quarta-feira, 9 de maio de 2018

Notícia - 10 Mudanças que surgem no corpo de quem faz caminhadas diárias

9. Alívio na dor nas costas


Caminhar pode se tornar um verdadeiro salva-vidas para quem convive com dores nas costas. Como é uma atividade de baixo impacto, gera muito menos desconforto do que causaria a prática de HIIT (do inglês, Treino Intervalado de Alta Intensidade). Caminhar ajuda a melhorar a circulação sanguínea entre a base da coluna vertebral, a postura e flexibilidade, vitais para uma coluna saudável.


Informação retirada daqui

Vídeo - Agricultura Biológica

Biografia - Aluísio Azevedo

Aluísio Azevedo (1857-1913) foi escritor brasileiro. "O Mulato" foi o romance que iniciou o Movimento Naturalista no Brasil. Foi também caricaturista, jornalista e diplomata. É membro fundador da Academia Brasileira de Letras.

Aluísio Azevedo (1857-1913) nasceu em São Luís, Maranhão, no dia 14 de abril de 1857. Levado pelo irmão, o teatrólogo e jornalista Artur Azevedo, viajou para o Rio de Janeiro aos 17 anos de idade. Começou a estudar na Academia Imperial de Belas-Artes, onde revelou seus dons para o desenho. Logo passou a colaborar, com caricaturas e poesias, em jornais e revistas.

Com a morte do pai, em 1879, Aluísio volta para São Luís e se dedica a literatura. Publica seu primeiro romance, "Uma Lágrima de Mulher", em 1880, onde se mostra exageradamente sentimental e de estilo romântico. Em 1881 edita "O Mulato", romance que iniciou o Movimento Naturalista no Brasil. A obra denunciava o preconceito racial existente na burguesia maranhense Com a reação negativa da sociedade, Aluísio volta para o Rio de Janeiro.

Aluísio Azevedo abandonou as tendências românticas em que se formara, para, influenciado por Eça de Queirós e Émile Zola, tornar-se o precursor do Movimento Realista-Naturalista. No Rio de Janeiro, passou a viver com a publicação de folhetins românticos a alguns relatos naturalistas. Viveu durante 15 anos do que ganhava como escritor.

Preocupado com a realidade cotidiana, seus tema prediletos foram a luta contra o preconceito de cor, o adultério, os vícios e o povo humilde. Na obra "O Cortiço", Aluísio retrata o aumento da população no Rio de Janeiro e o aparecimento de núcleos habitacionais, denominados cortiços, onde se aglomeravam trabalhadores e gente de atividades incertas. O grande personagem do romance é o próprio cortiço.

Em 1895, com quase quarenta anos, Aluísio ingressa na carreira diplomática, atuando como cônsul do Brasil no Japão, na Espanha, Inglaterra, Itália, Uruguai, Paraguai e Argentina. Durante todo esse período não mais se dedicou a produção literária.

Aluísio Tancredo Gonçalves de Azevedo morreu em Buenos Aires, Argentina, no dia 21 de Janeiro de 1913.

Obras de Aluísio Azevedo
Uma Lágrima de Mulher, romance, 1879
Os Doidos, teatro, 1879
O Mulato, romance, 1881
Memórias de um Condenado, romance, 1882
Mistérios da Tijuca, romance, 1882
A Flor de Lis, teatro, 1882
A Casa de Orates, teatro, 1882
Casa de Pensão, romance, 1884
Filomena Borges, romance, 1884
O Coruja, romance, 1885
Venenos que Curam, teatro, 1886
O Caboclo, teatro, 1886
O Homem, romance, 1887
O Cortiço, romance, 1890
A República, teatro, 1890
Um Caso de Adultério, teatro, 1891
Em Flagrante, teatro, 1891
Demônios, contos, 1893
A Mortalha de Alzira, romance, 1894
O Livro de uma Sogra, romance, 1895
Pegadas, contos, 1897
O Touro Negro, teatro, 1898

Biografia retirada de e-biografias

Postal Antigo - Estocolmo - Câmara Municipal ao entardecer (verso)


Vídeo - Modern Talking - "Megamix 2000"

Conteúdo - Romanização


Os Romanos iniciaram a invasão da Península Ibérica (a que chamavam "Hispânia") em 218 a.C., durante a Segunda Guerra Púnica contra Cartago. Aí anexaram inicialmente duas regiões como províncias, a Hispânia Citerior (nordeste) e a Hispânia Ulterior (sudoeste) A mineração foi o primeiro factor de interesse na região: um dos objectivos estratégicos de Roma era cortar a ligação de Cartago com as minas hispânicas de cobre, estanho, ouro e prata.

