuel Santos.

Mas esse codão não mudou repentinamente de identidade; pelo contrário, fê-lo muito gradualmente, ao longo de milhões de anos. “Há 270 milhões de anos, esse codão começou a mudar e adquiriu duas identidades diferentes”, diz ainda Manuel Santos. A maior parte das vezes, continuava a comandar a colocação de leucina, mas de vez em quando colocava serina. A seguir – e é este o segredo do sucesso da operação –, “durante 100 milhões de anos, esse codão desapareceu praticamente do genoma dos fungos. E quando reemergiu, com a sua segunda identidade, foi em posições onde já não era tóxico para os genes”. Um belo truque evolutivo.

Para que é que serve este tipo de alteração ao código genético? “Não sabemos”, responde-nos Manuel Santos. Mas acrescenta logo: “Estes fungos têm uma enorme necessidade de contornar o sistema imunitário humano. Uma possibilidade é que esta alteração do código genético seja um mecanismo compensatório destinado a aumentar a diversidade genética das Candida, que só muito raramente se reproduzem de forma sexuada”. Os organismos que apenas se reproduzem de forma assexuada formam colónias de clones, geneticamente idênticos – e portanto, têm dificuldade em resistir aos ataques do sistema imunitário dos seus hospedeiros.

Um outro dos aspectos agora esclarecidos por este trabalho prende-se precisamente com a reprodução destes fungos. “Há décadas que a reprodução sexuada dos fungos era objecto de intenso debate”, frisa Manuel Santos. “Pensava-se que não havia reprodução sexuada nestes organismos. Mas ela é importante para gerar diversidade genética. Agora, a sequenciação dos genomas de Candida clarificou definitivamente esta questão: algumas espécies possuem genes de reprodução sexuada e outras não. Contudo, naquelas que apresentam uma reprodução sexuada, ela só acontece muito raramente, sendo normalmente assexuada” – isto é, por fissão celular.

Normalmente, as candidíases manifestam-se como lesões cutâneas e podem ser facilmente tratadas com medicamentos antifúngicos. Mas, em caso de deficiência imunitária, podem ser letais, espalhando-se para o fígado, os pulmões, o cérebro. Põem em risco bebés prematuros, doentes transplantados, pessoas com HIV. E algumas espécies estão a tornar-se resistentes.

O que faz com que uma espécie de Candida seja patogénica e outra inócua? Este é um dos aspectos ainda pouco claros. Mas os resultados hoje publicados permitem começar a desvendar o mistério. “A sequenciação dos genomas e a sua comparação mostrou que as espécies patogénicas possuem um conjunto de genes envolvidos na patogénese” diz Manuel Santos, que liderou a participação portuguesa no trabalho.

Mais precisamente, o seu genoma contém um maior número de cópias de uma série de genes que codificam o fabrico de proteínas, chamadas adesinas, que comandam a síntese de proteínas da parede celular destes fungos. “São elas que interagem com as células humanas”, frisa Manuel Santos, “e isso é importante para a adaptação do fungo ao sistema imunitário do hospedeiro”, adaptação que condiciona a manutenção da infecção. “Este resultado é muito importante porque pode permitir desenvolver novos antifúngicos”, conclui.

Biografia - Pierre Margaron

Margaron, Pierre - Barão do Império Francês
n: 1 de Maio de 1765, Lyon (França)
m: 16 de Dezembro de 1824 em Paris (França)

Eleito capitão de uma companhia franca da Legião das Ardenas em Agosto de 1792, serviu no Exército do Norte até 1796. Em 1798 foi enviado para Itália servindo na cavalaria ligeira. Nomeado general de brigada em 1803, foi comandante da cavalaria do 4.º corpo de Exército de Soult durante as campanhas de 1805 na Alemanha, sendo ferido em Austerlitz. Em 1806, continua no 4.º Corpo e participa na guerra contra a Prússia, tendo estado presente na batalha de Iena. Participou na campanha de 1807 na Polónia estando presente em Mohrungen, sob o comando do marechal Bernadotte.
Em 1807 é colocado no 1.º Corpo de Observação da Gironda, participando na invasão de Portugal. Acompanha o general Loison ao Alentejo, combatendo em Évora e depois no Vimeiro, tendo sido nomeado Barão do Império em princípios de 1809.

