quarta-feira, 19 de setembro de 2018

Biografia - Robert Anstruther

n: 1768
m: 14 de Janeiro de 1809, na Corunha

Entrou para o exército em 1788, após estudos em Westminster, com o posto de porta-bandeira, tendo adquirido sucessivamente os postos de tenente e capitão no 3º regimento de guardas, os "Scots Guards". Serviu nas campanhas da Flandres de 1793 e 1794 e, em 1796, foi enviado para o estado maior austríaco como oficial de ligação. Para continuar em serviço de campanha adquiriu o posto de major e mais tarde o de tenente-coronel no 68º regimento de infantaria, com o qual seguiu para as Antilhas, onde se fez notar pelo general Abercromby.
Em 1799, adquiriu o posto de tenente-coronel, com exercício de capitão, no seu antigo regimento de guardas, devido a este ir entrar em campanha enviado para a foz do Helder. No ano seguinte foi escolhido pelo general Abercromby para o posto de quartel-mestre general das forças enviadas para o Mediterrâneo. Foi o seu relatório sobre as forças otomanas, defendendo que não só demorariam muito a estar preparadas para entrar em campanha como possivelmente não serviriam para muito, que decidiu o general Abercromby a actuar sozinho e invadir o Egipto, dominado pelos franceses. Serviu com distinção na campanha do Egipto, e foi um dos primeiros cavaleiros da ordem do Crescente, criada pelo sultão, para os não crentes.

No regresso a casa, foi promovido a coronel e nomeado primeiro quartel-mestre general adjunto em Inglaterra, e posteriormente ajudante-general na Irlanda. Tinha casado em 1799 com uma filha de um oficial do seu regimento. Só voltou ao serviço activo em 1807, com o regresso dos Tories ao poder, e a subsequente promoção a brigadeiro sendo nomeado em 1808 para o comando de uma brigada enviada para apoiar o general Wellesley em Portugal. Chegou a tempo de participar na batalha do Vimeiro em Agosto, onde defendeu o centro da linha britânica do principal ataque do exército comandado por Junot. Anstruther mostrou ser capaz de diigir uma brigada. Com a chegada de Moore e a reorganização do exército britânico em Portugal, passou para a Reserva comandada por Lorde Paget.

Comandou a retaguarda durante a retirada do exército britânico de Moore, de Toro para a Corunha, dirigindo os regimentos de infantaria ligeira, n.os 52 e 95, que o próprio Moore tinha instruindo e que seriam o núcleo da futura Divisão Ligeira, que iria existir de 1809 a 1814.

Mas o esforço físico despendido durante a campanha, fez com que acabasse por morrer de fadiga e exaustão na Corunha. Moore quando morreu, 5 dias mais tarde durante a batalha da Corunha, pediu para ser enterrado ao lado de Anstruther. 

Biografia retirada de Arqnet

Resumo - Enzimas




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Manual - Canções Populares para Expressão Musical


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EFA - STC - Exercício - Diferentes papéis das instituições que trabalham no âmbito da administração, segurança e território - Sociedade, Tecnologia e Ciência

MAI



Missão e Atribuições

O Ministério da Administração Interna, abreviadamente designado por MAI, é o departamento governamental que tem por missão a formulação, coordenação, execução e avaliação das políticas de segurança interna, de administração eleitoral, de protecção e socorro e de segurança rodoviária, bem como assegurar a representação desconcentrada do Governo no território nacional.

Na prossecução da sua missão, são atribuições do MAI:

a) Manter a ordem e a tranquilidade públicas;
b) Assegurar a protecção da liberdade e da segurança das pessoas e dos seus bens;
c) Prevenir e reprimir a criminalidade;
d) Controlar a circulação de pessoas nas fronteiras, a entrada, permanência e residência, saída e afastamento de estrangeiros do território nacional, no quadro da política de gestão da imigração, e apreciar e decidir a concessão do estatuto de igualdade e de refugiado;
e) Controlar as actividades de importação, fabrico, comercialização, licenciamento, detenção e uso de armas, munições e explosivos, sem prejuízo das atribuições próprias do Ministério da Defesa Nacional;
f) Regular, fiscalizar e controlar a actividade privada de segurança;
g) Organizar, executar e apoiar tecnicamente o recenseamento e os processos eleitorais e referendários;
h) Prevenir catástrofes e acidentes graves e prestar protecção e socorro às populações sinistradas;
i) Promover a segurança rodoviária e assegurar o controlo do tráfego;
j) Assegurar a representação desconcentrada do Governo no território nacional;
l) Adoptar as medidas normativas adequadas à prossecução das políticas de segurança interna definidas pela Assembleia da República e pelo Governo, bem como estudar, elaborar e acompanhar a execução das medidas normativas integradas na área da administração interna;
m) Assegurar a manutenção de relações no domínio da política de administração interna com a União Europeia, outros governos e organizações internacionais, no âmbito dos objectivos fixados para a política externa portuguesa e sem prejuízo das atribuições próprias do Ministério dos Negócios Estrangeiros.
O MAI prossegue as suas atribuições através dos governos civis, das forças e dos serviços de segurança e de outros serviços de administração directa.




SEF



São atribuições do SEF: 

No plano interno: 

Vigiar e fiscalizar nos postos de fronteira, incluindo a zona internacional dos portos e aeroportos, a circulação de pessoas, podendo impedir o desembarque de passageiros e tripulantes de embarcações e aeronaves, indocumentados ou em situação irregular; 
Impedir o desembarque de passageiros e tripulantes de embarcações e aeronaves que provenham de portos ou aeroportos de risco sob o aspecto sanitário, sem prévio assentimento das competentes autoridades sanitárias; 
Proceder ao controlo da circulação de pessoas nos postos de fronteira, impedindo a entrada ou saída do território nacional de pessoas que não satisfaçam os requisitos legais exigíveis para o efeito; 
Autorizar e verificar a entrada de pessoas a bordo de embarcações e aeronaves; 
Controlar e fiscalizar a permanência e actividades dos estrangeiros em todo o território nacional; 
Assegurar a realização de controlos móveis e de operações conjuntas com serviços ou forças de segurança congéneres, nacionais e espanholas; 
Proceder à investigação dos crimes de auxílio à imigração ilegal, bem como investigar outros com ele conexos, sem prejuízo da competência de outras entidades; 
Emitir parecer relativamente a pedidos de vistos consulares; 
Conceder em território nacional vistos, prorrogações de permanência, autorizações de residência, bem como documentos de viagem nos termos da lei; 
Reconhecer o direito ao reagrupamento familiar; 
Manter a necessária colaboração com as entidades às quais compete a fiscalização do cumprimento da lei reguladora do trabalho de estrangeiros; 
Instaurar, instruir e decidir os processos de expulsão administrativa de estrangeiros do território nacional e dar execução às decisões de expulsão administrativas e judiciais, bem como accionar, instruir e decidir os processos de readmissão e assegurar a sua execução;
Efectuar escoltas de cidadãos objecto de medidas de afastamento; 
Decidir sobre a aceitação da análise dos pedidos de asilo e proceder à instrução dos processos de concessão, de determinação do Estado responsável pela análise dos respectivos pedidos e da transferência dos candidatos entre os Estados membros da União Europeia; 
Analisar e dar parecer sobre os processos de concessão de nacionalidade portuguesa por naturalização;
Analisar e dar parecer sobre os pedidos de concessão de estatutos de igualdade formulados pelos cidadãos estrangeiros abrangidos por convenções internacionais; 
Assegurar a gestão e a comunicação de dados relativos à Parte Nacional do Sistema de Informação Schengen (NSIS) e de outros sistemas de informação comuns aos Estados membros da União Europeia no âmbito do controlo da circulação de pessoas, bem como os relativos à base de dados de emissão dos passaportes (BADEP); 
Cooperar com as representações diplomáticas e consulares de outros Estados, devidamente acreditadas em Portugal, nomeadamente no repatriamento dos seus nacionais; 
Assegurar o cumprimento das atribuições previstas na legislação sobre a entrada, permanência, saída e afastamento de estrangeiros do território nacional; 
Assegurar as relações de cooperação com todos os órgãos e serviços do Estado, nomeadamente com os demais serviços e forças de segurança, bem como com organizações não governamentais legalmente reconhecidas; 
Coordenar a cooperação entre as forças e serviços de segurança nacionais e de outros países em matéria de circulação de pessoas, do controlo de estrangeiros e da investigação dos crimes de auxílio à imigração ilegal e outros com eles conexos. 

