segunda-feira, 25 de dezembro de 2017

Biografia - Antoine-Laurent Lavoisier

(1743 - 1794) Cientista, físico e químico experimental, funcionário público e político francês nascido em Paris, considerado o maior cientista da história da química. Filho de um próspero comerciante, iniciou seus estudos no Colégio Mazarino. Seu primeiro cargo público foi como membro da Ferme Générale, primeiro organismo de arrecadação de impostos; ocupou o cargo de inspetor-geral da fabricação de pólvora. Dedicado ao mesmo tempo à política e à ciência, foi premiado pela Académie des Sciences com a medalha de ouro por seu relatório sobre o melhor sistema de iluminação para Paris (1765), para a qual foi eleito membro (1768). Descobriu a composição do ar e demonstrou que ele era formado basicamente por dois gases: oxigênio e nitrogênio (1777), a composição do gás carbônico (1781) e, em colaboração com o cientista Pierre-Simon de Laplace, provou experimentalmente que a respiração animal era uma forma de combustão interna dos tecidos sob a ação do oxigênio.

Obteve o hidrogênio por ação do ferro em vapor d’água (1783), criou o termo oxigênio (1783) para denominar um gás que provocava as variações de peso sofridas pelos corpos quando queimados. No ano da tomada da Bastilha publicou Traité élémentaire de chimie (1784), onde estavam estabelecidas as bases de toda a química moderna, marcando o nascimento da química tal qual hoje a conhecemos.

Também com Pierre Laplace inventou um calorímetro de gelo (1784). Conseguiu eliminar da Química a teoria do flogístico da combustão metálica (1787), onde o flogístico ou flogisto era um fluido hipotético imaginado pelos químicos da época para explicar a combustão. Neste mesmo ano publicou Méthode de nomenclature chimique, com a colaboração dos também franceses Louis Bernard Guyton de Morveau, Antoine de Fourcroy e Claude Louis Berthollet, seus contemporâneos, propondo uma nova nomenclatura química sistemática e racional para esta ciência, com base nos conceitos de substâncias e suas composições, misturas (definido anteriormente por Boyle), elementos, etc.

Enunciou a lei da conservação das massas nas reações (1789), fundamental na história da química, e identificou a noção de elemento como aquela substância que não pode ser decomposta pela ação de processos químicos e publicou uma tabela com 31 elementos químicos (1790). Não conheceu a diferença entre átomo e molécula, mas desenvolveu a teoria dos ácidos. Suplente de deputado nos Estados Gerais (1789), após a revolução francesa (1784), foi nomeado sucessivamente membro da comissão incumbida de estabelecer o novo sistema de pesos e medidas e secretário do Tesouro. Escreveu De la richesse territoriale du royaume de France (1789), tratado sobre economia e distribuição da riqueza. Por causa de sua função de ex-coletor de impostos do rei, foi preso (1793), condenado pelo governo da revolução e executado na guilhotina (08/05/1794). Em fração de segundos estava estupidamente ceifada uma das maiores mentes científicas da história da humanidade.

Desenhos para colorir - Dia da Mãe


Powerpoint - Origem da Vida



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UFCD - 0101 - Movimentos artísticos do início do século XX e sua influência no design moderno

0101 - Movimentos artísticos do início do século XX e sua influência no design moderno
(*) Em Vigor
Designação da UFCD:
Movimentos artísticos do início do século XX e sua influência no design moderno
Código:
0101
Carga Horária:
25 horas
Pontos de crédito:
2,25
Objetivos

  • Identificar os movimentos artísticos do princípio do século XX e a sua influência no design moderno.
Recursos Didáticos

Conteúdos

  • Cubismo; Picasso, Braque e Gris
  • Futurismo; Marinetti, Boccioni, Carrá, Russolo, Balla e Severini
  • Fortunato Depero
  • Dada; Tristan Tzara, Marcel Duchamp, Jean Arp, Raoul Hausmann, Hannah Hoch, Kurt Schwitters, George Grosz e John Heartfield
  • Surrealismo: André Breton, de Chirico, Max Ernst, René Magritte, Salvador Dali, Man Ray
  • Suprematismo e Construtivismo; Malevitch e Kandinsky; Tatlin, Rodchenco, El Lissitzky e Gregory e Vladimir Stenberg
  • De Stijl; Théo van Doesburg e Piet Mondrain Plakatstil
  • Lucien Bernhard, Ludwig Hohlwein, Julius GipKens, Hans Rudi Erdt, Julius Klinger
  • O Cartaz na I Guerra Mundial
  • Macknight Kauffer, Cassandre, Jean Carlu
  • Bauhaus; Weimar e Dessau, fases e objetivos estéticos e pedagógicos
    • Forma, função e multiplicação industrial; utilização de novos materiais
    • Walter Groupius, Hannes Meyer e Mies Van de Rohe
    • Professores e alunos
  • O Cartaz na II Guerra Mundial
Referenciais de Formação

213004 - Técnico/a de Desenho Gráfico
Histórico de Alterações

(*) 2008-05-14   Criação de UFCD.