Em 1813 é promovido a general de divisão e participa na campanha da Alemanha, sendo nomeado governador de Leipzig. Durante a Restauração foi Inspector-Geral da "Gendarmerie."

Fonte:
Jean Tulard e outros,
Histoire et Dictionnaire du Consulat et de l'Empire, 
Paris, Laffont, 1995. 

Vídeo - Isto é Matemática T05E09 O Estranho Mundo de Escher

Postal Antigo - Angola - Hipopótamos


Biografia - René Descartes

René Descartes ( 1596-1650 ), filósofo e matemático francês. Fundador da geometria analítica e um dos iniciadores da moderna filosofia. Autor do "Discurso do método" e "Meditações metafísicas". Foi educado em escolas jesuíticas, tendo deixado a França, indo viver na Holanda, onde permaneceu por quase toda a sua existência.

Elaborou uma teoria segundo a qual o universo estaria organizado em vórtices em permanente estado de rotação, estando localizado em cada um deles um corpo celeste. O vórtice que conteria a Terra estaria em órbita em torno do Sol.

Descartes tinha uma concepção mecanicista do universo. Para ele, tudo poderia ser descrito como constituído de componentes mais simples, pensamento que Einstein utilizara séculos após, para desenvolver a Teoria da Relatividade Geral. Os componentes mais simples são o ponto, a distância e o movimento. Era tão mecanicista que mesmo descrevendo o corpo humano buscou fazê-lo através de um sistema de mecanicismos mecânicos. Afirmava que a própria alma humana, estaria situada fora do corpo humano e que o relacionamento entre ambos seria feito através da glândula pineal, localizada no cérebro.

Em matemática, foi o primeiro a utilizar de modo sistemático as letras do alfabeto representativamente, como constantes, variáveis e incógnitas. Estabeleceu a utilização dos expoentes e o símbolo de raiz quadrada.

Seus biógrafos contam que a sua realização mais famosa no campo da Matemática, aconteceu enquanto estava na cama ( Descartes tinha saúde debilitada ) e observava uma mosca voando. Atentou para o fato de que toda posição ocupada pela mosca podia ser determinada pela intersecção de três planos ortogonais, paralelos às paredes do aposento. Isto o teria levado a desenvolver o sistema de coordenadas que até hoje utilizamos para produzir gráficos bi e tridimensionais: a representação do espaço cartesiano.

A representação cartesiana leva Descartes a desenvolver a Geometria Analítica, e pela primeira vez na história da Matemática, consegue-se a integração entre Álgebra e Geometria, propondo um novo campo de trabalho que teria desdobramentos enormes nos séculos seguintes.

Em 1649 Descartes aceita convite para trabalhar na corte da Suécia. O clima do país, imprópio para a sua saúde, o leva a morrer de pneumonia durante o primeiro inverno que ali viveu.

Biografia - Alexandre Soares

Alexandre José de Medeiros Pereira Soares nasceu no Porto, em 15 de Junho de 1958. Na adolescência começa a tocar guitarra clássica. Aos 18 anos inicia-se na guitarra eléctrica. 

Durante algum tempo chega a tocar com os Pesquisa que vieram mais tarde a tornar-se nos Taxi.

Em 1980 estava a tocar sozinho em casa e à procura de elementos para formar uma banda. Encontra Vítor Rua e Toli César Machado com quem forma os GNR. Alexandre Soares  assumiu as vocalizações nos dois primeiros singles ("Portugal na CEE" e" Sê Um GNR"). 

Em 1981 toca com Vítor Rua e Rodrigo Freitas nos Pastorinhos de Fátima. 

Nos GNR lança ainda o máxi-single "Twistarte" e os LPs "Independança", "Defeitos Especiais", "Os Homens Não Se Querem Bonitos" e "Psicopátria".

Em 1986 foi co-autor, em conjunto com o seu irmão João Pedro Soares, da música para o bailado "Barcos Negros" que conquistou o primeiro prémio do Concurso Internacional de Bailado de Lisboa. 

