sexta-feira, 23 de fevereiro de 2018

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Biografia - Adolf Hitler

Adolf Hilter, ditador alemão, nasceu em 1889 na Áustria. Filho de Alois Hitler e Klara Poezl, alistou-se voluntariamente no exército bávaro no começo da Primeira Guerra Mundial. Tornou-se cabo e ganhou duas vezes a Cruz de Ferro por bravura. 

Depois da desmobilizaçãodo exército, Hitler associou-se a um pequeno grupo nacionalista, o Partido dos Trabalhadores Alemães, que mais tarde se tornou o Partido Nacional-Socialista Alemão (nazista). 

Em Viena, ele havia assimilado as idéias anti-semitas (contra os judeus)que, insufladas por seus longos discursos contra o Acordo de Paz de Versalhes e o marxismo, encontraram terreno fértil em uma Alemanha humilhada pela derrota. 

Em 1921, tornou-se líder dos nazistas e, dois anos mais tarde, organizou uma malograda insurreição, o "putsch" de Munique. Durante os meses que passou na prisão com Rudolph Hess, Hitler ditou o Mein Kampf (Minha Luta), um manisfesto político no qual detalhou a necessidade alemã de se rearmar, empenhar-se na auto-suficiência econômica, suprimir o sindicalismo e o comunismo, e exterminar a minoria judaica. 

Em 1929, ganhou um grande fluxo de adeptos, de forma que, ajudado pela violência contra inimigos políticos, seu partido floresceu. Após o fracasso de sucessivos chanceleres, o presidente Hindenburg indicou Hitler como chefe do governo (1933). 

Hitler criou uma ditadura unipartidária e no ano seguinte eliminou seus rivais na "noite das facas longas". Com a morte de Hindenburg, ele assumiu o título de presidente do Reich Alemão. Começou então o rearmamento, ferindo o Tratado de Versalhes, reocupou a Renânia em 1936 e deu os primeiros passos para sua pretendida expansão do Terceiro Reich: a anexação com a Áustria em 1938 e a tomada da antiga Tchecoslováquia. 

O ditador firmou o pacto de não-agressão nazi-soviético com Stalin, a fim de invadir a Polônia, mas quebrou-o ao atacar a Rússia em 1941. A invasão à Polônia precipitou a Segunda Guerra Mundial. 

Seguia táticas "intuitivas", indo contra conselhos de especialistas militares, e no princípio obteve vitórias maciças. Em 1941, assumiu o controle direto das forças armadas. Como o curso da guerra mostrou-se desfavorável à Alemanha, decidiu intensificar o assassinato em massa, que culminou com o holocausto judeu. 

Conhecido como um dos piores massacres da história da humanidade, o holocausto -termo utilizado para descrever a tentativa de extermínio dos judeus na Europa nazista- teve seu fim anunciado no dia 27 de janeiro de 1945, quando as tropas soviéticas, aliadas ao Reino Unido, Estados Unidos e França na Segunda Guerra Mundial, invadiram o campo de concentração e extermínio de Auschwitz-Birkenau, em Oswiecim (sul da Polônia). No local, o mais conhecido campo de concentração mantido pela Alemanha nazista de Adolf Hitler, entre 1,1 e 1,5 milhão de pessoas (em sua maioria judeus) morreram nas câmaras de gás, de fome ou por doenças. 

Ainda em 1945, quando o exército soviético entrou em Berlim, Hitler se casou com a amante, Eva Braun. Há evidências de que os dois cometeram suicídio e tiveram seus corpos queimados em um abrigo subterrâneo em 1945.


Noticia retirada daqui

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quarta-feira, 21 de fevereiro de 2018

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Biografia - Avilez Zuzarte de Sousa Tavares


n: 28 de Março de 1785 em Portalegre
m: 15 de Fevereiro de 1845 em Lisboa

Entrou para o Colégio dos Nobres em 1797 com os seus dois irmãos mais velhos, por motivo da lei sobre os Morgados desse ano, e aí estudou Artes até 1801, data em que regressou a Portalegre. Pouco tempo esteve em casa por ter regressado a Lisboa com a família nesse mesmo ano, devido à guerra que assolava a região. Tendo ingressado no Exército como Cadete foi nomeado Coronel do Regimento de Milícias do Crato em 24 de Junho de 1804. Em 1807 era também escolhido para  Superintendente das Coudelarias de Portalegre, função que tinha sido do seu pai. 
O Regimento do Crato tendo sido licenciado, por motivo da reforma das Milícias de Outubro de 1807, em 1808 estará livre para organizar e comandar o Regimento de Voluntários de Portalegre, criado pela Junta Governativa de Portalegre, para ajudar na luta contra os franceses. Com a transferência do Regimento para o Exército, enquanto Batalhão de Caçadores n.º 1 foi nomeado, em princípios de 1809, seu comandante com o posto de Tenente-Coronel.