No fim do século I a.C. foi criada a província da Lusitânia, que correspondia a grande parte do actual Portugal a sul do rio Douro e à estremadura espanhola, com capital em Emerita Augusta (Mérida). Os Romanos exploraram com intensidade minas como Aljustrel (Vipasca) e São Domingos, na Faixa Piritosa Ibérica que se estende até Sevilha. 

Enquanto o sul foi ocupado com relativa facilidade, a anexação do norte só se deu muito depois, em parte devido à resistência dos povos nativos. Povos célticos, como os Lusitanos liderados por Viriato nos Montes Hermínios (serra da Estrela), conseguiram conter a expansão romana durante anos.  Perito em tácticas de guerrilha, Viriato travou uma guerra incansável contra os invasores, derrotando sucessivamente vários generais romanos, até ser morto à traição em 140 a.C.. A conquista total da Península Ibérica ocorreu dois séculos após a chegada, quando os Romanos venceram as guerras cantábricas, no tempo do imperador Augusto (19 a.C.). Em 74 Vespasiano concedeu o "direito latino" (equiparação aos municípios da Itália) a grande parte dos municípios da Lusitânia. Em 212 a Constituição Antonina atribuiu a cidadania romana a todos os súbditos (livres) do Império e, no fim do século, o imperador Diocleciano fundou a Galécia, que integrava o norte do actual Portugal, a Galiza e as Astúrias, últimos territórios conquistados.

A economia da Hispânia teve uma enorme expansão. Além da mineração, os Romanos desenvolveram a agricultura naquelas que eram algumas das melhores terras agrícolas do Império. No actual Alentejo cultivaram vinha e cereais, e no litoral desenvolveram a indústria pesqueira para fabricação de garum- no litoral algarvio, em Lisboa, na Póvoa de Varzim, em Matosinhos e em Troia- que exportavam pelas rotas comerciais romanas para todo o império. As transações comerciais eram facilitadas pela cunhagem de moeda e pela construção de uma extensa rede viária, aquedutos e pontes, como a de Trajano em Águas Flávias (actual Chaves). Os romanos fundaram numerosas cidades- como Olisipo (Lisboa), Bracara Augusta (Braga), Emínio (Coimbra), Pax Júlia (Beja) - e deixaram um importante legado cultural naquilo que é hoje Portugal: o Latim vulgar tornou-se o idioma dominante da região, base da língua portuguesa, e a partir do século III o cristianismo difundiu-se em toda a Hispânia.

Manual - Avaliação de Impacte Ambiental na vertente de Protecção Civil


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Vídeo - 6 - Os copos - Mundo do Vinho

terça-feira, 8 de maio de 2018

Manual - A Agricultura como área de trabalho


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Biografia - Herman Wall

Fotógrafo americano famoso pelas fotografias realizadas durante o Desembarque na Normandia, na 2.ª Guerra Mundial.

Nasceu em 1905;
morreu em 1997.

Herman Wall trabalhou nos balneários da Associação Cristã da Mocidade de Holywood (ACM) nos anos vinte, durante a adolescência, aproveitando para vender fotografias da equipa de basquetebol. O trabalho e as vendas ajudaram-no a pagar o curso de fotografia na escola do Centro Artístico de Hollywood.

Terminado o curso Herman tornou-se assistente e, mais tarde, sócio do fotógrafo comercial Charles Kerlee. Nessa época, o período dourado da fotografia, Herman Wall foi-se tornando cada vez mais conhecido como fotógrafo ilustrador.

Na Segunda Guerra Mundial, prestou serviço na Arma de Transmissões des de 1942, chegando ao posto de capitão e comandante da 165.º companhia fotográfica do Corpo de Transmissões em 1944. Nesta função, acompanhou a primeira vaga da 1.ª divisão de Infantaria do exército dos E.U.A. que desembarcou na praia de «Omaha» - sector «Easy Read» - em 6 de Junho de 1944. Foi ferido na praia, pouco tempo depois de desembarcar, por estilhaços de «shrapel», um dos quais lhe levou a maior parte da perna direita. Tendo recuperado a consciência, entre síncopes, várias vezes num dos barcos de evacuação de feridos, conseguiu recuperar a máquina fotográfica que tinha utilizado no desembarque, com a ajuda de enfermeiros a quem ia pedindo que a encontrassem. 

