sábado, 11 de junho de 2022

Na net, verifica tudo antes de comprar

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Fazer compras online é prático, rápido e pode ser seguro, se forem tomadas as devidas precauções. Desde logo ter a certeza de que o site é seguro – a indicação https:// no endereço e o cadeado. Ler todas as informações do site e os termos de venda. Todas as lojas online devem ter nome, endereço físico e eletrónico, registo comercial e NIF (número de identificação fiscal). Nunca te esqueças de verificar com atenção todos os detalhes do produto, custos totais e serviço de entrega, bem como os meios de pagamento e as condições de devolução. E guarda sempre o comprovativo de pagamento.

Aderir ao MB Way, passo a passo

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O MB Way funciona como um cartão multibanco no smartphone. Ou seja, basta baixar a app para o telemóvel e associar um cartão de crédito ou de débito à aplicação, o que se faz numa caixa multibanco. Aí associar o cartão ao telefone e criar um código próprio que servirá de password para realizar qualquer operação com o MB Way. Esta app permite fazer compras em lojas, gerar cartões virtuais para, com o MB NET, poder fazer compras online com mais segurança, dá para enviar e receber dinheiro entre utilizadores da aplicação ou mesmo levantar dinheiro quando não tem o cartão multibanco consigo. Vê como é fácil!

Como se abre uma conta PayPal?

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Fazer pagamentos através de uma conta PayPal é considerada uma das formas mais seguras de transacionar dinheiro. Funciona como uma espécie de carteira digital. Associa-se um cartão de crédito ou de débito ou apenas uma conta bancária a um registo pessoal. É feito na plataforma PaypPal que exige a associação de um nome, um email e um número de telefone. As transações são consideradas seguras, já que quem recebe o dinheiro nunca tem acesso a qualquer dado financeiro de quem o envia. Tudo se passa através do email. Vê, passo a passo, como se faz.

Bilhetes na net? Vê bem o que compras!

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A tua banda chegou, todos têm bilhete, menos tu. E agora? Preços astronómicos e/ou ofertas alternativas pela net. Cuidado! Além dos sites especializados em vendas para espetáculos, os organizadores de grandes eventos costumam disponibilizar um site oficial. É neles que deves confiar para não caíres na malha de falsificadores. Por isso, nada de negociar com quem não fornece informação clara sobre o vendedor e como pode ser contatado. Um email não chega, se for preciso reclamar. Para pagar, os meios mais seguros são, por exemplo, transferências bancárias e o sistema PayPal. Não forneças os teus dados.

Os Novos Nómadas

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Dez mil anos depois de se ter sedentarizado, o homem vê-se obrigado, em muitos pontos do globo, a regressar a um novo nomadismo, o que conduz ao maior movimento migratório da história. Dentro de meio século, estima-se que será de mil milhões o número de pessoas em fuga, não só da pobreza e dos conflitos, mas também por causas novas como as alterações do clima.

Os fluxos migratórios sempre fizeram parte da história da humanidade e hoje não é diferente, como não se prevê que o seja ao longo das próximas décadas. A ONU (Organização das Nações Unidas) revelou que em 2020 o número de pessoas em movimento por conflitos, perseguições e catástrofes foi de quase 80 milhões. O dobro do que tinha sido dez anos antes. E desses 80 milhões, o total de deslocados com estatuto de refugiado foi de 26 milhões.

Os fluxos migratórios dão-se pela fuga a conflitos e a regimes políticos ditatoriais, para tráfico de pessoas com vista a vários tipos de exploração, como a laboral ou sexual, por perseguição religiosa, para fugir à pobreza e começam também a surgir novos movimentos de migrantes que advêm das  alterações climáticas. Há zonas do planeta onde as atividades económicas, nomeadamente agrícolas, estão ameaçadas ou mesmo destruídas devido aos fenómenos extremos como grandes inundações ou secas prolongadas.