No ano seguinte sai dos GNR devido a insatisfação com o trabalho no grupo.

Lançou o seu primeiro disco a solo em 1988. O álbum "Um Projecto Global", maioritariamente instrumental, incluía o tema "Luzes de Hotel" com letra de Pedro Ayres Magalhães.

Em 1990 compôs a música da peça "Coração na Boca", da autoria de Sam Shepard, com letras de Rui Reininho. Na peça participavam Xana, Ricardo Carmo e os actores Natália Luísa e Virgílio Castelo.

Nesse ano sofre um acidente de viação que o impede de tocar durante dois anos. Durante algum tempo dedica-se a fazer o som ao vivo dos Ban. Em 1992 entra para o projecto Song Experience que depois muda de nome para Zero. É com esta nova designação que é lançado o único álbum do grupo.

Ainda em 1992 é convidado a participar no álbum "Partes Sensíveis" dos Três Tristes Tigres. A primeira colaboração de corpo inteiro no projecto deu-se com a versão de "Anjinho da Guarda", incluída no disco de homenagem a António Variações, com arranjos e produção de Alexandre Soares.

Produziu uma intervenção sonora na instalação "Señor Estupor", de Javier Dias, para a exposição "La Imagen Frágil" da Fundación La Caixa (Barcelona).

Compôs também a música para o filme "Sapatos Pretos", de João Canijo e para uma curta metragem de Rui Simões.

Em 1998 foi considerado o compositor português do ano, pelo jornal Público, devido ao álbum "Guia Espiritual" dos Três Tristes Tigres. 

Em 1998, o seu projecto "Flight 2000" teve um tema num máxi da Kami' Khazz. O outro tema desse disco era dos Mute Life Dpt. 

Faz também a música original de "Buenas Noches, Mi Amor", com textos de Al Berto lidos por João Reis no Teatro Nacional S. João (1999).

Com "Vooum" iniciou a sua colaboração com a coreógrafa Né Barros e o Balleteatro. A Audeo lançou em 2000 o disco com a banda sonora de "Vooum".

A colaboração com Né Barros teve seguimento com "No Fly Zone" (estreado a 19 de Outubro de 2000) e "Exo" (2001).

Compôe a música para o filme "Ganhar a Vida", de João Canijo. Faz também a banda sonora do telefilme "Rádio Relâmpago" de José Nascimento.

Em 2003 assina a co-produção do disco de estreia dos Mesa. No Teatro Carlos Alberto (TeCa) é apresentado o espectáculo "Rua!" com música de Vítor Rua e que teve a participação de Alexandre Soares e Nuno Rebelo.

Assina a banda sonora da coreografia "Vaga" de Né Barros, em 2004.

A Audeo lança em 2005, no formato DVD, os espectáculos "No Fly Zone" e "Vaga", de Né Barros (direcção e coreografia), Alexandre Soares (música original) e Filipe Martins (DVD e montagem).

Começa um trabalho de colaboração com o músico Jorge Coelho.

DISCOGRAFIA
Um Projecto Global (LP, Polygram, 1986)
Vooum (EP, Audeo, 2000)
Cães aos Círculos (Ep, Borland, 2006) (com Jorge Coelho)

Colectâneas
República das Bananas (1996) - Fire Man (com Rui Fernandes/Hélder Gonçalves/Pedro Martins/António Cunha/Regina Guimarães)
Uma Outra História (2005) - Call Up (com Zé Pedro/Gui/Pedro Gonçalves/Jorge Coelho/Fred)
Borland (2005) -

COMENTÁRIOS
Eu não sou muito rápido a trabalhar. Há coisas que andam muito depressa mas, depois, existem pequenos pormenores que até podem não se notar em que ando meses à volta. Como gravo em casa, tenho de fazer tudo: ligar os cabos, sou técnico, electricista... Mas agrada-me mais assim. Tenho muito medo de ter de refazer tudo, dentro de um estúdio, em três semanas, com muito boas condições técnicas, mas com o contacto emocional todo trocado. A grande questão, quando estou a fazer música, é estar emocionalmente ligado aos temas que estou a trabalhar. A própria edição em «sampler» tem de ter um conteúdo emocional. Eu trabalho as máquinas como quem está a tocar guitarra. AS/1998

NO RASTO DE...
Alexandre Soares faz parte dos Três Tristes Tigres. O último disco editado foi a compilação "Visita de Estudo". 

