quarta-feira, 1 de novembro de 2017

Notícia - O estranho acidente que impediu que Portugal e Espanha fossem um único país


Dom Afonso de Portugal  nasceu em Lisboa no dia 18 de Maio de 1475 e faleceu em Santarém a 13 de Julho de 1491. Era o único filho e herdeiro de D. João II e de D. Leonor, Reis de Portugal. O rei tanto adorava este seu filho que, em sua homenagem, baptizou de “Príncipe” a ilha mais pequena do arquipélago de São Tomé e Príncipe.

Ainda em criança, D. Afonso casou com a princesa Isabel de Aragão, filha mais velha dos Reis católicos. Ficara escrito no tratado de anulação das terçarias de Moura, que aos 14 anos, o príncipe herdeiro D. Afonso casaria com a infanta Joana, filha segunda dos Reis Católicos, mas se a sua irmã mais velha, herdeira dos reinos de Castela, Aragão e parte de Navarra, ainda se encontrasse solteira nessa altura, então o matrimónio do príncipe Afonso, efectuar-se-ia de preferência com ela e foi mesmo isso que aconteceu.

Isabel I de Castela e Fernando II de Aragão tinham um herdeiro, Juan, que era um jovem frágil e que viria a falecer com dezanove anos de idade. A princesa Isabel seria, portanto, a herdeira mais provável das coroas de Castela e Aragão e, como estava casada com o Príncipe herdeiro de Portugal, adivinhava-se uma união dos reinos ibéricos sob a alçada de Portugal.

Estava implícito neste acordo o plano da união ibérica, pelo que alguns boatos sobre a possível aproximação, para efeitos de casamento com a infanta Isabel a mais velha e herdeira, com as casas de França e de Nápoles, não passavam disso mesmo, pois nada mais poderia agradar à coroa de Castela que o casamento da sua herdeira com o infante de Portugal.

Em Janeiro de 1490, foram convocadas cortes, reunindo-se em Évora no mês de Março, que aprovaram o enlace e estabeleceram uma contribuição de 100.000 cruzados, para cobrir as despesas com as solenidades. Os esponsais celebraram-se em Sevilha, num domingo depois da Páscoa, debaixo de grandes festejos. Desde essa data o príncipe Afonso e a infanta Isabel estavam casados por procuração.

A reunião dos noivos, viria a realizar-se já perto do fim desse ano, depois de grandes preparativos, minuciosamente dirigidos pelo próprio Rei. Tudo preparado com grande fausto, conforme descrito por Garcia de Resende. Isabel I de Castela e Fernando II de Aragão tinham um herdeiro, Juan, que era um jovem frágil e que viria a falecer com 19 anos de idade.

A princesa Isabel seria, portanto, a herdeira mais provável das coroas de Castela e Aragão e, como estava casada com o Príncipe herdeiro de Portugal, adivinhava-se uma união dos reinos ibéricos sob a alçada de Portugal.

Os Reis católicos tentaram manobrar diplomaticamente para dissolver o casamento, sem sucesso, dada a influência portuguesa junto do Papa. A sua causa estava aparentemente perdida, quando um acidente salvou Castela e Aragão de uma anexação.

Afonso morreu em circunstâncias misteriosas, de uma queda de cavalo durante um passeio, em Alfange, Santarém, à beira do Tejo. A hipótese de assassinato nunca foi provada, mas os Reis católicos tinham tudo a ganhar com este desaparecimento. Ainda para mais, o aio castelhano do jovem Afonso desapareceu para Castela no próprio dia, depois de ter sido a única testemunha ocular do incidente. Segundo outra fonte, (Bernardo Rodrigues, em os Anais de Arzila), o seu aio era João de Meneses, conde de Cantanhede. As preces que D. João II mandou rezar por todo o Reino e os esforços dos físicos, não conseguiram as melhoras de D. Afonso, que viria a falecer no dia 13 de Julho de 1491.

As exéquias decorreram no mosteiro da Batalha, com o espectáculo de dor habitual nas épocas medievais, homens que arrancavam as barbas até ficarem com o rosto em sangue, cabeças que batiam contra o cadafalso ou mulheres arranhando desesperadamente a face.

Depois da morte de D. Afonso, D. João II nomeou como sucessor o Duque de Beja, seu primo, que viria a governar como D. Manuel I de Portugal.