Comandou o Batalhão em todas as batalhas e acções de campanha em que este participou, como parte da Divisão Ligeira, até Fevereiro de 1812, da batalha do Côa à de Fuentes d'Oñoro. Nesse ano foi promovido a coronel, e nomeado comandante do Regimento de Infantaria n.º 2, de Lagos, parte da célebre Brigada do Algarve que integrava a única Divisão Portuguesa organizada para servir conjuntamente com o Exército Britânico, tendo participado na conquista de Badajoz e na expulsão dos exércitos franceses de Espanha. Na batalha de Toulouse, última da guerra, comandou interinamente a brigada de que fazia parte. A mulher passou a acompanhá-lo a partir de Badajoz.

Em 1816 foi promovido a Brigadeiro, e em 1817, devido à organização da Divisão de Voluntários do Príncipe, que foi para o Brasil ajudar na conquista de Montevideu, foi-lhe dado o posto de Marechal de campo. Em 1818, tornou-se Governador de Montevideu. Fez toda a campanha na «Banda Oriental do Uruguai», distinguindo-se na batalha de Paço de Arenas, em Setembro de 1819. Em 1821, ainda no Brasil, foi graduado em Tenente general devido à sua  nomeação para Governador das Armas da Corte e Província do Rio de Janeiro, controlando os tumultos que se tinham dado por motivo da partida do rei e da corte para Lisboa. Em 5 de Julho de 1821 enquanto comandante das tropas portuguesas no Rio dirigiu o ultimato ao príncipe D. Pedro, para que jurasse as bases da Constituição, demitisse o conde dos Arcos e nomeasse uma junta governativa. Mais tarde, em Outubro, exigiu novamente a D. Pedro que anunciasse publicamente a sua adesão às decisões das Cortes reunidas em Lisboa. D. Pedro acatou de novo e decidiu-se, num primeiro impulso a regressar, também ele, à Europa. Mas em Janeiro de 1822 declarou publicamente que tinha decidido ficar no Brasil. Jorge de Avilez demitiu-se do governo das armas e com receio de um ataque das tropas brasileiras recuou para a Praia Grande, que fortificou. A divisão portuguesa embarcou em Fevereiro, chegando a Lisboa em Maio

Regressado a Portugal, foi eleito deputado nesse mesmo ano. Em 1823, foi nomeado pelas Cortes comandante-em-chefe do Exército, para fazer frente às movimentações do Infante D. Miguel. Mas não conseguiu impedir o golpe de estado conhecido pela Vilafrancada, que acabou com o primeiro período liberal restabelecendo o regime absolutista. Foi preso no castelo de S. Jorge, sendo depois transferido para a Torre de Belém. Julgado foi destituído do seu posto de tenente general graduado  e condenado a um ano de prisão em Castelo de Vide.

Em Junho de 1827, durante a regência da Infanta D. Isabel Maria, foi ilibado e reconduzido no seu posto. Com o regresso de D. Miguel, o general Avilez pediu licença para ir para Portalegre, mas foi novamente preso, em Junho de 1828, sendo mandado para São Julião da Barra. Em 1832 foi transferido para Almeida e depois para Bragança, de onde conseguiu fugir para Espanha. Entretanto, a sua mulher também foi presa, estando na Torre de Belém, no Limoeiro e no Aljube, mas o corpo diplomático acreditado em Lisboa exigiu a sua libertação e conseguiu-a.

D. Pedro reconciliado com o general, no fim da guerra civil, nomeou-o governador militar da Corte e província da Estremadura, sendo promovido a tenente general efectivo. Com a reorganização do exército passou a comandar a 1.ª divisão militar, sendo mais tarde transferido para a 7.ª, por motivos políticos.

Nomeado Par do reino em 1835, tendo-lhe sido dado o título de Visconde do Reguengo, aderiu ao Setembrismo em 1836, sendo nomeado senador, de acordo com a Constituição de 1838. Em Abril de 1838 foi-lhe concedido o título de conde de Avilez.

F. S. de Lacerda Machado, 
O Tenente-general Conde de Avilez (1785-1845), 2 vols., 
Gaia,1931 

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Vídeo - Era Uma Vez - O Corpo Humano - Episódio 23 - A Vida e o Sonho

segunda-feira, 19 de fevereiro de 2018

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Biografia - Cabreira (Sebastião Drago Valente de Brito).


n.    6 de janeiro de 1763.
f.      2 de junho de 1833.