Biografia retirada de Anos80

Documento - Breve história do conceito de Dieta Mediterrânica numa perspetiva de saúde


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Desenhos para colorir - Primavera


Conteúdo - Baruch Espinoza - Obra


Livros

a) Publicados "post mortem":

Escritos em latim:
-Ética demonstrada à maneira dos geómetras (Ethica Ordine Geometrico Demonstrata) - iniciado em Rijnsburg e finalizado em Haia em 1675;

Conteúdo:
Primeira parte: Deus
Segunda parte: A natureza e a Origem da Mente.
Terceira parte: A Origem e a Natureza dos Afetos.
Quarta parte: A Servidão Humana ou a Força dos Afetos.
Quinta parte: A Potência do Intelecto ou a Liberdade Humana.
Tratado Político (Tractatus Politicus), depois incluído na Ética; 1677
Tratado sobre o Cálculo Algébrico do Arco-Íris, 1687
Tratado sobre o Cálculo das Probabilidades, 1687
Compêndio de Gramática da Língua Hebraica, inacabado.

Escritos em holandês:
-Breve tratado de Deus, do homem e do seu bem-estar (Korte Verhandeling van Deus, de Mensch en deszelvs Welstand) (foi um esboço da Ética); 1660

b) Publicados
-Tratado sobre a Reforma do Entendimento (De Intellectus Emendatione) - Ensaio. Também publicado na língua portuguesa com os títulos: Tratado para Emendar o Intelecto (Editora Unicamp), Tratado da Reforma da Inteligência (Editora Martin Fontes), Tratado da Reforma do Entendimento (Editora Escala) e Tratado sobre a Correção do Intelecto (Acrópolis Filosofia), 1662.

-Princípios da Filosofia de Descartes, publicado junto com seu apêndice Pensamentos Metafísicos. Espinosa revela seu afastamento cada vez maior em relação a várias teses de Descartes, embora pareça apenas servir-se do cartesianismo para refutar a escolástica. 1663.

-Tratado Teológico-político (Tractatus Theologico-Politicus), 1670

quarta-feira, 25 de outubro de 2017

Notícia - Veneno e dentes do dragão de komodo responsáveis pela morte das presas


Até agora fugia-se dos dentes do dragão de komodo por causa das bactérias mortais que vivem na sua saliva, mas um novo estudo, publicado online na revista “Proceedings of the National Academy of Sciences”, mostra que afinal é do veneno que se tem que ter medo.

“A teoria defendida de que o dragão de Komodo mata regularmente utilizando as bactérias que carrega na boca é errada”, disse em comunicado o co-autor do estudo Stephen Wroe, da Universidade de Nova Gales do Sul, na Austrália. “O dragão é verdadeiramente venenoso. Tem glândulas salivares modificadas que injectam agentes hipersensitivos e anticoagulantes que, combinados com as adaptações dos dentes e de um crânio de peso leve, permitem matar animais grandes através de uma perda de sangue rápida.”

O dragão de komodo, Varanus komodoensis, é o maior lagarto terrestre que existe, podendo alcançar os três metros de comprimento e vive em algumas ilhas do arquipélago da Indonésia. “Estes grandes répteis carnívoros são conhecidos por morderem a presa, libertarem-na, deixando-a sangrar até à morte devido às feridas infligidas. Nós mostrámos agora que é o arsenal combinado dos dentes do Dragão de Komodo e o veneno que contam para a caça”, disse em comunicado o primeiro autor do artigo, Bryan Fry, investigador da Universidade de Melbourne na Austrália.

Os investigadores analisaram a forma do crânio do lagarto e a força capaz de exercer durante a mordida – comparando com a dentada do crocodilo –, através de imagens de ressonância magnética. Apesar da força com que o dragão morde ser menor do que a do crocodilo, as glândulas de veneno e os dentes serrilhados permitem lacerações profundas por onde entra o veneno.