Ainda em Évora em 1490, após o casamento do filho, tinha D. João II, sofrido os primeiro sintomas da estranha enfermidade que o havia de matar. Em 1495 já não sofria apenas de mal estar e desmaios, também o seu aspecto outrora belo se havia começado a alterar devido a um inchaço.

Os seus últimos anos de vida foram, de imensa actividade em permanente mudança pelo País, um pouco como procura e qualquer lado, a receita que pudesse minimizar os seus padecimentos.

A rainha D. Leonor também adoecera gravemente, aumentando a aflição do Rei, que se nunca se recompusera do falecimento do infante, julgava agora também vir a perder a mulher.

Acabou a rainha por salvar-se e o rei, que nunca deixara abrandar a sua actividade, encontrava-se com a corte em Évora mo verão de 1495 quando uma inoportuna peste assola a cidade, obrigando a corte a retirar-se para Alcáçovas.

O mal que padecia estava avançando, de tal forma que a s mãos de tanto incharem, já mal lhe permitiam segurar uma pena para escrever de tal forma que mandara fazer uma chancela em ouro para as assinaturas.

Infrutíferas continuavam a ser as tentativas de D. João II, junto de D. Leonor, para que autorizasse a legitimação do filho Jorge, bastardo de D. João.

Tinham tido notícias de algumas maravilhas curativas que com as águas de Monchique se obtinham, que o levaram a decidir partir para o Algarve . Com o franciscano João da Póvoa se confessou e com ele redigiu o seu testamento, optando por não afrontar a Rainha e não nomear seu filho Jorge herdeiro do trono, optando por nomear D. Manuel, duque de Beja e seu cunhado.

Também cuidou em Alcáçovas antes de partir, de deixar nomeado Vasco da Gama, como capitão da frota que deveria ir à Índia.

Em Monchique porém as águas fizeram-lhe ainda pior, retirando para o Alvor, onde viria a morrer, em casa de D. Álvaro de Ataide, mas foi o próprio rei que desenganado pelos médicos, sobre as suas hipóteses de salvação, organizou o próprio cenário da sua morte, ordenou a sua extrema unção, e faleceu no dia 25 de Outubro de 1495, apenas com 40 anos, não sem antes pedir aos que o rodeavam que não o agoniassem com o seus prantos.

Isabel a Católica, quando recebeu a notícia, terá exclamado “morreu o Homem”, D. João II passou na História de Portugal a ser conhecido pelo Príncipe Perfeito.

Informação retirada daqui

Notícia - Salto de vida da água para terra

Os primeiros vertebrados munidos de patas, os tetrápodes, apareceram há 397 milhões de anos, segundo indícios encontrados na Polónia e que lançam uma nova luz sobre a evolução da vida marinha para a vida terrestre, informa um artigo publicado na revista ‘Nature’.

Os indícios encontrados em sedimentos marinhos que datam do período Devoniano médio (397-385 milhões de anos), são 18 milhões de anos anteriores aos mais antigos tetrápodes descobertos até ao presente. Os animais eram provavelmente semelhantes a crocodilos e teriam tido um estilo de vida semelhante aos dos anfíbios (que só vieram a surgir milhões de anos depois).

O tamanho das pegadas indica que eles teriam mais de dois metros de comprimento. Além disso, ao contrário do que se acreditava até então, os primeiros tetrápodes não teriam vivido em lagos de água doce e deltas fluviais e sim no lodo marinho que fica a descoberto com a maré baixa ou nas lagunas de recifes de corais. O meio ambiente fluvial do Devoniano provavelmente não proporcionava aos tetrápodes recursos alimentares tão abundantes e fáceis de capturar.

Biografia - Guilherme Schaumbourg Lippe

n.     24 de janeiro de 1724.
f.      [ 10 de setembro de 1777 ].

Conde soberano de Schaumbourg, marechal general do exercito português.

Nasceu em Londres a 24 de janeiro de 1724. 