No plano internacional: 

Assegurar, por determinação do Governo, a representação do Estado Português a nível da União Europeia no Comité Estratégico Imigração, Fronteiras e Asilo e no Grupo de Alto Nível de Asilo Migração, no Grupo de Budapeste e noutras organizações internacionais, bem como participar nos grupos de trabalho de cooperação policial que versem matérias relacionadas com as atribuições do SEF; 
Garantir, por determinação do Governo, a representação do Estado Português, no desenvolvimento do Acervo de Schengen no âmbito da União Europeia; 
Assegurar, através de oficiais de ligação, os compromissos assumidos no âmbito da cooperação internacional nos termos legalmente previstos; 
Colaborar com os serviços similares estrangeiros, podendo estabelecer formas de cooperação. 


O Cartão do Cidadão

O novo Cartão do Cidadão agrupa num só suporte físico os actuais bilhetes de identidade, cartões de contribuinte, de utente do serviço nacional de saúde, de beneficiário da segurança social e de eleitor. O pretexto é a simplificação, mas sem qualquer garantia tecnológica de separação dos dados, está a promover-se a sua centralização, violando na prática o ponto 5. do artº 35º da Constituição da República Portuguesa que estipula expressamente que "é proibida a atribuição de um número nacional único aos cidadãos", precisamente para evitar a possibilidade de cruzamento de dados.

DPP

Atribuições

O Departamento de Prospectiva e Planeamento e Relações Internacionais (DPP) é o gabinete de planeamento, estratégia, avaliação e relações internacionais do Ministério do Ambiente, do Ordenamento do Território e do Desenvolvimento Regional (MAOTDR) e tem por missão garantir o apoio técnico à formulação de políticas, ao planeamento estratégico e operacional, bem como apoiar a concertação interministerial das políticas transversais de ambiente ao nível comunitário e internacional, dinamizar e concertar a participação activa dos vários organismos do MAOTDR nas instâncias internacionais, e fomentar e coordenar as acções de cooperação. Atribuições:

a) Preparar cenários e trajectórias relativos à estratégia de desenvolvimento regional, integrando políticas sectoriais e espaciais, e acompanhar o desenvolvimento económico, territorial e ambiental de Portugal sob a óptica integradora do desenvolvimento sustentável;

b) Elaborar estudos e análises prospectivas sobre os factores de desenvolvimento, prosperidade e inovação de regiões, metrópoles e cidades em Portugal e no estrangeiro;

c) Consolidar e desenvolver competências nas áreas das metodologias de prospectiva e cenarização, bem como em outras áreas de análise económica e social;

d) Organizar acções de formação nas áreas da sua competência;

e) Participar no processo de definição do enquadramento e da estratégia da política de investimento público, e integrar o planeamento de investimentos associado a programas sectoriais e verticais que os concretizem;

f) Proceder ao acompanhamento sistemático das prioridades estratégicas do MAOTDR;

g) Assegurar o desenvolvimento dos sistemas de avaliação dos serviços no âmbito do MAOTDR,coordenar e controlar a sua aplicação.O DPP prossegue ainda, através do Gabinete de Relações Internacionais (GRI) as seguintes atribuições:

e) Apoiar directamente a tutela, no âmbito das suas atribuições e competências, na definição e execução de políticas com a União Europeia, outros governos e organizações internacionais;

f) Coordenar, apoiar e desenvolver as actividades do MAOTDR que se estabeleçam com Estados e Organizações Internacionais, designadamente no quadro da UE, da ONU e da OCDE;

g) Assegurar a coordenação e apoio técnico nas actividades de cooperação para o desenvolvimento, designadamente com os países de língua oficial portuguesa;

h) Assegurar, coordenar e preparar o apoio técnico -jurídico e negocial nas actividades desenvolvidas pelos órgãos da União Europeia e das outras organizações internacionais, bem como o apoio jurídico necessário à instrução e gestão dos processos de pré-contencioso e contencioso comunitário, e apoiar a transposição e aplicação da legislação comunitária no direito interno;

i) Desencadear os mecanismos de assinatura e ratificação das convenções e acordos internacionais do MAOTDR, assegurando daí o cumprimento de todas as obrigações financeiras daí decorrentes.