Está assim, o planeta, em reconfiguração humana. As pessoas movem-se como nunca e a Europa surge como espaço de eleição para refúgio de muitos que pretendem encontrar paz, liberdade e prosperidade económica. E se são múltiplos os problemas para gerir estes fluxos, facto é também que o continente europeu precisa claramente de mão de obra migrante, tendo em conta a queda acentuada da demografia da sua população natural.


Solna, a Cidade-Exemplo para Migrantes e Refugiados

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Solna, uma cidade média da Suécia, tornou-se num exemplo de integração de refugiados e migrantes dentro da União Europeia. Ao adotar um modelo no qual os serviços públicos locais fazem a mediação entre a procura e oferta de emprego, contribui para um forte equilíbrio da economia e um processo de integração dos estrangeiros mais rápido e menos tenso.

Situada nos arredores de Estocolmo, Solna tornou-se nos últimos anos numa cidade-exemplo, ao criar um modelo de integração no mercado de trabalho para refugiados e migrantes. É conhecido como “Modelo Solna” e passa pela colaboração estreita entre os candidatos aos postos de trabalho e/ou estudo, o gabinete de emprego da própria cidade e os empregadores locais.

Ao facilitar a quem chega de fora esta procura de trabalho e acesso à educação, por forma a promover as competências destas pessoas em vez de as manter ao abrigo de subsídios, o Modelo Solna tem revelado que a integração é mais rápida, há mais pessoas a trabalharem e menos exclusão, o que alivia as tensões na comunidade.

O município tem criado medidas de apoio ao crescimento económico que, em simultâneo, contribuem para a sustentabilidade local. A cidade ajuda as empresas, logo espera que elas retribuam e apoiem a comunidade local. Uma forma de o fazerem é criando empregos adequados às pessoas que precisam de trabalho.

O Modelo Solna para migrantes e refugiados começou a funcionar em outubro de 2017. No ano seguinte, mais de 70 por cento dos participantes encontraram um emprego ou entraram no sistema de educação. De acordo com as estatísticas, a cidade regista a menor taxa de desemprego para residentes estrangeiros em toda a Suécia.

A energia que vem do lixo

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Transformar lixo em energia limpa. É o projeto levado a cabo, com grande sucesso, na capital lituana. Reduzem-se os aterros, processam-se de forma sustentável os resíduos não reciclados e alimenta-se uma central elétrica de cogeração.

A grande meta é atingir o sistema de resíduo zero. A central de cogeração instalada em Vilnius permite criar eletricidade e calor a partir de lixo que não entra no processo de reciclagem. É um investimento que contribui para os esforços da Lituânia no sentido de criar uma economia circular e para o seu objetivo estratégico de aumentar a independência energética.

A cogeração é uma forma muito eficiente de produzir, em simultâneo, eletricidade e calor. Enquanto nas centrais elétricas convencionais o calor produzido acaba, geralmente, por se perder, numa central de cogeração é propositalmente utilizado para atingir um nível mais elevado de eficiência energética.

Metade da capital do país já está a ser aquecida por esta central cujo potencial continua a desenvolver-se. Estima-se que em termos de sustentabilidade ambiental as emissões de gases com efeito de estufa na Lituânia se reduza em cerca de 10 por cento – 130 mil toneladas de dióxido de carbono por ano.

Entre a Abundância e a Escassez Alimentar

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A conjuntura geopolítica mundial e a falta de respeito pela natureza estão a fazer pagar caro as atuais exigências alimentares. Foi-se o tempo em que se comia ao sabor dos ciclos da natureza, para no prato passar a estar uma maior quantidade de comida. Nem sempre de qualidade. A saúde queixa-se e exigem-se novas abordagens agrícolas e industriais.

O mundo globalizado trouxe abundância à mesa dos portugueses, mas a escassez pode voltar. As crises económicas, as guerras e a pandemia da Covid 19 despertaram, em pleno século XXI, o medo da falta de alimentos. Em Portugal, 70 por cento do que se come é importado e é enorme, sobretudo, a dependência de cereais.

Facto é que existem alternativas para atenuar o volume de dependência externa. É possível investir em fertilizantes biológicos nacionais; é possível rentabilizar o trigo para a alimentação humana e até é possível apostar de forma eficaz no cultivo das leguminosas, que para além de serem um alimento de elevado valor nutricional, são também fertilizantes naturais.