Depois de ter estudado em Leyde na Holanda, e em Montpellier na França, entrou no serviço das guardas inglesas, sendo em breve despachado alferes, e tendo apenas dezanove anos assistiu à batalha de Dettiragen, com seu pai, então general ao serviço da Holanda. Alistando-se na marinha inglesa em 1744, deixou pouco depois essa carreira por falta de saúde, e mais tarde entrou em nova campanha ás ordens do general austríaco conde de Schulembourg, largando em seguida a vida militar. Viajou durante dois anos, e tendo vinte e um anos de idade foi chamado ao governo dos seus estados. Em 1757 uniu-se com a sua tropa ao exército hanoveriano de cuja artilharia foi nomeado grão-mestre pelo rei de Inglaterra, e nesta qualidade tomou parte em algumas batalhas.

Em 1762 o marquês de Pombal, vendo iminente a guerra entre a nossa corte, e as de Espanha e França, ao mesmo tempo que pedia socorro à Inglaterra, cuidou de contratar um general estrangeiro para comandante em chefe do nosso exercito, e por indicação do rei de Inglaterra foi escolhido para essa elevada comissão o conde Schaumbourg Lippe. A 3 de julho do referido ano se expediu o decreto nomeando-o marechal general dos exércitos, e encarregando-o do governo das armas de todas as tropas de infantaria, cavalaria, dragões e artilharia, e director geral de todas elas. Chegando a Lisboa, o conde de Lippe tratou logo de ver quais as tropas sólidas com que podia dispor, e reconheceu que apurando-as bem não tinha para compor o exercito de operações mais de sete ou oito mil ingleses e outros tantos portugueses, porque  o resto das tropas nacionais era preciso para guarnecer as praças ou formado de recrutas mais prejudiciais do que úteis nas marchas que deviam constituir as manobras principais da defensiva. Tendo apenas essa diminuta força para se opor ao exercito franco espanhol, que constava de 42.000 homens e 93 canhões, o marechal decidiu-se a limitar as suas manobras a conservar-se na defensiva, procurando apenas inquietar a marcha dos invasores, e tendo as suas tropas concentradas lança-las num momento imprevisto sobro algum ponto fraco do inimigo, imitando assim o sistema de guerra do grande Frederico. Entretanto o marquês de Sarria atravessava o rio Côa, tomava Castelo Rodrigo, e marchava sobre Almeida, e o conde de Lippe logo que teve conhecimento dessas operações concentrou as suas tropas em Abrantes, esperando ensejo para uma empresa qualquer. Em breve se apresentou esse ensejo, e o marechal, notando que os espanhóis, parecendo prepararem se para invadir o Alentejo, depois da tomada de Almeida, começaram para isso a dispor armazéns de viveres pela fronteira de Badajoz e mantinham aí em observação uns três ou quatro mil homens, concebeu o audacioso projecto de lançar no Alentejo um corpo de tropas que fosse surpreender esses armazéns a esses destacamentos inimigos e cortar ao mesmo tempo da sua base de operações o exercito que sitiava Almeida. 