1. Verifique que o MAI, o SEF e o DPP desempenham papéis diferentes no âmbito da administração, segurança e território. Comente a especialização das suas tarefas? Justifique.

2. Indique outras instituições com competências na administração, segurança e território e refira-as sumariamente. 

3. Discuta como a tecnologia apresenta a vantagem de permitir (1) um controlo mais eficiente, mas... simultaneamente pode (2) criar problemas de privacidade.

terça-feira, 18 de setembro de 2018

UFCD - 0189 - Arranjos florais e adornos para cerimónias religiosas

0189 - Arranjos florais e adornos para cerimónias religiosas
(*) Em Vigor
Designação da UFCD:
Arranjos florais e adornos para cerimónias religiosas
Código:
0189
Carga Horária:
50 horas
Pontos de crédito:
4,50
Objetivos

  • Executar arranjos florais para cerimónias religiosas.
Recursos Didáticos

Conteúdos

  • Arte floral – cerimónias religiosas
    • Definição dos materiais utilizados em cerimónias religiosas
    • As técnicas de execução dos adornos religiosos
    • A relação entre arranjos florais, o ambiente, o local e a circunstância
    • A sensibilidade estética e a criatividade
    • A caracterização dos elementos que definem o ambiente
      • - Luz/cor
      • - A linha
      • - A superfície
      • - O volume
      • - A textura
      • - A estrutura
    • Transporte dos arranjos religiosos
    • Unidades monetárias
Referenciais de Formação

215008 - Florista
Histórico de Alterações

(*) 2008-05-14   Criação de UFCD.

Conteúdo - Aproveita e faz ...


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segunda-feira, 17 de setembro de 2018

Biografia - Ademar Ferreira da Silva

Atleta paulista. Bicampeão olímpico na modalidade salto triplo. Nascido em 29 de setembro de 1927 na cidade de São Paulo, no bairro da Casa Verde. Filho de um ferroviário e de uma cozinheira, começa a trabalhar cedo para reforçar o orçamento doméstico e só aos 18 anos entra pela primeira vez em uma pista de atletismo, levado por um amigo. Entusiasma-se e passa a treinar duas ou três vezes por semana, na hora do almoço, por causa do trabalho. Destaca-se no salto triplo, modalidade da qual se torna recordista sul-americano e mundial. Representa o Brasil nas Olimpíadas de Helsinque, na Finlândia, em 1952, em que conquista uma medalha de ouro. Numa mesma tarde bate quatro vezes o recorde olímpico, chegando a saltar 16,22 m, marca que supera em 21 cm o recorde anterior, de 16,01 m (o atual é 18,09 m, estabelecido em 1996, em Atlanta). Quatro anos mais tarde, em Melbourne, na Austrália, fica outra vez com o ouro e estabelece novo recorde, de 16,35 m. Em 1960, tuberculoso, é desclassificado nos Jogos de Roma e, desde então, não participa mais de Olimpíadas. Forma-se em educação física, em direito e em relações públicas. Entre 1964 e 1967 é adido cultural na Embaixada Brasileira em Lagos, na Nigéria. Depois de anos trabalhando para o Estado, em atividades ligadas ao atletismo, assume em 1996 o cargo de coordenador da área de esportes das Faculdades Santana, em São Paulo. 