Fidalgo cavaleiro da Casa Real, em sucessão a seus maiores; bacharel formado em matemática pela Universidade de Coimbra; general de brigada de artilharia; governador das Armas do Algarve, e depois das dos Açores; comendador das ordens de Torre e Espada, e de S. Bento de Avis, etc. Nasceu em Faro a 6 de janeiro de 1763, faleceu no Porto a 2 de junho de 1833. Era filho de José Cabreira de Brito e Alvelos Drago Valente de Faria Pereira, fidalgo da Casa Real, sargento-mor da comarca de Faro, e de sua mulher, D. Isabel das Urdes Barreto, filha de Duarte Barreto, doutor em medicina pela Universidade de Coimbra, e médico honorário da Casa Real, e de D. Maria Teresa Urdes, filha dum tenente-coronel inglês do mesmo apelido.

Sebastião Cabreira alistou-se no exército em 1777. Sendo cadete de artilharia, estudou matemática na universidade, e depois de se formar foi promovido a tenente para o Regimento de Artilharia do Algarve, em que servia. Nesse posto entrou nas guerras do Rossilhão e da Catalunha, e depois na de 1801, em que foi comandante de artilharia do exército da Beira Baixa. Tomou parte muito activa na revolta que em junho de 1808 se deu em Faro contra os franceses. Foi depois nomeado membro da junta provisória que se formou no Algarve, e elevado a tenente-coronel de Artilharia 2, distinguindo-se sempre nos sucessos políticos até à derrota dos franceses. Em 1817 teve o posto de coronel para o Regimento de Artilharia n.º 4, estacionado no Porto, e achava-se nesta situação, quando se deu a revolta de 24 de agosto de 1820. Sendo nomeado vice-presidente do governo provisório, que então se formara naquela cidade, marchou para Lisboa à frente do exército, e depois da reunião das duas juntas do Porto e da capital, foi escolhido para presidente da junta preparatória das Cortes. Já com o posto de brigadeiro, foi em 1821 encarregado do comando militar da costa desde o cabo da Roca até à foz do rio Mondego, tendo depois a nomeação de governador das Armas do Algarve.

Em seguida à queda da Constituição ficou exonerado deste cargo, e sendo demitido em 1824, saiu do reino, onde voltou somente, depois do juramento da Carta Constitucional. Foi então reintegrado no posto de brigadeiro, mas emigrou para Inglaterra, logo que o infante D. Miguel chegou a Lisboa, e oferecendo-se para servir na ilha da Madeira como soldado, seguiu a bordo da fragata brasileira Isabel, juntamente com seu irmão Diocleciano Leão Cabreira. depois barão de Faro. Esse navio de guerra, segundo as instruções do marquês de Palmela, deixou na ilha Terceira o general Diocleciano Cabreira encarregado do governo das Armas e Sebastião foi-se-lhe depois reunir, por ter reconhecido a impossibilidade de desembarcar no Funchal. Assistiu à batalha de 11 de agosto, foi nomeado em 1831 comandante geral de artilharia, ficando por vezes incumbido do governo das Armas da ilha Terceira durante a ausência do general em chefe. Veio para Portugal em 1832 acompanhando D. Pedro IV, como comandante geral de artilharia do exército libertador, e logo depois do reconhecimento de Valongo e do combate de Ponte Ferreira, foi nomeado governador interino das Armas do Porto e da província do Minho. Aparecendo sempre. nos pontos mais arriscados em todas as acções que se deram nas linhas do Porto, distinguiu-se especialmente no dia 29 de setembro, em que, vendo o inimigo senhor das trincheiras, puxou da espada, e dirigindo uma breve mas enérgica alocução aos soldados, que estavam meio desanimados, colocou-se à sua frente, e levou as tropas miguelistas de vencida, afastando-as para longe das posições que tinham conquistado. Este rasgo brioso alcançou-lhe a comenda da Torre e Espada. Sebastião Cabreira continuou dando sempre provas de grande valor em todos os ataques que se seguiram.

D. Pedro IV agraciou-o com o titulo de visconde da Guarda, cujo decreto não chegou a publicar-se na folha oficial, por ter aquele monarca sabido que o valente militar falecera no Porto. Sebastião Cabreira era casado com D. Maria Alves Pinheiro Correia de Lacerda Green. Foi pai do falecido barão de Nossa Senhora da Vitória da Batalha. V. este titulo.

Biografia retirada daqui

Vídeo - Isto é Matemática - T10E01 - “0,999999999… É Igual a Um”