Postal Antigo - Grécia - Vista aérea


Vídeo - Antevisão do episódio T07E13 - O fim do mundo

Vídeo - Bill Haley & His Comets - "Rock Around The Clock"

Biografia - André Vidal de Negreiros

André Vidal de Negreiros (1620-1680) foi militar, líder na expulsão dos holandeses da Capitania de Pernambuco. Foi Governador das Capitanias de Pernambuco, Maranhão e do Grão-Pará. Foi também Capitão-Geral de Angola.

André Vidal de Negreiros (1620-1680) nasceu no Engenho São João, na província de Filipéia de Nossa Senhora das Neves, atual cidade de João Pessoa, Paraíba, no ano de 1620. Era filho de nobres proprietários de terra e de engenhos de açúcar. Foi orientado para a carreira das armas e para a administração das terras.

Andre Vidal de Negreiros era criança por ocasião da invasão holandesa. Logo cedo participou das guerrilhas contra os invasores. Incendiou canaviais e engenhos. Com a permanência dos holandeses na Capitania de Pernambuco, Vidal de Negreiros, segue para a Bahia, mas sempre lutando para a reconquista da Capitania.

Em 1642, com a autorização de Maurício de Nassau, e o compromisso de não conspirar, veio a Pernambuco visitar amigos e parentes, e embarcar para Portugal onde lutaria na guerra contra a Espanha. Em Pernambuco, ele não foi fiel ao compromisso e organizou uma conspiração, com o apoio de Antonio Dias Cardoso e João Fernandes Vieira, ricos comerciantes e senhores de engenho.

Enfrentou os holandeses na batalha de Casa Forte, onde derrotou os invasores na propriedade de D. Ana Paes, grande colaboradora dos holandeses, que foi casada duas vezes com holandeses e era amiga do Conde Maurício de Nassau. Participou do cerco ao Recife, onde foi ferido ao entrar com suas tropas no Forte das cinco pontas, no extremo sul da ilha de Antonio de Vaz, onde se encontra hoje o bairro de Santo Antônio. Lutou nas duas batalhas nos Montes Guararapes, ao sul do Recife. A primeira em 19 de abril de 1648 e a segunda em 19 de fevereiro de 1649, sendo os holandeses derrotados nas duas batalhas.

Com a expulsão dos Holandeses, Vidal de Negreiros foi incumbido de levar a notícia ao Rei Dom João IV, que o designou Alcaide de Marialva e concedeu-lhe o hábito da Ordem de Cristo. De volta ao Brasil, procurou ocupar importantes cargos públicos e adquirir novas propriedades. Foi governador das Capitanias do Maranhão, e do Grão-Pará.

No dia 26 de março de 1657 assume o governo da Capitania de Pernambuco, onde permaneceu até 1660. Após deixar o governo de Pernambuco, foi nomeado para atuar em Angola, que nessa época mantinha estreitas relações comerciais e políticas com Pernambuco, momento em que a produção açucareira dependia da mão de obra escrava. De volta a Pernambuco, recolhe-se ao Engenho Novo, propriedade sua, em Goiana, na então Capitania de Itamaracá.

André Vidal de Negreiros morreu no Engenho Novo, em Goiana, na Capitania de Itamaracá, no dia 3 de fevereiro de 1680

Notícia retirada daqui

domingo, 24 de dezembro de 2017

Manual - A Gravidez e a Esclerose Múltipla


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Powerpoint - Diversidade na Biosfera





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Apontamentos de Direito do Ambiente


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UFCD - 0100 - Projeto de folhetos e desdobráveis

0100 - Projeto de folhetos e desdobráveis
(*) Em Vigor
Designação da UFCD:
Projeto de folhetos e desdobráveis
Código:
0100
Carga Horária:
25 horas
Pontos de crédito:
2,25
Objetivos

  • Desenhar folhetos, desdobráveis e anúncios para os media.
  • Conceber projetos de grande formato.
  • Conceber projetos para Internet.
Recursos Didáticos

Conteúdos

  • Formatos
  • Frente e verso
  • O jogo visual e a coincidência
  • Vinco e dobra Origami
  • Imagem
  • Fotografia/ilustração
  • Tipografia
  • Texto
  • Valores metafóricos
  • Tipografia como valor total e exclusivo
  • Letra é imagem
  • P suporte
  • Papéis normais e reciclados
  • Impressão
  • Cor
  • Verniz
  • Verniz como reserva
  • Cortantes
  • Acabamentos especiais
  • Cenários (media, teatro, etc.)
  • Murais (espaços metro, exposições)
  • Stands ou espaços de promoção
  • Concepção de layouts de sites e planificação da estrutura dos mesmos, mantendo a linha gráfica e simplificando as estruturas destes
Referenciais de Formação

213004 - Técnico/a de Desenho Gráfico
Histórico de Alterações

(*) 2008-05-14   Criação de UFCD.