Para levar a cabo este plano dividiu o marechal o seu exército em cinco fracções ou corpos, estabelecendo-se o 1.º sob o comando do conde de Loudon em Viseu, tendo por missão especial defender as províncias do norte; o 2.° ás ordens do conde de Santiago foi enviado para Castelo Branco e depois para a Guarda afim de cobrir a Beira Baixa e a Estremadura; o 3.º ficou em Abrantes para acudir onde fosse preciso; o 4.º comandado pelo coronel Burgoyne devia marchar secretamente pelo Alentejo, lançar o terror pela Extrema dura espanhola, tomar ou incendiar os depósitos de viveres e cortar quanto pudesse as comunicações de Badajoz com o exército que sitiava Almeida, o 5.º finalmente, que constituía o grosso do exército, devia, protegido pelas operações de Burgoyne, penetrar em Espanha e cortar o exército do marquês de Sarria da sua base de operações. Uma condição essencial para o êxito deste plano era que Almeida se não rendesse tão depressa, e para prevenir esse desastre ordenou o conde de Lippe ao governador que defendesse a praça até à última extremidade. Dispostas assim as coisas, no dia 21 de agosto pela manhã Burgoyne passou o Tejo em Abrantes, e dirigindo-se secretamente a Castelo de Vide, entrou em Espanha, tomou de surpresa Valência de Alcântara, aprisionou ou dispersou cinco ou seis companhias do regimento de Sevilha e quarenta dragões que vinham servindo de escolta ao marechal de campo Balanza, que também ficou prisioneiro. No mesmo dia 24 pôs-se também a caminho, atravessando o Tejo o grosso do exército, mas a pasmosa imprevidência da administração dos víveres por tal forma demorou a marcha, que ainda as nossas tropas estavam a duas jornadas de Espanha, quando veio de súbito a noticia da capitulação de Almeida. Deste modo estavam perdidas todas as combinações do conde de Lippe, e o nosso exército corria risco muito sério de ser cortado pelos espanhóis, que avançando rapidamente podiam separar as forças que estavam no Alentejo das que ocupavam a Beira Alta e a Beira Baixa. Felizmente o conde andava com prudência, e valendo-se dos regimentos que conservara em Abrantes para proteger a junção das tropas de Loudon com o grosso do exército, deu ordem ao conde de Santiago para incomodar as comunicações do inimigo enquanto pudesse, e para se internar nos desfiladeiros entre o Tejo e o Zezere logo que isso se tornasse necessário, reforçou as tropas de Burgoyne deixando –as em observação entre Portalegre e Vila Velha e ao mesmo tempo trouxe rapidamente para Abrantes os regimentos que estavam em Nisa prontos a invadir a Espanha. Apesar de tudo, se os generais espanhóis manobrassem  com rapidez, podiam nessa ocasião ter alcançado grandes resultados; mas, felizmente para nós, as operações dos invasores foram dirigidas com tal demora que o conde de Lippe pode concentrar as suas tropas e tomar as disposições convenientes para se opor ao exército franco espanhol que de Castelo Branco, onde se reunira, parecia querer passar o Tejo em Vila Velha. O marechal chamou então Burgoyne a Vila Velha e encarregou-o de defender a margem do Tejo, construindo baterias em todos os escarpados das montanhas que por ali orlam o rio e aproveitando enfim o próprio castelo da Vila que apesar de ser um mau recinto, tinha a vantagem de ser de muito difícil acesso. Colocados sérios obstáculos que impediriam o inimigo de marchar para o Alentejo, tratou o conde de Lippe de defender também os desfiladeiros das montanhas que entre o Zezere e  o Tejo vão ter a Abrantes, mas ao mesmo tempo com certo desejo de que os inimigos desistindo de atravessarem o rio seguissem o caminho desses desfiladeiros, cuja defesa foi confiada às tropas do conde de Santiago, chamadas à pressa da Beira Baixa. Depois de ter perdido muito tempo o conde de Aranda que substituíra o marquês de Sarria no comando do exército espanhol, o que obrigou o conde de Lippe a retrogradar em pouco das posições que ocupava indo então postar-se em frente de Abrantes. Os inimigos, porém, quase nada aproveitaram com aquela vantagem, porque tendo na sua frente o marechal com as tropas  em posição fortíssima, eram fatigados por combinadas excursões, e tinham de viver e marchar nesse país devastado e sem estradas, e onde todas as operações de guerra eram dificílimas. O conde de Santiago recebera ordem para fazer retirar da Beira tudo o que pudesse servir à subsistência e marchas do invasor, e o conde de Lippe para aumentar os embaraços do inimigo, mandou contramarchar o conde de Loudon e reforçando-se com mais algumas tropas deu-lhe ordem de marchar para Penamacor afim de cortar as comunicações aos invasores. Entretanto o conde de Lippe não cessava de fortificar a sua magnifica posição, de a guarnecer e fornecer com artilharia e de estabelecer comunicações com a margem sul do Tejo, afim de se ligar com o corpo de Burgoyne. Ao mesmo tempo o Outono auxiliava-o, as tempestades haviam começado, o exército espanhol exposto às intempéries da estação com falta de víveres e de comodidades, atacado incessantemente pelos destacamentos portugueses, começou a achar-se em posição muito crítica. Ao saber que o conde de Loudon aparecia no Fundão, o conde de Aranda, vendo que não podia  tomar Abrantes, recuou e foi novamente ocupar Castelo Branco com  a intenção de emendar o erro que cometera, e de passar ao Alentejo em vez de prosseguir à invasão pela Beira Baixa. O conde de Lippe pôs-se logo em movimento para estorvar o plano do adversário, mas o mau tempo dificultou a operação, e o conde de Aranda voltou para Espanha. A guerra, porém, estava a findar. A Espanha fora infeliz nas suas tentativas contra Portugal, infelicíssima no mar e nas colónias, a França também suportara graves perdas marítimas, no continente. Frederico II obtivera a neutralidade dos russos, e depois de muitas alternativas dessa guerra dos Sete Anos, conseguira ganhar sobre os austríacos nova vitória decisiva. Em Fontainebleau reuniram-se os plenipotenciários discutindo o tratado de paz, e em vista disto o conde de Aranda e o conde de Lippe concordaram entre si um armistício que foi assinado no dia 1 de Dezembro de 1762, e que terminou no dia 11 com a chegada do próprio conde de Oeiras, que vinha trazer a notícia que no dia 3 de outubro se assinara em Fontainebleau a paz entre a França, Inglaterra, Espanha e Portugal. A 7 de março seguinte foi proclamada a paz definitiva, e no dia 20 de abril o conde de Lippe partiu para Lisboa. 