Informação retirada daqui

Vídeo - Vistas Ortográficas e Introdução a Perspectivas Axonométricas

Biografia - Abigail Smith Adams

Notória Primeira Dama norte-americana nascida em Weymouth, Massachusetts, que honrando as tradições mais fortes da New England,deixou para seu país dela um registro notável como patriota e primeiro dama, esposa de um Presidente e mãe de outro. De uma família de grande prestígio na colônia e de tradição religiosa, como outras mulheres do seu tempo, faltou-lhe educação formal, mas autodidata e dotada de uma inteligência aguda, e conheceu John Adams, um jovem diplomado em leis por Harvard, com quem se casou (1764). Viveram inicialmente numa pequena fazenda, enquanto ele advogava em Boston. Em dez anos tiveram três filhos e duas filhas e ele tornou-se juiz de circuito. Como delegado para o Congresso Continental, foi enviado ao esterior como oficial da Constituição, enquanto ela escrevia sua história de mulher que ficou em casa para lutar com a escassez dos tempos de guerra, administrar a fazenda com um mínimo de ajuda e dar educação formal para as crianças. Morou em Paris (1784) quando o esposo foi diplomata na França, e (1785) na Grã Bretanha. Voltando felizmente para Massachusetts (1788) adquiriram uma casa em Braintree, Quincy, ond moraram o resto de su as vidas. Tornou-se esposa do primeiro vice-presidente e depois (1791), primeira dama do país. Embora não gostasse da vida na cidade grande promoveu com desenvoltura suas obrigações junto a presidente. Aposentados da vida pública (1801), ela morreu em Quincy (1818) e seu corpo encontra-se enterrado ao lado do marido, dentro da United First Parish Church.

Biografia retirada de NetSaber

Teste de Avaliação - Obtenção de Energia e Transformação de Matéria



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Ficha de Trabalho - Educação Musical


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EFA - STC - Documento - A alcoolémia e o controlo metrológico dos alcoolímetros - Sociedade, Tecnologia e Ciência


domingo, 16 de setembro de 2018

UFCD - 0188 - Arranjos florais e adornos para cerimónias fúnebres

0188 - Arranjos florais e adornos para cerimónias fúnebres
(*) Em Vigor
Designação da UFCD:
Arranjos florais e adornos para cerimónias fúnebres
Código:
0188
Carga Horária:
50 horas
Pontos de crédito:
4,50
Objetivos

  • Executar arranjos florais para cerimónias fúnebres.
  • Executar adornos (composições) florais para cerimónias fúnebres.
Recursos Didáticos

Conteúdos

  • Arte floral – arranjos florais fúnebres
    • Definição dos materiais utilizados em arranjos florais para cerimónias fúnebres
    • A relação dos arranjos florais com o ambiente do local e a circunstância
    • A relação entre defunto e cerimónia
    • As técnicas de execução em arranjos florais para cerimónias fúnebres
      • - A coroa funerária
      • - A coroa formal
      • - A coroa decorativa – 1, 2 ou 3 grupos
      • - A coroa vegetativa
  • Arte floral – adornos fúnebres
    • Definição dos materiais utilizados nos adornos fúnebres
    • As técnicas de execução de adorno para cerimónias fúnebres
      • - A composição vegetativa a 3 grupos
      • - A composição decorativa a 3 grupos
      • - A composição com caules
      • - A composição a 3 grupos
      • - A composição para cobrir
      • - A composição compacta
        • - Cruzes
        • - Corações
        • - Almofadas
        • - Outras
    • Transporte dos adornos para cerimónias fúnebres
    • Desenho à mão livre
    • Pintura/coloração do desenho realizado
Referenciais de Formação

215008 - Florista
Histórico de Alterações

(*) 2008-05-14   Criação de UFCD.

Conteúdo - Como fazer reciclagem de papel


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sábado, 15 de setembro de 2018

Biografia - Helen Willis Moody


Tenista norte-americana de fama mundial e uma das mais extraordinárias de todos os tempos. Arrecadou o mais brilhante palmarés da história do ténis, até à data. Foi campeã olímpica em 1924. Ganhou sete vezes o Open dos EUA (1923, 1924, 1925, 1927, 1928, 1929 e 1931).Oito vezes Wimbledon: (1927, 1928, 1929, 1930, 1932, 1933, 1935 e 1938) e quatro vezes Roland Garros. Teve ainda mais prémios na modalidade jogando em pares. Foi nove vezes campeã do mundo. Depois de abandonar o ténis dedicou-se à pintura. Casou em 1939 e acrescentou ao nome o apelido Roark, mas ficou sempre conhecida pelo nome de solteira. Uma biografia curta numa mulher de fibra cheia de determinação e sucesso.