Os solos e a saúde humana agradecem uma mudança de práticas. A alimentação dos portugueses representa 30 por cento da pegada ecológica nacional. Comememos mais do que precisamos, dizem os médicos, e a saúde vai faltando, manifestando-se na obesidade, doenças autoimunes e cancros. Comemos também de forma errada: desrespeitando as épocas naturais de colheita e engordando intensivamente o gado – e até mesmo o peixe.

Por outro lado, as políticas de saúde não estão alinhadas com a capacidade económica para uma alimentação saudável. Os maus hábitos não se devem apenas às escolhas erradas por prazeres que não se querem adiar, mas também porque a qualidade paga-se. E comer saúde sai caro.

domingo, 22 de março de 2020

Livros sobre Arquitectura

Exposições Universais: Paris 1900

Paris1900_capa.jpgParis 1900António Guerreiro | PDF
Expo'98
1995

Exposições Universais: Sevilha 1992

Sevilha_capa.jpgSevilha 1992João Alfacinha da Silva | PDF
Expo'98
1998

Exposições Universais: Vancouver 1986

Vancouver_capa.jpgVancouver 1986Tereza Coelho | PDF
Expo'98
1998

João Nunes e PROAP/Hargreaves Associates - Parque do Tejo

capa_joaonunes.jpgParque do TejoRolando Borges Martins, João Nunes (citações e desenhos) e PROAP/Hargreaves Associates (citações e desenhos) | PDF
Parque das Nações

Lisboa: urbanismo e arquitectura

BB53Lisboa: urbanismo e arquitectura
José-Augusto França | PDF
ICALP - Colecção Biblioteca Breve - Volume 53
1980

Manuel Salgado - Espaços Públicos

capa-manuelsalgado.jpgEspaços PúblicosAntónio Mega Ferreira, Manuel Salgado (citações e desenhos) | PDF
Parque das Nações

Pavilhão da Utopia: exposição mundial de Lisboa de 1998

PavilhaodaUtopia_capa1.jpgPavilhão da Utopia: exposição mundial de Lisboa de 1998
Adelaide Batista (co-autor) | PDF
Parque Expo'98
1998

Pavilhão do Conhecimento dos Mares: exposição mundial de Lisboa de 1998

PavilhaodoConhecimento_capa.jpgPavilhão do Conhecimento dos Mares: exposição mundial de Lisboa de 1998
A. Estácio dos Reis (co-autor) | PDF
Parque Expo'98
1998

Pavilhão do Futuro: exposição mundial de Lisboa de 1998

PavilhaodoFuturo_capa.jpgPavilhão do Futuro: exposição mundial de Lisboa de 1998Albert Gore (co-autor) | PDF
Parque Expo'98
1998

Pavilhão dos Oceanos: exposição mundial de Lisboa de 1998

PavilhaodosOceanos_capa.jpgPavilhão dos Oceanos: exposição mundial de Lisboa de 1998Agustina Bessa-Luís (co-autor) | PDF
Parque Expo'98
1998

Peter Chermayeff - Oceanário de Lisboa

capa_peter-chermayeff.jpgOceanário de LisboaMário Ruivo, Peter Chermayeff (citações e desenhos) | PDF
Parque das Nações

Regino Cruz, Skidmore e Owings & Merrill - Pavilhão Atlântico

capa-reginocruz.jpgPavilhão AtlânticoJorge Dias, Regino Cruz (citações e desenhos), Nicholas Jacobs (citações e desenhos) e Skidmore, 
Owings &%% Merril (citações e desenhos ) | PDF
Parque das Nações

Livros sobre Arquitectura

A Arquitectura

ArqA Arquitectura
José Manuel Fernandes | PDF
Imprensa Nacional-Casa da Moeda - Comissariado para a Europália 91
Sínteses da Cultura Portuguesa
1991

A reconstrução de Lisboa e a arquitectura pombalina

A Recontrução de Lisboa e a arquitectura pombalinaJosé Augusto França | PDF ICALP - Colecção Biblioteca Breve - Volume 12
1989