Para analisar a composição do veneno, os investigadores retiraram as glândulas a um dragão de komodo do jardim zoológico de Singapura, que estava mortalmente doente. As análises mostraram uma bateria de moléculas que diminuem a pressão sanguínea, o que faz com que a vítima entre em choque quando é mordida. O veneno também está carregado de toxinas anticoagulantes que não deixam a ferida das vítimas sarar. “A combinação da dentada especializada e do veneno parece minimizar o contacto entre o Dragão e a sua preza, o que permite caçar animais maiores”, explicou Bryan Fry.

O dragão de komodo não conta com mais de cinco mil indivíduos distribuídos por cinco ilhas do arquipélago da Indonésia e é considerada uma espécie vulnerável. Este estudo mostrou ainda que o Varanus priscus, um parente próximo do dragão de komodo com sete metros de comprimento que desapareceu há 40 mil anos, também utilizava veneno para atacar as prezas e foi o maior animal venenoso que alguma vez existiu.

Biografia - Antoine Maurin

Maurin, Antoine
Barão do Império Francês
n: 19 de Dezembro de 1771, em Montpellier (França)
m: 4 de Outubro de 1830, em Paris (França)

Soldado de cavalaria ligeira em 1792, distingue-se no sítio de Maastricht e na batalha de Roer, em 1794, sendo promovido ao posto de 2º Tenente (Alferes). O seu heroísmo em Limbourg, em 1796, faz com que seja promovido a Tenente no campo de batalha. Ajudante-de-campo de Bernadotte é transferido com este para o Exército de Itália sendo promovido a Capitão em 1797. Em 1800 está no Exército do Oeste que combate os monárquicos franceses e em 1805, continuando a acompanhar Bernadotte, está no 1º Corpo de Exército, com o qual faz as campanhas de 1805 a 1807, sendo promovido a General de Brigada.
Em finais de 1807, é colocado no 1º Corpo de Observação da Gironda, sendo barão do império em Março de 1808. É enviado no início de 1808 para Cádiz, quando o exército espanhol abandona Portugal. Fica-se pelo Algarve donde é expulso pela revolta de 1808, atacando e saqueando Beja, no regresso das tropas a Lisboa. Capturado em Junho de 1808 pelos ingleses só será libertado em Setembro de 1812.

Doente, servirá a partir dessa data somente em postos administrativos, sendo promovido a general de divisão em 1814. Apoia Napoleão Bonaparte durante os Cem Dias, sendo ferido na batalha de Ligny em 16 de Junho de 1815.

Fonte:
Jean Tulard e outros,
Histoire et Dictionnaire du Consulat et de l'Empire, 
Paris, Laffont, 1995. 

Vídeo - Isto é Matemática T05E08 Ao Infinitamente Pequeno e Mais Aquém

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Biografia - Thomas Edison


Thomas Alva Edison nasceu no dia 11 de Fevereiro de 1847, no seio de uma família de classe média de Milan, Ohio, EUA. Quando tinha sete anos a família mudou-se para Port Huron, Michigan, EUA. Devido à sua dificuldade em concentrar-se e às perguntas insistentes que faziam irritar o professor, saiu da escola 12 semanas depois do início das aulas. A educação do pequeno Thomas ficou a cargo da sua mãe, permitindo-lhe então orientar os seus próprios estudos. Incentivado pela mãe, montou um laboratório no seu quarto, onde fazia experiências que, por vezes, abanavam a casa.

Para conseguir mais dinheiro para as suas experiências, deixou definitivamente a escola aos 12 anos — até porque nem ouvia bem o professor — e começou a trabalhar. Arranjou um emprego como ardina no comboio que fazia a ligação entre Port Huron e Detroit. Além dos jornais vendia sanduíches, doces e fruta aos passageiros. O guarda da estação tinha-lhe autorizado a guardar os doces e os jornais num vagão vazio; a pouco e pouco Edison mudou o seu laboratório também para lá... até ao dia em que houve um incêndio na carruagem! Durante este período, a surdez de Edison tornara-se evidente.

