Espaço de ajuda aos alunos nas várias disciplinas desde a Educação de Infância até ao Ensino Secundário
quinta-feira, 25 de janeiro de 2018
Biografia - D.Pedro José Vito de Meneses Coutinho
Meneses Coutinho, Dom Pedro José Vito
6.º marquês de Marialva, 8.º conde de Cantanhede
n:
m: 22 de Novembro de 1823 (Paris, França)
Filho do 5.º marquês de Marialva, entrou para o exército como cadete em Outubro de 1786, no regimento de cavalaria de que o seu pai foi coronel de 1777 até finais de 1796.
A sua carreira foi progredindo no regimento de cavalaria de Alcântara, tendo saído do regimento quando foi nomeado, em 1796, ajudante de ordens (ajudante de campo) do Duque de Lafões, ao mesmo tempo que o seu pai era nomeado Ajudante General do Exército
Em 1801, com a preparação do Exército português para a Guerra com a Espanha e a França, foi promovido a coronel e comandante do Regimento de Cavalaria de Mecklemburgo. Comandou o regimento quando este saiu de Lisboa, dirigindo-se com parte da guarnição de Lisboa, e a Brigada de Emigrados franceses a soldo da Grã-Bretanha, em reforço do exército do Alentejo que recuava para o Gavião, perto de Abrantes.
Tendo participado na Junta que reformou os artigos de guerra do tempo do conde de Lippe, e que formavam o Código Penal militar, foi em Setembro de 1802 nomeado Director do Arquivo Militar para a conservação das Cartas militares, geográficas e marítimas, função que manteve até à chegada do exército francês de ocupação, comandado por Junot.
Fez parte da delegação enviada a França por Junot para cumprimentar Napoleão e sofreu por isso as vicissitudes por que esta passou.
Em 1814, foi encarregue de cumprimentar Luís XVIII, quando este regressou a França, enquanto embaixador extraordinário. Manteve-se como embaixador em Paris, tendo também negociado o casamento da arquiduquesa Maria Leopoldina com o príncipe D. Pedro.
Morreu em Paris quando regressava ao seu posto de embaixador, solteiro e sem descendência.
Informação retirada daqui
UFCD - 0110 - Definição e cálculo da exposição adequada
(*) Em Vigor
Designação da UFCD:
Definição e cálculo da exposição adequada
Código:
0110
Carga Horária:
50 horas
Pontos de crédito:
4,50
Objetivos
- Definir e calcular a exposição adequada.
Recursos Didáticos
Conteúdos
- Avaliação técnica da luz
- Luz apropriada
- Controle da exposição
- Tipo de medição
- Quantidade de exposição
- Lei da reciprocidade
- Profundidade de campo
- Congelamento e arrastamento
Referenciais de Formação
| 213005 - Operador/a de Fotografia |
Histórico de Alterações
(*) 2008-05-14 Criação de UFCD.
quarta-feira, 24 de janeiro de 2018
terça-feira, 23 de janeiro de 2018
Biografia - Luís Augusto Ferreira Martins
Sub-chefe do Estado Maior do Corpo Expedicionário Português em França.
Nasceu em Lisboa, a 7 de Abril de 1875;
morreu em Algés em 26 de Junho de 1967.
Tendo frequentado o Colégio Militar, ingressou na Escola Politécnica de Lisboa, onde se preparou para entrar na Escola do Exército, tendo concluído o curso de Artilharia em 1895, tendo tirado também o de Estado-Maior. Em 1897 participou na campanha de Moçambique que continuou o trabalho de Mouzinho de Albuquerque realizado de 1895-97, tendo regressado a Portugal em 1898.
Em 1906 passou para o Estado-Maior do Exército, sendo enviado às manobras do exército suíço, em 1912. Foi chefe da repartição de gabinete do Ministério da Guerra, de 1913 a 1914, durante a administração do general Pereira Bastos, ministro da guerra do 5.º governo constitucional, dirigido por Afonso Costa, sendo nomeado sub-chefe do estado-maior do Corpo Expedicionário Português enviado para a Flandres, no Norte de França, em 1917, durante a Primeira Guerra Mundial. Com o fim da guerra voltou a Portugal, sendo nomeado chefe do estado-maior do Campo Entrincheirado de Lisboa. Mais tarde, comandou o regimento de infantaria n.º 5, e a seguir, de 1929 a 1933, a Escola Central de Oficiais. Entretanto, em 1924, tinha feito parte da Comissão de Estudo da Organização do Exército Colonial. Escolhido para general foi promovido a esse posto em 1930, tendo servido de 1936 a 1940 como administrador geral do Exército, sendo a partir de 1938 também vogal do Conselho Superior do Exército.
Escritor sobre assuntos militares, escreveu, entre muitas outras obras:
Jogo de Guerra simplificado, em 1911;
Portugal na Grande Guerra, em 1935, obra colectiva que dirigiu;
O poder militar da Grã-Bretanha e a aliança anglo-lusa, em 1939.
Fonte:
Enciclopédia Portuguesa e Brasileira de Cultura
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