Esta campanha de 1762 teve uma grande importância para Portugal, porque ela datou a reorganização do nosso exército, e porque o conde de Lippe desenvolveu nessa guerra um grande tacto militar. Terminada a luta, o marquês de Pombal ocupou-se de reorganizar o exército, e nesse empenho o ajudou poderosamente o conde de Lippe. A disciplina e a instrução das tropas mereceram a principal atenção do marechal, que publicou os conhecidos Regulamentos de infantaria, cavalaria, e os artigos de guerra que se conservaram em vigor por muitos anos, sendo depois substituídos por um novo código de justiça militar. Da defesa do país e do melhoramento das fortificações, também se não esqueceu o conde de Lippe, e a ele se deve a construção do forte junto a Elvas, chamado hoje forte da Graça, mas que por muito tempo conservou o nome de Forte de Lippe. O conde voltou então À sua pátria,  elevado por D. José à dignidade de príncipe de sangue com tratamento de alteza, e recebendo nessa ocasião valiosos presentes, que consistiram em 6 canhões de ouro pesando cada um trinta e duas libras montados em reparos de ébano chapeados de prata, e um botão e uma presilha de brilhantes.

Publicações Alemãs Sobre o Conde de Lippe Uma Orientação Bibliográfica por Pedro Brito
Revista Militar

Conteúdo - O Ártico e a Antartida

Conteúdo - Porque está frio nos pólos?

Conteúdo - Ano Polar - Workshop de realização

Conteúdo - O gelo flutua?

Conteúdo - Quando o gelo desaparece

Resumo - A nossa Terra


Download 1 - Dropbox
Download 2 - Mega
Download 3 - Google Drive
Download 4 - Box

Conteúdo - Água doce e salgada

Resumo - Terra e os seus sub-sistemas em interacção


Download 1 - Dropbox
Download 2 - Mega
Download 3 - Google Drive
Download 4 - Box

Resumo - Terra e os seus sub-sistemas em interacção


Download 1 - Dropbox
Download 2 - Mega
Download 3 - Google Drive
Download 4 - Box

Resumo - Terra e os seus sub-sistemas em interacção


Download 1 - Dropbox
Download 2 - Mega
Download 3 - Google Drive
Download 4 - Box

Resumo - Terra e os seus sub-sistemas em interacção


Download 1 - Dropbox
Download 2 - Mega
Download 3 - Google Drive
Download 4 - Box

Powerpoint - Sistemas em Interacção


Download 1 - Dropbox
Download 2 - Mega
Download 3 - Google Drive
Download 4 - Box

Powerpoint - Subsistemas Terrestres


Download 1 - Dropbox
Download 2 - Mega
Download 3 - Google Drive
Download 4 - Box

Exercício - Subsistemas Terrestres


Integrada no tema introdutório à componente de Geologia, do programa de Biologia e Geologia (ano I), a abordagem ao sistema Terra e aos subsistemas terrestres afigura-se importante para a compreensão do objecto da Geologia, da complexidade do trabalho dos geólogos e da necessidade de diferentes métodos e instrumentos de trabalho para o estudo da Terra. Eis alguns comentários de imagens integradas numa aplicação para quadros interactivos sobre subsistemas terrestres.
Exercício 1

O exercício seguinte permite a exploração do conceito de sistema e da tipologia de sistemas. Favorece a discussão em torno da classificação do sistema Terra. As imagens seguintes mostram o exercício e a sua resolução, após deslocação dos termos para as posições correctas...