Álvaro Siza e Eduardo Souto de Moura - Pavilhão de Portugal

capa-alvaro-siza.jpgPavilhão de PortugalSimonetta Luz Afonso, Álvaro Siza (citações e desenhos) e Eduardo de Souto Moura (citações e desenhos) | PDF
Parque das Nações

António Barreiros Ferreira e Alberto França Dória - Feira Internacional de Lisboa-AIP

antonioferreira-capa.jpgFeira Internacional de Lisboa-AIPLuís Barbosa, António Barreiros Ferreira (citações e desenhos) e Alberto França Dória (citações e desenhos) | PDF
Parque das Nações

Architecture

ArcArchitecture
José Manuel Fernandes | PDF
Imprensa Nacional-Casa da Moeda - Comissariado para a Europália 91
Synthesis of Portuguese Culture
1991

Arquitectura Barroca em Portugal

BB103Arquitectura Barroca em PortugalJosé Fernandes Pereira | PDF
ICALP - Colecção Biblioteca Breve - Volume 103
1986

Arquitectura Vernácula da Região Saloia - Enquadramento na Área Atlântica

ArquitecturaVernáculaArquitectura Vernácula da Região Saloia - Enquadramento na Área Atlântica
José Manuel Fernandes / Maria de Lurdes Janeiro | PDF
ICALP - Colecção Identidade: Cultura Portuguesa
1991

Caminho do Oriente

Caminho-do-Oriente-.jpgCaminho do OrienteComissariado da Exposição Mundial de Lisboa de 1998
Câmara Municipal de Lisboa (co-autor) e Ambelis (co-autor)| PDF
Parque Expo'98
1998

Caminho do Oriente: Guia do Património Industrial

Caminho-do-Oriente_pInd.jpgCaminho do Oriente: Guia do Património IndustrialDeolinda Folgado e Jorge Custódio| PDF
Livros Horizonte
1999

Caminho do Oriente: Guia Histórico, vol.I

Caminho-do-Oriente_GH2jpg.jpgCaminho do Oriente: Guia Histórico, vol. IJosé Sarmento de Matos e Jorge Ferreira Paulo| PDF
Livros Horizonte
1999

Caminho do Oriente: Guia Histórico, vol.II

Caminho-do-Oriente_Guia-His.jpgCaminho do Oriente: Guia Histórico, vol. IIJosé Sarmento de Matos e Jorge Ferreira Paulo| PDF
Livros Horizonte
1999

Documentos para a história da Expo'98: 1989-1992

capa-documentoshistoria1.jpgDocumentos para a história da Expo'98: 1989-1992Parque Expo'98 (ed. lit.), João Paulo Velez (dir.) | PDF
Parque das Nações
1999

Estação do Oriente

capa-estacaooriente1.jpgEstação do OrientePhilip Jodidio (co-autor) | PDF
Livros e Livros
1998

Expo'98: História de Um Território Reinventado

Expo98_capa.jpgExpo'98: História de Um Território Reinventado
João Paulo Velez | PDF
Parque Expo'98
2008

Exposições Universais: Barcelona 1929

Barcelona_capa.jpgBarcelona 1929Cristina Ferreira de Almeida | PDF
Expo'98
1995

Exposições Universais: Bruxelas 1958

Bruxelas_capa.jpgBruxelas 1958Rui Cardoso | PDF
Expo'98
1997

Exposições Universais: Londres 1851

Londres_capa.jpgLondres 1851Nicolau Andresen Leitão | PDF
Expo'98
1994

Exposições Universais: Nova Iorque 1939

NovaIorque_capa.jpgNova Iorque 1939Rui Cardoso Martins | PDF
Expo'98
1996

Exposições Universais: Osaka 1970

Osaka_capa.jpgOsaka 1970Miguel Fontoura | PDF
Expo'98
1997


Exposições Universais: Paris 1889

Paris1889_capa.jpgParis 1889Patrícia Reis | PDF
Expo'98
1994