Flyer - O Fabuloso Mundo dos Smartfones









sábado, 23 de dezembro de 2017

Biografia - Celsius

Anders Celsius nasceu em Novembro de 1701, revelando, desde muito novo, um notável talento para a matemática, do que resultaria a sua nomeação de professor de astronomia na Universidade de Uppsala, cidade (sua terra natal) situada a Norte de Estocolmo. A experiência adquirida em quase todos os grandes observatórios da Europa, naquela época, e os trabalhos que desenvolveu – quer individualmente quer em colaboração com alguns dos mais famosos astrónomos do século XVIII (o estudo das auroras boreais e a sua relação com o magnetismo terrestre, a comparação de luminosidades das estrelas ou a confirmação das suspeitas de Newton quanto à forma da Terra por medições de arcos de meridiano no Norte da Suécia e nas proximidades do Equador) – forneceram-lhe argumentos para convencer as autoridades de Uppsala a construírem um moderno observatório de que seria o seu primeiro director.

Embora com uma vida muito curta (faleceu em 1744), Celsius teve ainda tempo para alargar a sua actividade a áreas não exclusivamente ligadas à astronomia. Na verdade, seria uma dessas suas incursões que o tornaria famoso, ao estabelecer uma escala de temperaturas divida em 100 partes, razão por que começou a ser conhecida como “centígrada”. Inicialmente, o valor 0 (zero) corresponderia à ebulição da água, atribuindo o valor de 100 à temperatura a que ela congela, e só posteriormente se terá efectuado a inversão para o modo como actualmente é conhecida.

Passados mais de 200 anos durante os quais esta escala, estabelecida por Celsius, foi referida como “escala centígrada”, reconheceu-se que o facto de em países como França, Espanha e Portugal o termo “centígrado” corresponder a uma outra medida (a centésima parte do grado, medida de ângulo, ou de arco) e ainda por serem correntes referências a outras escalas de temperatura pelo nome dos seus criadores (Fahrenheit, Kelvin, Rankine…) se justificaria uma decisão que tornasse mais rigorosa a expressão dos valores de “temperaturas Celsius”. Assim, na 9,ª Conferência Geral de Pesos e Medidas de 1948, foi formalmente adoptado o “grau Celsius” (símbolo ºC) em substituição do “grau centígrado”. Ficava assim uniformizado o modo de exprimir uma determinada temperatura por “graus Celsius”, “graus Fahrenheit” ou “graus Kelvin”. No entanto, esta última escala (de Kelvin) seria sujeita a uma excepção – na Conferência GPM de 1967 –, passando a ser referida apenas por “Kelvin”.

De utilização mais comum, as escalas de Celsius e de Kelvin baseiam-se num conceito semelhante para a divisão das escalas (em qualquer delas é igual o intervalo correspondente a 100 graus), sendo, no entanto, a de Kelvin relacionada com a velocidade das moléculas constituintes das substâncias, pelo que o 0 (zero) corresponde à paragem desse movimento (“zero absoluto”) e equivale a –273,15 ºC.

Apesar de, em meios científicos, ser mais ajustada a utilização da escala de Kelvin, é de uso mais comum a de Celsius. No entanto, nem por isso se generalizou (ainda) o cumprimento das convenções internacionais e a evocação que Anders Celsius merece, de referir a temperatura do corpo humano (por exemplo) como trinta e seis graus Celsius e não “centígrados”, como (incorrectamente) ainda se pratica.

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Desenhos para colorir - Dia da Mãe


Powerpoint - A Célula Eucariótica



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UFCD - 0099 - Conceção da linha gráfica de produtos

0099 - Conceção da linha gráfica de produtos
(*) Em Vigor
Designação da UFCD:
Conceção da linha gráfica de produtos
Código:
0099
Carga Horária:
25 horas
Pontos de crédito:
2,25
Objetivos

  • Conceber a linha gráfica de produtos.
Recursos Didáticos

Conteúdos

  • Linha gráfica de produtos naturais
  • Tipografia/Escolha de tipos
  • Manchas de texto e imagem
  • Legibilidade
  • Elementos mutantes
    • A mesma família
    • O mesmo carácter
    • Um produto diferente (cromática, formal, conceptual)
    • Articulação de referências
    • Operacionalidade
    • O específico
    • Dados obrigatórios
  • O comum
  • Diferentes processos de embalagem
  • Os diferentes suportes
  • Higienização/Impressão
Referenciais de Formação

342360 - Técnico/a de Comunicação - Marketing, Relações Públicas e Publicidade
213004 - Técnico/a de Desenho Gráfico
Histórico de Alterações

(*) 2008-05-14   Criação de UFCD.

4ºAno - Estudo do Meio - O Crânio


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Postal Antigo - Grécia - Catedral Ortodoxa


Vídeo - Isto é Matemática T07E12 Évarist Galois uma novela matemática