Num hospital em Inglaterra, um oficial americano mostrou-lhe as provas das cerca de 20 fotografias que tinha conseguido tirar na Normandia. Eram as fotografias tiradas nas barcaças de desembarque e na praia, com a sua câmara de 50 mm. O «Daily News» de Nova Iorque, tendo conhecimento da existência das fotografias, enviou um redactor para contactar Wall, já que o mau tempo durante os primeiros tempos da invasão tinha impedido as reportagens fotográficas. Por isso, as fotografias de Wall foram as primeiras do Desembarque a ser publicadas no jornal.

Durante a sua longa recuperação, Herman Wall casou-se, tendo posteriormente regressado a Los Angeles, continuando a trabalhar como fotógrafo. Em 1946 trabalhou para a Life fotografando a mundialmente famosa Oregon Bulb Farm, e que lhe proporcionou a publicação de uma fotografia espectacular de página dupla na revista. Regressará várias vezes à quinta, continuando a fotografar os lírios híbridos.

Em 1958 será enviado para o Médio Oriente para realizar fotografias para uma série de brochuras a publicar com o título colectivo «A Paz pela Educação», que após seis meses de estadia na Turquia e no Irão mostrarão um modo de vida em extinção. Em 1964 a Kodak mostrará algumas destas fotografias numa exposição na Feira Mundial de Nova Iorque e dá-lhe um «Special Award for Photographic Excellence». Herman Wall continuará a colaborar com a Kodak publicando na revista da empresa para profissionais, a «Applied Photography».

Fonte:
Paris-Match: «L'été le plus long», número especial de Junho de 1994. 

Biografia - Abramo, Lívio

1903-1992

Nascido em Araraquara (São Paulo), é considerado um dos principais nomes da gravura brasileira, com exposições por todo o mundo. Em 1962 radicou-se no Paraguai não perdendo suas raízes de artista engajado na cultura brasileira. Assinava Lívio Abramo.

UFCD - 0130 - Acabamento e apresentação de um trabalho fotográfico

0130 - Acabamento e apresentação de um trabalho fotográfico
(*) Em Vigor
Designação da UFCD:
Acabamento e apresentação de um trabalho fotográfico
Código:
0130
Carga Horária:
50 horas
Pontos de crédito:
4,50
Objetivos

  • Executar técnicas de acabamento.
  • Descrever diferentes métodos de apresentação de trabalhos fotográficos.
Recursos Didáticos

Conteúdos

  • Retoque de fotografias
  • Escolha de molduras
  • Portfolio
  • Apresentação digital
  • Exposição
Referenciais de Formação

213005 - Operador/a de Fotografia
Histórico de Alterações

(*) 2008-05-14   Criação de UFCD.

Estatística - Necessidades Especiais de Educação - Dados estatísticos 2013/2014

segunda-feira, 7 de maio de 2018

Notícia - 10 Mudanças que surgem no corpo de quem faz caminhadas diárias

8. Fortalecimento de ossos e articulações


Caminhar pode proporcionar mais mobilidade às articulações, previne a perda de massa óssea e também reduz o risco de fraturas. Entidades de estudo da artrite recomendam caminhar pelo menos 30 minutos por dia para reduzir a dor nas articulações, a rigidez muscular e as inflamações.


Informação retirada daqui

Resumo - Tipos de conflito e sua caracterização


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Biografia - Alphonsus de Guimaraens

Alphonsus de Guimaraens (1870-1921) foi um poeta brasileiro. Um dos principais representantes do Movimento Simbolista no Brasil. Sua poesia é quase toda caracterizada pelo tema da morte da mulher amada, a morte de sua noiva aos dezessete anos. Todos os outro temas que explorou, como religião, natureza e arte, estão sempre relacionados com a morte.

Alphonsus de Guimaraens (1870-1921) nasceu em Ouro Preto, Minas Gerais, no dia 24 de julho de 1870. Filho do comerciante português Albino da Costa Guimarães e de Francisca de Paula Guimarães Alvim. Fez os cursos básicos em Minas Gerais e aos 17 anos se apaixona pela prima Constança, filha do escritor Bernardo Guimarães seu tio-avô. Com a morte prematura da prima, em 1888, o poeta se entrega a vida boêmia.