Exercício 2

O exercício seguinte permite explorar a classificação do sistema Terra, a fundamentação de tal classificação e respectivas consequências. As imagens seguintes mostram o exercício e a sua resolução, após deslocação dos termos para as posições correctas...
 


Exercício 3

Neste exercício os alunos apercebem-se que o sistema Terra, na sua parte mais superficial, funciona com todos os subsistemas em interacção. Ao mesmo tempo são confrontados com a dimensão da Geofera, antevendo a sua organização em camadas distintas, mas relacionadas entre si. 
Exercício 4

O ciclo hidrológico é um excelente exemplo das dinâmicas e interacções dos subsistemas terrestres. As imagens seguintes mostram o exercício e a sua resolução, após deslocação dos termos para as posições correctas...
 

Escrito por José Salsa

Exercício - Subsistemas Terrestres




Imagens de exercícios, extraídas da aplicação para QI "SUBSISTEMAS TERRESTRES" 

Integrada no tema introdutório à componente de Geologia, do programa de Biologia e Geologia (ano I), a abordagem ao sistema Terra e aos subsistemas terrestres afigura-se importante para a compreensão do objecto da Geologia, da complexidade do trabalho dos geólogos e da necessidade de diferentes métodos e instrumentos de trabalho para o estudo da Terra. Eis alguns comentários de imagens integradas numa aplicação para quadros interactivos sobre subsistemas terrestres.

Exercício 1

O exercício seguinte permite a exploração do conceito de sistema e da tipologia de sistemas. Favorece a discussão em torno da classificação do sistema Terra. As imagens seguintes mostram o exercício e a sua resolução, após deslocação dos termos para as posições correctas...

Exercício 2

O exercício seguinte permite explorar a classificação do sistema Terra, a fundamentação de tal classificação e respectivas consequências. As imagens seguintes mostram o exercício e a sua resolução, após deslocação dos termos para as posições correctas...
 


Exercício 3

Neste exercício os alunos apercebem-se que o sistema Terra, na sua parte mais superficial, funciona com todos os subsistemas em interacção. Ao mesmo tempo são confrontados com a dimensão da Geofera, antevendo a sua organização em camadas distintas, mas relacionadas entre si. 
Exercício 4

O ciclo hidrológico é um excelente exemplo das dinâmicas e interacções dos subsistemas terrestres. As imagens seguintes mostram o exercício e a sua resolução, após deslocação dos termos para as posições correctas...
 

Escrito por José Salsa

 

Conteúdo - Gigantesco icebergue prestes a nascer na Antárctida


Um gigantesco icebergue – que deverá ser o maior alguma vez registado – está à beira de se formar na Antárctida.

Uma fissura, que vinha a desenvolver-se lentamente nos últimos anos ao longo da plataforma de gelo Larsen C, na Península Antárctica, expandiu-se abruptamente no último mês. Cresceu 18 quilómetros em Dezembro, tendo agora mais de 80 quilómetros de comprimento. Faltam agora só 20 quilómetros para que a quebra ocorra, dizem os cientistas do Projecto Midas, da Universidade de Swansea, em Gales (Reino Unido).

“A plataforma de gelo Larsen C está prestes a derramar uma área de mais 5000 quilómetros quadrados, na sequência do crescimento substancial da fissura”, frisam os cientistas em comunicado. O icebergue “irá mudar substancialmente a paisagem da Península Antárctica” e poderá anunciar quebras ainda maiores na plataforma de gelo Larsen C.

As plataformas de gelo são áreas de gelo flutuante no oceano, com centenas de metros de espessura, na zona final dos glaciares. Os cientistas temem que a perda de plataformas de gelo à volta do continente branco permita que os glaciares no interior da Antárctida deslizem mais depressa em direcção ao mar, à medida que as temperaturas globais sobem devido às alterações climáticas, aumentando assim o nível do mar com o seu derretimento.

Nos últimos anos, várias plataformas de gelo já se partiram à volta das regiões no Norte da Antárctida, incluindo a Larsen B, que se desintegrou em 2002.

Informação retirada daqui

Vídeo - Isto é Matemática T05E12 Os Primos