Edison desenvolveu um grande interesse por telegrafia. [Mais tarde até deu as alcunhas de "Dot" (ponto) à filha e "Dash" (traço) ao filho]. Depois de algumas aulas tornou-se telegrafista na sua terra natal. Mas como já fizera no seu vagão-laboratório, quase fez explodir o gabinete onde trabalhava. Durante os cinco anos seguintes, o jovem Thomas trabalhou por toda a parte.

Num dos seus muitos empregos trabalhava à noite. E tinha que enviar um sinal para a central para mostrar que estava acordado. Edison inventou um sistema que, de hora a hora, enviava automaticamente um sinal, permitindo-lhe dedicar-se a outras actividades, tais como dormir! Um dos seus primeiros inventos foi uma ratoeira eléctrica que ele utilizava para caçar os ratos que populavam o seu quarto de pensão.

Em 1869 mudou-se para Nova Iorque com a intenção de se estabelecer como inventor independente. Quando chegou, estava esfomeado e sem dinheiro, mas a reparação de um indicador de preços na bolsa de Wall Street valeu-lhe um contrato com a Western Union. Este trabalho permitiu-lhe estabelecer-se por conta própria em Newark. Nesta altura casou-se com uma das suas empregadas, Mary Stilwell — segundo a história, logo após o casamento, foi directamente para a oficina, de onde só voltou a altas horas!...

Em 1876, Edison decidiu mudar-se para Melo Park, New Jersey, onde montou uma "fábrica de inventos". No ano seguinte, desenvolveu o fonógrafo e o transmissor de carbono para telefones. Edison tinha verificado que se falasse para um diafragma (disco fino) onde estava montado um estilete, este deixava marcas num pedaço de papel "couché". E se puxasse novamente o papel sob o estilete, produzia-se som. Após profundo desenvolvimento, o fonógrafo funcionava do seguinte modo: a voz do utilizador fazia vibrar o diafragma de gravação, enquanto o cilindro coberto com papel de estanho ia girando sob a agulha do diafragma, este fazendo cortes na folha de estanho que variavam conforme o som. Quando a gravação estava completa, a agulha era substituída por outra, e, girando novamente o cilindro, a máquina reproduzia as palavras.


Este invento deu-lhe fama e reconhecimento mundial. Pouco depois da invenção do fonógrafo, Edison iniciou um projecto muito mais audacioso — a lâmpada eléctrica. Testou diversos filamentos na lâmpada, com o objectivo de encontrar um que se inflamasse e brilhasse sem se derreter, quando a electricidade passasse através dele. Optou, então, pelo algodão enrolado em carbono. Encerrou o filamento num globo de vidro de onde retirou todo o ar, de forma a criar vácuo. Esta lâmpada funcionou durante 40 horas e foi um sucesso!! Outros inventores tentaram igualmente criar uma lâmpada, mas apenas brilhava por alguns minutos. O seu objectivo final com esta invenção era iluminar Nova Iorque: tinha a ideia que as casas que usassem energia eléctrica ficassem ligadas a uma central eléctrica através de fios de cobre.

A instalação eléctrica foi feita num circuito fechado em que a corrente circulava simultaneamente em dois sentidos, pondo os elementos do circuito em paralelo. Assim, fundindo-se uma lâmpada, as outras ficavam acesas. Quando inaugurou o primeiro serviço de distribuição eléctrica instalado na cidade de Nova Iorque, em 1882, contava com 85 utilizadores.

Mais tarde adaptou o invento da lâmpada para desenvolver o comboio eléctrico, e fundou os caminhos de ferro eléctricos da América. Em 1887 abriu um laboratório em West Orange, New Jersey. Aqui criou a sua câmara e o projector para filmes animados, no ano de 1891.

Edison morreu em Outubro de 1931. A América homenageou-o, apagando todas as luzes por alguns momentos. A Thomas Edison são atribuídas mais de 1000 patentes, tornando-o no maior inventor de todos os tempos!

Glória Almeida

Biografia - Ana

A cantora Ana, de nome completo Ana Bela Alves, nasceu em Sintra no ano de 1954.