Essa época já colaborava no Almanaque Administrativo, Mercantil, Industrial, Científico e Literário do município de Ouro Preto. Viaja para São Paulo com o amigo José Severino de Resende. Inicia o curso de Direito na Faculdade de Direito do Largo de São Francisco, em 1891. Volta para Ouro Preto, em 1893, onde termina o curo de Direito na recém criada Academia Livre de Direito de Minas Gereis.

Volta para São Paulo onde estuda Ciências Sociais, terminando o curso em 1895. Vai ao Rio de Janeiro, onde conhece Cruz e Souza, poeta que já admirava e de quem tornou-se amigo. Volta para Minas e é nomeado promotor de Conceição do Serro, hoje Conceição do Mato Dentro, ocupando em seguida o cargo de juiz substituto. Em 1897, casa-se com Zenaide de Oliveira, com quem teve 14 filhos.

Sua poesia expressa uma atitude melancólica sobre o tema morte. O sentimento resignado, o sofrimento e a desesperança estão presentes em seus versos. O seu espiritualismo é voltado para a religiosidade e o misticismo.

Seus três primeiros livros foram publicados no Rio de Janeiro, em 1899, são: Dona Mística, Câmara Ardente e o Setenário das Dores de Nossa Senhora. Kiriali que foi escrito antes, só foi publicado em 1902, na cidade do Porto, em Portugal. Em 1905 é nomeado juiz municipal da cidade de Mariana.

Afonso Henrique da Costa Guimarães (seu nome civil) morreu na cidade de Mariana, Minas Gerais, no dia 15 de julho de 1921.

Obras de Alphonsus de Guimaraens
Setenário das Dores de Nossa Senhora, poesia 1899
Dona Mística, poesia, 1899
Câmara Ardente, poesia, 1899
Kiriale, poesia, 1902
Mendigos, prosa, 1920
Pauvre Lyre, poesia, 1921
Pastoral aos Crentes do Amor e da Morte, poesia, 1923
Poesias (Nova Primavera, Escada de Jacó, Pulvis, poesia, 1938

Biografia retirada de e-biografias

Postal Antigo - Estocolmo


Vídeo - Modern Talking - "The Space Mix"

Vídeo - Caminhos da Reportagem mostra a rotina de quem trabalha com agricultura familiar

Conteúdo - Pré-história e Proto-história


Os mais antigos fósseis conhecidos de hominídeos na Europa, datados de 1,1 a 1,2 milhões de anos, foram encontrados no norte da Península Ibérica, na serra de Atapuerca. Em Portugal, os vestígios humanos mais antigos datam de há cerca de 500-300 mil anos, quando a região era habitada por neandertais. Os vestígios mais antigos conhecidos de Homo sapiens são de homens de Cro-Magnon com "traços" de neandertal, com 24.500 anos. O fóssil de uma criança encontrado no Vale do Lapedo é interpretado como indicador de populações híbridas resultantes do cruzamento das duas espécies. São também os vestígios de seres com características neandertais mais recentes que se conhecem, possivelmente os últimos da sua espécie. Estas eram sociedades paleolíticas de subsistência, de caçadores-coletores que deixaram vestígios como a arte rupestre do Vale do Coa a norte  e a gruta do Escoural, a sul.

Após o fim da última idade do gelo, há cerca de 12 a 11 mil anos, as alterações climáticas permitiram iniciar a domesticação de animais de pastoreio, algumas culturas de cereais e a pesca. O neolítico é testemunhado no sul de Portugal por utensílios de pedra e pela cultura megalítica, com dólmens como a anta Grande do Zambujeiro, menires como no cromeleque dos Almendres, bem como arte esquemática como na anta pintada de Antelas e em ídolos-placa.

A idade do bronze da Península, com o desenvolvimento da olaria e outros metais como ouro e prata, iniciou-se cerca de 4 000 a.C. a sul, em locais como El Argar, de onde se espalhou. No III milénio a.C., várias ondas de povos indo-europeus celtas vindos da Europa Central invadiram o território. Misturando-se com as populações locais, formaram diferentes grupos étnicos, com numerosas tribos. As principais dessas tribos foram os galaicos, que estabeleceram a cultura castreja a norte, os lusitanos no centro, os célticos no Alentejo, e os cónios no extremo sul de Portugal (regiões do Algarve e Alentejo). Aí se desenvolveu a escrita do sudoeste, uma das escritas paleo-hispânicas. A sul, na mesma altura, estabeleceram-se também alguns postos comerciais costeiros semi-permanentes de fenícios e, a partir do século V a.C., de cartagineses.