Informação retirada daqui

Resumo - Intersecção de uma recta com um plano


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Biografia - Álvaro Lins


Álvaro Lins (1912-1970) foi crítico literário, jornalista, professor, editor, advogado, ministro e diplomata brasileiro. Recebeu, o Prêmio Centenário de Antero de Quental, o Prêmio Felipe de Oliveira, o Prêmio Pandiá Calógeras, da Associação Brasileira de Escritores, o Prêmio Jabuti Personalidade do Ano, da Câmara Brasileira do Livro e o Prêmio Luiza Cláudio de Souza, do Pen Club do Brasil.

Álvaro Lins (1912-1970) nasceu em Caruaru, Pernambuco, no dia 14 de dezembro de 1912. Filho de Pedro Alexandrino Lins e de Francisca de Barros Lins. Fez o curso primário em Caruaru e o secundário, já no Recife, no Colégio Salesiano e no Ginásio Padre Félix. Ingressou na Faculdade de Direito do Recife e, ainda estudante, começou a lecionar História da Civilização no Ginásio Pernambucano e no Colégio Nóbrega.

Em 1930, Álvaro Lins já fazia política como presidente do Diretório Acadêmico da Faculdade de Direito do Recife. Em 1932, na abertura do ano letivo, pronunciou a conferência "A Universidade como Escola dos Homens Públicos", que despertou interesse nos círculos intelectuais da capital pernambucana. Logo em seguida passou a colaborar no Diário de Pernambuco e, em 1935, concluiu o curso de Direito.

A convite do interventor, e depois governador, Carlos de Lima Cavalcanti, tornou-se secretário de estado do governo de Pernambuco. Em 1936, seu nome fazia parte da chapa do Partido Social Democrático (PSD) de Pernambuco, fundado por Lima Cavalcanti, para disputar uma cadeira à Câmara dos Deputados, pretensão abortada pelo Estado Novo, que suspendeu as eleições de 1937.

Em 1939, publicou seu primeiro livro como crítico literário: "História Literária de Eça de Queirós". Em 1940 mudou-se para o Rio de Janeiro, onde começou a trabalhar no Correio da Manhã.
Em 1952, em Lisboa, lecionou a disciplina Estudos Brasileiros, na Faculdade de Filosofia e Letras da Universidade de Lisboa, onde permaneceu até 1953.

Álvaro Lins volta ao Brasil, em 1954, em consequência da crise política desencadeada pelo suicídio de Getúlio Vargas. Nesse mesmo ano reassume as atividades jornalísticas e a cátedra de Literatura do Colégio Pedro II, que exercera como interino durante dez anos, quando tornou-se titular. Em 1955, foi eleito por unanimidade para a Academia Brasileira de Letras, para a cadeira 17.

Álvaro Lins foi nomeado chefe da casa civil de Juscelino, mantendo-se no cargo até o fim de 1956, quando foi indicado como embaixador do Brasil em Portugal, onde permaneceu até 1959. De volta ao Brasil, recolheu-se à sua cátedra de Literatura e, em 1960, publicou "Missão em Portugal".

Álvaro Lins faleceu no Rio de Janeiro, no dia 4 de junho de 1970.

Obras de Álvaro Lins
História Literária de Eça de Queirós, 1939
Alguns Aspectos da Decadência do Império, 1939
Poesia e Personalidade de Antero de Quenta, 1942
Palestra sobre José Veríssimo, 1943
Notas de Um Diário de Crítica, 1943
Rio Branco, 1945
No Mundo do Romance Policial, 1947
Roteiro Literário do Brasil e de Portugal, 1956
Discurso Sobre Camões e Portugal, 1956
A Técnica do Romance de Marcel Proust, 1956
Missão em Portugal, 1960
A Glória de César e o Punhal de Brutus, 1962
Os Mortos de Sobrecasaca, 1963
Literatura e Vida Literária, 1963
O Relógio e o Quadrante, 1964
Poesia Moderna no Brasil, 1967
O Romance Brasileiro, 1967

Biografia retirada de e-biografias

Powerpoint - História da Psicologia

Powerpoint - Respiração durante o exercício



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Vídeo - Breve História da Educação Musical