Estreou-se com o single "Sonha Comigo", editado pela Rossil em Outubro de 1980. O single foi um grande sucesso atingindo o galardão de disco de ouro.

Com o segundo single, "Quanto Mais Te Bato", com dois temas da autoria de Carlos Paião e produção de António Sala, volta a repetir o sucesso.

No ano de 1982 é lançado o single "Dama de Copas". Com o tema  "O Nosso Filme" participa no Festival da Canção da Rádio Comercial.

Grava em Londres um single com os temas "Tão Lindo" e "Começar" mas que obteve pouco sucesso.

Concorre ao Festival RTP da Canção de 1983 onde apresenta  o tema "Parabéns, Parabéns a Você" da autoria do madeirense Luís Jardim.

É lançado um novo single com os temas "Primeiro Beijo" e "Vem Depressa". Chega a disco de prata.

É editado novo single com "Alegria de Viver", um tema da autoria de Dino Meira.

O single "Laranja, Laranjinha" é editado no verão de 1985. Em Agosto de 1986 é editado o álbum "Tapete Voador - Os Sucessos da Ana Maria".

Assina com a editora Discossete. Com Luís Filipe grava os singles "Não Digas Mais Nada" (1986) e "Meu Bombom" (1987).

Em 1990 é editado o álbum "Só Mais Um Beijo" que contou com a colaboração de Ricardo Landum (ex-TNT, Ex-Ibéria).

Lança o álbum "Fazer de Mim Cetim" em 1991.

O álbum "Filha do Vento" é editado em 1992.

No ano de 1994 é lançado o álbum "Amor Bandido".

Regressa à editora Polygram que edita, em 1995, o CD "Doce Tropical" com temas como "Dança do Xuxu".

O álbum "Açúcar Moreno" é editado em 1997.

Novo disco, "Amor Divino", é editado em 1999.

Em 2001, a Universal lança a compilação "O Melhor de 2" com temas de Ana e Cândida Branca Flor.

A editora Farol editou em 2004 a compilação "O Melhor de Ana" com alguns dos maiores sucessos da sua carreira. A Universal lançou uma nova compilação na série "A Arte e a Música".

DISCOGRAFIA
(Compilação, 198)
Tapete Voador - Os sucessos da Ana Maria (LP, Polygram, 1986)
Só Mais Um Beijo (CD, Discossete, 1990)
Fazer de Mim Cetim (CD, Discossete, 1991)
Filha do Vento (CD, Discossete, 1992)
Amor Bandido (CD, Polygram, 1994)
Doce Tropical (CD, Polygram, 1995)
Açúcar Moreno (CD, , 1997)
Amor Divino (CD, , 1999)

SINGLES
Sonha Comigo (Single, Rossil, 1980)
Quanto + Te Bato/Mesmo Assim (Single, Rossil, 1981)
Dama de Copas (Single, Rossil, 1982)
O Nosso Filme (Single, Rossil, 1982)
Parabéns (Parabéns a Você) (Single, Polygram, 1983)
The Linde/--Começar (Single)
--Primeiro Beijo/Vem Depressa (Single, Polygram, 1983)
--Alegria de Viver (Single, Polygram, 1984/5)
Laranja, Laranjinha (Single, Polygram, 1985)
--Tapete Voador/Tapis Volant (Single, Polygram, 1986)
Queen Of The Night ... Satisfaction
Não Digas Mais Nada (Single, Discossete, 1987)
Meu Bombom (Single, Discossete, 1988)

COMPILAÇÕES SE
O Melhor de 2 - Ana/Cândida Branca Flor (Compilação, Universal, 2001) 
A Arte e a Música (Compilação, Universal, 2004)
O Melhor de Ana (Compilação, Farol, 2004)

COMENTÁRIO
"Comecei por fazer uma balada, depois o rock, a música romântica e, agora, uma música mais romântica, o género onde pretendo estacionar durante algum tempo (...) sou uma pessoa versátil, não gosto de fazer sempre a mesma coisa." Ana / TV Top 1983

Biografia retirada de Anos80

Manual - Dieta Mediterrânica - um padrão de alimentação saudável


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