Espaço de ajuda aos alunos nas várias disciplinas desde a Educação de Infância até ao Ensino Secundário
terça-feira, 13 de fevereiro de 2018
UFCD - 0120 - Impressão de película em minilab
(*) Em Vigor
Designação da UFCD:
Impressão de película em minilab
Código:
0120
Carga Horária:
25 horas
Pontos de crédito:
2,25
Objetivos
- Descrever o processo de máquinas minilab.Identificar os comandos de máquinas minilab.Impressões em minilab, manipulando os enquadramentos a cores.
Recursos Didáticos
Conteúdos
- Agentes químicos
- Comandos de calibração
- Comandos de substituição
- Comandos de impressão
- Manipulação de impressões em minilab, adequando ao tema da prova
Referenciais de Formação
| 213005 - Operador/a de Fotografia |
Histórico de Alterações
(*) 2008-05-14 Criação de UFCD.
Biografia - Dom Luís de Meneses, 3ºconde da Ericeira
General na Guerra da Restauração, autor da História de Portugal Restaurado e introdutor das manufacturas em Portugal.
Nasceu em Lisboa em 22 de Julho de 1632;
suicidou-se em 26 de Maio de 1690.
Irmão do 2.º conde da Ericeira, com a Restauração entrou ao serviço do Príncipe D. Teodósio, o filho mais velho de D. João IV. Em 1650 começou a sua carreira militar sob o comando de D. João da Costa, 1.º conde de Soure em 1652, nomeado nesse ano para o comando do exército do Alentejo.
Serviu no Alentejo até ao fim da guerra, participando nas batalhas das Linhas de Elvas, Ameixial e Montes Claros, entre outras, com o posto de general da Artilharia. Com o fim da guerra, foi nomeado governador das armas de Trás-os-Montes, em 1673. Em 1675 regressou a Lisboa sendo escolhido para deputado da Junta dos Três Estados, o conselho régio que administrava o exército. Na mesma altura, foi também nomeado Vedor da Fazenda.
Nesses lugares, apoiou as ideias mercantilistas introduzidas por Duarte Ribeiro de Macedo e desenvolveu uma política de apoio às manufacturas, tentando estancar a importação tanto de produtos de luxo como de primeira necessidade, tentando obviar assim a diminuição das exportações. Assim, a política manufactureira tinha como objectivo apoiar a produção de produtos de substituição das importações, sendo apoiadas por medidas legislativas anti-sumptuárias e de obrigação de utilização de panos nacionais, como foi o caso da pragmática de 1677. Foram assim fundadas as manufacturas de tecidos do Fundão, Covilhã e Portalegre. Apoiou também a produção de seda, com a plantação de amoreiras e apoio à produção dos bichos-da-seda.
Escreveu a História de Portugal Restaurado, onde defendeu, na Introdução, a legitimidade da nova dinastia de Bragança, devido a que a infanta D. Catarina, filha do infante D. Duarte e neta de D. Manuel I, duquesa de Bragança pelo casamento, tinha sido ilegalmente afastada da sucessão por Filipe II de Espanha.
Apoiou claramente D. Pedro II e a aristocracia na crise com D. Afonso VI.
Suicidou-se atirando-se de uma janela do seu palácio em Lisboa.
Fonte:
Joel Serrão (dir.), Dicionário de História de Portugal, vol. ..., págs. 26-28
Informação retirada daqui
segunda-feira, 12 de fevereiro de 2018
domingo, 11 de fevereiro de 2018
UFCD - 0119 - Teoria da cor - conceitos básicos
(*) Em Vigor
Designação da UFCD:
Teoria da cor - conceitos básicos
Código:
0119
Carga Horária:
25 horas
Pontos de crédito:
2,25
Objetivos
- Identificar os conceitos básicos da teoria da cor.
Recursos Didáticos
Conteúdos
- Processo aditivo da cor
- Processo subtrativo da cor
Referenciais de Formação
| 213005 - Operador/a de Fotografia |
Histórico de Alterações
(*) 2008-05-14 Criação de UFCD.
Biografia - Vitoriano José César
Oficial do exército e historiador militar Nasceu no Cartaxo, em 18 de Janeiro de 1860; morreu em Lisboa em 3 de Janeiro de 1939. General com o curso de Estado-Maior, assentou praça em Agosto de 1878, sendo promovido a alferes efectivo em Janeiro de 1888. Tendo chegado ao posto de coronel em 1914, só em Outubro de 1926 foi promovido a General.
Representante de Portugal nas grandes manobras em França de 1907, fez parte da embaixada extraordinária enviada a Espanha em 1912, quando da comemoração do centenário das cortes de 1812.
Professor da cadeira de Táctica do Estado-Maior, foi sucessivamente sub-chefe do Estado Maior do Exército, comandante-geral da Guarda Nacional Republicana, comandante de 1.ª Divisão Militar, de Lisboa, e Presidente da Comissão de História Militar.
Autor de história militar, começou a sua carreira de escritor com um artigo sobre "As Instituições militares no estrangeiro", publicado na Revista Militar em 1896. Mais tarde, seguiram-se, a partir de 1914 e até 1930, dezenas de artigos sobretudo de história, mas também sobre vários aspectos da profissão das armas.
Sendo membro do Partido Evolucionista de António José de Almeida, a sua obra historiográfica é muito influenciada pela visão republicana da história das instituições portuguesas, estando muito dependente da visão panfletária transmitida por Latino Coelho, outro historiador militar republicano trabalhando durante a monarquia. No fim da vida a suas preocupações viraram-se para a História militar medieval. Os seus últimos escritos foram publicados na Edição Monumental da História de Portugal de Barcelos.
Escreveu:
Invasões Francesas, 3 vols., 1903, 1907 e 1910;
Batalha do Buçaco, 1.ª Edição, 1910; 3.ª Edição, 1930;
Batalha de Ouguela e Montijo, 1912;
Batalha de Montes Claros, 1912;
Évora e Ameixial, 1913;
Fundação da Monarquia Portuguesa - Batalha de Ourique, 1927
Ossóroba, Antiga Cidade do Algarve durante o domínio Árabe, 1931;
Ainda a Batalha de Ourique, 1934;
Batalha das Linhas de Elvas, 1935.
Fonte:
Enciclopédia Luso-Brasileira de Cultura, vol. 6.º
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